AS VOZES PROFÉTICAS DO CORONAVÍRUS - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

AS VOZES PROFÉTICAS DO CORONAVÍRUS

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

17 de Março de 2020

“Atualmente, o maior risco de uma catástrofe global está em um vírus altamente infeccioso, não uma guerra. Se algo matar 10 milhões de pessoas nas próximas décadas, serão micróbios e não mísseis”. Parece uma frase da semana passada sobre o coronavírus, mas foi Bill Gates que disse isso em… 2015.

Há pessoas visionárias, capazes de prenunciar o futuro a partir da avaliação do presente. Bill Gates, o revolucionário da informática, tem essa visão. Quando indagado há 10 anos atrás, se ele temia uma guerra nuclear entre nações beligerantes, Gates mostrou que a sociedade humana descartaria uma ofensiva de mísseis e somente um vírus altamente infeccioso pararia o Planeta.

Assim como Bill Gates, outro gênio – e agora do Brasil, o cantor e compositor Raul Seixas, vaticinou na música “O Dia em que a Terra parou”, uma imagem que parece cair como uma luva nos dias de hoje.

Na música, ele narra um sonho que teve, onde as pessoas ficariam confinadas em casa e já não se veriam trabalhadores indo ao trabalho, donas de casa indo comprar pão, igrejas esvaziadas, salas de aula sem a presença de alunos… tudo numa visão que a gente pode considerar profética e que, infelizmente, estamos todos vivendo.

O que vai resultar dessa provação, certamente, pode servir de lição para que as pessoas sejam menos individualistas. Mais sensíveis a prevenção de doenças e, quem sabe, consiga freiar a ganância do homem materialista, que só pensa no lucro e esquece a solidária forma de servir uns aos outros.

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AS VOZES PROFÉTICAS DO CORONAVÍRUS

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

17 de Março de 2020

“Atualmente, o maior risco de uma catástrofe global está em um vírus altamente infeccioso, não uma guerra. Se algo matar 10 milhões de pessoas nas próximas décadas, serão micróbios e não mísseis”. Parece uma frase da semana passada sobre o coronavírus, mas foi Bill Gates que disse isso em… 2015.

Há pessoas visionárias, capazes de prenunciar o futuro a partir da avaliação do presente. Bill Gates, o revolucionário da informática, tem essa visão. Quando indagado há 10 anos atrás, se ele temia uma guerra nuclear entre nações beligerantes, Gates mostrou que a sociedade humana descartaria uma ofensiva de mísseis e somente um vírus altamente infeccioso pararia o Planeta.

Assim como Bill Gates, outro gênio – e agora do Brasil, o cantor e compositor Raul Seixas, vaticinou na música “O Dia em que a Terra parou”, uma imagem que parece cair como uma luva nos dias de hoje.

Na música, ele narra um sonho que teve, onde as pessoas ficariam confinadas em casa e já não se veriam trabalhadores indo ao trabalho, donas de casa indo comprar pão, igrejas esvaziadas, salas de aula sem a presença de alunos… tudo numa visão que a gente pode considerar profética e que, infelizmente, estamos todos vivendo.

O que vai resultar dessa provação, certamente, pode servir de lição para que as pessoas sejam menos individualistas. Mais sensíveis a prevenção de doenças e, quem sabe, consiga freiar a ganância do homem materialista, que só pensa no lucro e esquece a solidária forma de servir uns aos outros.