A Semana é santa, mas até aonde - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

A Semana é santa, mas até aonde

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

02 de Abril de 2015

A Semana é santa, mas está longe de guardar as mesmas características e os sentimentos de respeito como antes. Não é que estejamos a reivindicar a volta ao passado, quando o costume obrigava as pessoas a excessos como a fazer jejuns dispensáveis ou não cuidar das regras simples de higiene como tomar banho nesses dias santificados. Eram regras que estavam, até mesmo, em desacordo com a pregação do Cristo, o teórico e prático da bonomia.

Cristo é o ideal desejado por Deus para cada um de nós. E no período em que lembramos sua paixão, correto seria aproveitar esses dias para uma reflexão e meditação, sobre a mensagem que ele deixou como mestre da humanidade. Jejuar sim; mas o jejum dos sentimentos negativos que abrigamos durante o ano e que acabam refletidos nas manchetes.

A Semana Santa, pelo que se vê,  acabou se transformando num domínio puramente consumista, onde a preocupação na compra de certos produtos que levam comerciantes a exploração vantajosa. Aliás, isso seria o de menos, não fossem as demonstrações de violência que, a exemplo de outros dias, ganham dimensões ainda maiores, com os que se aproveitam da data para consumir vinho em demasia, trazendo como consequência mais direta os riscos da direção perigosa e dos entrechoques de opiniões que culminam em brigas e desentendimentos.

Evidente que isso se resume a uma parte de pessoas que se dizem cristãs mas, infelizmente, o são apenas por fachada e não guardam em si as lições do grande sacrificado que é o Cristo. A nos convidar a vivermos em paz, buscando amar o outro e perdoar as ofensas; a se humilhar do que humilhar outros; procurando servir, antes de serem servidos. Esse é o ideal cristão a ser promulgado por todos; não apenas nesta Semana, por ser santa; mas porque é lei de vida, para que se busque vivê-la plenamente.

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Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

02 de Abril de 2015

A Semana é santa, mas está longe de guardar as mesmas características e os sentimentos de respeito como antes. Não é que estejamos a reivindicar a volta ao passado, quando o costume obrigava as pessoas a excessos como a fazer jejuns dispensáveis ou não cuidar das regras simples de higiene como tomar banho nesses dias santificados. Eram regras que estavam, até mesmo, em desacordo com a pregação do Cristo, o teórico e prático da bonomia.

Cristo é o ideal desejado por Deus para cada um de nós. E no período em que lembramos sua paixão, correto seria aproveitar esses dias para uma reflexão e meditação, sobre a mensagem que ele deixou como mestre da humanidade. Jejuar sim; mas o jejum dos sentimentos negativos que abrigamos durante o ano e que acabam refletidos nas manchetes.

A Semana Santa, pelo que se vê,  acabou se transformando num domínio puramente consumista, onde a preocupação na compra de certos produtos que levam comerciantes a exploração vantajosa. Aliás, isso seria o de menos, não fossem as demonstrações de violência que, a exemplo de outros dias, ganham dimensões ainda maiores, com os que se aproveitam da data para consumir vinho em demasia, trazendo como consequência mais direta os riscos da direção perigosa e dos entrechoques de opiniões que culminam em brigas e desentendimentos.

Evidente que isso se resume a uma parte de pessoas que se dizem cristãs mas, infelizmente, o são apenas por fachada e não guardam em si as lições do grande sacrificado que é o Cristo. A nos convidar a vivermos em paz, buscando amar o outro e perdoar as ofensas; a se humilhar do que humilhar outros; procurando servir, antes de serem servidos. Esse é o ideal cristão a ser promulgado por todos; não apenas nesta Semana, por ser santa; mas porque é lei de vida, para que se busque vivê-la plenamente.