Dia de finados, não; dia da saudade, sim - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Dia de finados, não; dia da saudade, sim

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

01 de novembro de 2019


O Dia de Finados movimenta uma legião de pessoas em direção aos cemitérios. É uma exemplar forma de prestar um preito de saudade aos que atravessaram a fronteira da vida.

Num mundo onde a Ciência já pesquisa os fenômenos de quase morte, falar em finados chega a ser algo contraditório. Tanto que religiosos, como o padre Marcelo Rosssi adotaram chamar o 2 de novembro como o dia da Saudade.

Saudade de afeições queridas que nos deixaram, após conviverem experiências memoráveis da Vida e que estiveram ligadas a nós através dos fios invisíveis do nosso coração.

Morrer, para muitas doutrinas, não significa o fim de tudo. Nem o berço seria o começo, nem o túmulo o final da vida. Se o Cristianismo diz que vamos habitar o céu ou outras regiões de acordo com a nossa condição moral, significa que nossa essência (a alma) está viva de alguma forma. Voltamos à dimensão espiritual, onde segundo os luminares maiores do cristianismo, budismo e outras denominações religiosas, significa que vamos viver no reino dos céus.

Nele, habitam os que se antecederam na viagem e que vivenciaram o bem, o amor ao próximo. É através do pensamento e da oração, que a eles nos ligamos e sentimos as suas vibrações de amor e de saudade.

Por isso, o 2 de novembro deve ser reconhecido como o dia da saudade. E, nele, devem se converter os pensamentos de gratidão pelos que já ultrapassaram a barreira do fenômeno chamado morte.

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Dia de finados, não; dia da saudade, sim

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

01 de novembro de 2019


O Dia de Finados movimenta uma legião de pessoas em direção aos cemitérios. É uma exemplar forma de prestar um preito de saudade aos que atravessaram a fronteira da vida.

Num mundo onde a Ciência já pesquisa os fenômenos de quase morte, falar em finados chega a ser algo contraditório. Tanto que religiosos, como o padre Marcelo Rosssi adotaram chamar o 2 de novembro como o dia da Saudade.

Saudade de afeições queridas que nos deixaram, após conviverem experiências memoráveis da Vida e que estiveram ligadas a nós através dos fios invisíveis do nosso coração.

Morrer, para muitas doutrinas, não significa o fim de tudo. Nem o berço seria o começo, nem o túmulo o final da vida. Se o Cristianismo diz que vamos habitar o céu ou outras regiões de acordo com a nossa condição moral, significa que nossa essência (a alma) está viva de alguma forma. Voltamos à dimensão espiritual, onde segundo os luminares maiores do cristianismo, budismo e outras denominações religiosas, significa que vamos viver no reino dos céus.

Nele, habitam os que se antecederam na viagem e que vivenciaram o bem, o amor ao próximo. É através do pensamento e da oração, que a eles nos ligamos e sentimos as suas vibrações de amor e de saudade.

Por isso, o 2 de novembro deve ser reconhecido como o dia da saudade. E, nele, devem se converter os pensamentos de gratidão pelos que já ultrapassaram a barreira do fenômeno chamado morte.