Do ladrão de galinhas do Cariri aos ladrões cariocas que depenaram os cofres públicos - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Do ladrão de galinhas do Cariri aos ladrões cariocas que depenaram os cofres públicos

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

04 de setembro de 2019

E a gente pensava que a expressão “ladrão de galinha” fosse coisa do passado. Que estivesse em desuso no Brasil. É que essa categoria de ladrão teria sido extinta com a chegada de políticos e grandes empresários no submundo do crime.

Porque, quem iria se ocupar, hoje em roubar algumas “penosas”, diante dos exemplos fartos de prisões de pessoas que preferem levar caixas eletrônicos ou limpar os cofres públicos.

Ladrão de galinha, então, seria coisa do passado. Mas qual o quê: aqui mesmo no Ceará ainda existe esse tipo de crime, como o ocorrido segunda feira em Juazeiro do Norte.

Um homem furtou seis galinhas e mobilizou a Guarda Civil Metropolitana da terra do Padre Cícero. (OT) Fico pensando no nome de uma operação desse tipo: Operação Penosa? Chicken Chicken? – já que adoram nomes estrangeiros.

Infelizmente, o roubo não mereceu uma denominação como tantas que ocorrem neste País.

As aves foram furtadas de um depósito de reciclagem no bairro Salesiano e o proprietário denunciou o caso.

À semelhança de sherlocks de chiqueiro, a guarda conseguiu apreender cinco das seis galinhas que foram levadas para a cadeia junto com o ladrão.

No mesmo dia, distante da meca do Cariri, na meca do carioca, dois ex-governadores do Rio voltaram a prisão, por terem depenado os cofres da governança do Estado. Hoje, já foram soltos.

Diferente do ladrão de galinha que continua no xadrêz e, também, o patrimônio do seu furto: galinhas que estão no aguardo de um “aves corpus” para que ela voltem a ciscar livremente, outra vez.

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Do ladrão de galinhas do Cariri aos ladrões cariocas que depenaram os cofres públicos

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

04 de setembro de 2019

E a gente pensava que a expressão “ladrão de galinha” fosse coisa do passado. Que estivesse em desuso no Brasil. É que essa categoria de ladrão teria sido extinta com a chegada de políticos e grandes empresários no submundo do crime.

Porque, quem iria se ocupar, hoje em roubar algumas “penosas”, diante dos exemplos fartos de prisões de pessoas que preferem levar caixas eletrônicos ou limpar os cofres públicos.

Ladrão de galinha, então, seria coisa do passado. Mas qual o quê: aqui mesmo no Ceará ainda existe esse tipo de crime, como o ocorrido segunda feira em Juazeiro do Norte.

Um homem furtou seis galinhas e mobilizou a Guarda Civil Metropolitana da terra do Padre Cícero. (OT) Fico pensando no nome de uma operação desse tipo: Operação Penosa? Chicken Chicken? – já que adoram nomes estrangeiros.

Infelizmente, o roubo não mereceu uma denominação como tantas que ocorrem neste País.

As aves foram furtadas de um depósito de reciclagem no bairro Salesiano e o proprietário denunciou o caso.

À semelhança de sherlocks de chiqueiro, a guarda conseguiu apreender cinco das seis galinhas que foram levadas para a cadeia junto com o ladrão.

No mesmo dia, distante da meca do Cariri, na meca do carioca, dois ex-governadores do Rio voltaram a prisão, por terem depenado os cofres da governança do Estado. Hoje, já foram soltos.

Diferente do ladrão de galinha que continua no xadrêz e, também, o patrimônio do seu furto: galinhas que estão no aguardo de um “aves corpus” para que ela voltem a ciscar livremente, outra vez.