Assim como no baralho, as cartas não mentem jamais - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Assim como no baralho, as cartas não mentem jamais

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

27 de Abril de 2020

Encontraram uma garrafa com uma carta na beira de uma praia semi-deserta por conta da pandemia.

O teor dela:

“Planeta Terra, abril do ano da desgraça do corona

Quem tomar conhecimento dessa missiva, se cuide. Uma pandemia grassa na Terra; pouca gente notou que ela é a anunciada Terceira Guerra.

O inimigo é invisível. Ele nos forçou a um toque de recolher.

As fábricas, o comércio, as escolas e até as igrejas, NADA FUNCIONA. Nem o comércio ambulante.

Nossas casas foram transformadas em trincheiras.

A estratégia de guerra, não coube serem traçadas pelas forças militares, mas a médicos, paramédicos, enfermeiros – o verdadeiro exército da Salvação desse tempo

Pelas contas do noticiário, a guerra matou muitos. Velhos, jovens e até crianças.

Mas como todas as tragédias, essa nos  acordou para o exercício da solidariedade. Nossos corações multiplicaram ajuda as mais necessitadis,

Os que teimaram em sair de suas trincheiras, acabaram infectados. E inflacionando os números da morte.

Eram inúmeras as valas. Algumas lembravam o cenário dantesco da Alemanha nazista enterrando os corpos das vítimas do holocausto. E como na II GUERRA, haviam artistas como MARLENE DIETRICH que faziam apresentações ao vivo.

Eu tenho a impressão de que os que sobreviverem a essa pandemia serão novos homens e mulheres, dispostos a se integrarem às lutas contra todo tipo de mal; abnegando-se à prática do BEM.

O mundo, eu sinto, não sera o mesmo depois da Covid-19.

Mas para que isso aconteça, almejo que é preciso cada um tomar consciência de sua responsabilidade. É preciso deixar que o sol DO NOVO TEMPO, surja primeiro nos corações dos que madrugam a esperança do futuro. Um tempo que deva ser plural. De igualdade para todos. Onde não vai haver religiões dividindo as pessoas. Partidos, fomentando a intolerância.

TUDO vai depender dos que tiverem respeito à vida. A sua e a dos outros.

Assinado: uma vítima do coronavírus em alto mar (que sobreviveu)

Eu li e me lembrei de que, como no baralho, as cartas não mentem jamais!

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Assim como no baralho, as cartas não mentem jamais

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

27 de Abril de 2020

Encontraram uma garrafa com uma carta na beira de uma praia semi-deserta por conta da pandemia.

O teor dela:

“Planeta Terra, abril do ano da desgraça do corona

Quem tomar conhecimento dessa missiva, se cuide. Uma pandemia grassa na Terra; pouca gente notou que ela é a anunciada Terceira Guerra.

O inimigo é invisível. Ele nos forçou a um toque de recolher.

As fábricas, o comércio, as escolas e até as igrejas, NADA FUNCIONA. Nem o comércio ambulante.

Nossas casas foram transformadas em trincheiras.

A estratégia de guerra, não coube serem traçadas pelas forças militares, mas a médicos, paramédicos, enfermeiros – o verdadeiro exército da Salvação desse tempo

Pelas contas do noticiário, a guerra matou muitos. Velhos, jovens e até crianças.

Mas como todas as tragédias, essa nos  acordou para o exercício da solidariedade. Nossos corações multiplicaram ajuda as mais necessitadis,

Os que teimaram em sair de suas trincheiras, acabaram infectados. E inflacionando os números da morte.

Eram inúmeras as valas. Algumas lembravam o cenário dantesco da Alemanha nazista enterrando os corpos das vítimas do holocausto. E como na II GUERRA, haviam artistas como MARLENE DIETRICH que faziam apresentações ao vivo.

Eu tenho a impressão de que os que sobreviverem a essa pandemia serão novos homens e mulheres, dispostos a se integrarem às lutas contra todo tipo de mal; abnegando-se à prática do BEM.

O mundo, eu sinto, não sera o mesmo depois da Covid-19.

Mas para que isso aconteça, almejo que é preciso cada um tomar consciência de sua responsabilidade. É preciso deixar que o sol DO NOVO TEMPO, surja primeiro nos corações dos que madrugam a esperança do futuro. Um tempo que deva ser plural. De igualdade para todos. Onde não vai haver religiões dividindo as pessoas. Partidos, fomentando a intolerância.

TUDO vai depender dos que tiverem respeito à vida. A sua e a dos outros.

Assinado: uma vítima do coronavírus em alto mar (que sobreviveu)

Eu li e me lembrei de que, como no baralho, as cartas não mentem jamais!