Fome de amor; fome de Deus - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Fome de amor; fome de Deus

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

25 de dezembro de 2018

Eu gostaria de falar hoje, sobre o 25 de dezembro, sob um ponto de vista pouco discutido: o do conhecimento de cada um de nós.

Quando a semente do amor lançada em nosso coração pelos ensinos do mestre ascensionado Jesus, desenvolver em cada um a consciência do que realmente somos, haveremos de compreender melhor a mensagem deste 25 de dezembro.

Não é apenas a data do surgimento da figura mais perfeita que já esteve entre os homens; mas a consciência de que ela representa, também, um renascimento espiritual de cada ser em missão terrena.

Em outros tempos, o 25 de dezembro representava a chance de se agradecer ao Alto, os frutos da boa colheita. O bom relacionamento entre as pessoas. A convivência harmoniosa em família. O gesto de ajuda aos necessitados e a gratidão às forças inspiradoras pelo que somos.
O calendário cristão, a partir do ano 350, via papa Júlio Primeiro, determinou que o nascimento de Jesus seria celebrado nesta data, introjetando-o como a figura de proa desse processo de elevação.

O dia de hoje tem a importância de lembrar que, não estamos aqui no Planeta apenas para atender às regras de sobrevivência do corpo. Não viemos apenas cumprir um roteiro de nascer, viver e morrer, como se fossemos meros marionetes no jogo da vida. Temos ligações com essas particularidades sim; mas a nossa presença na Terra é uma oportuna chance de edificar em nós, as bases do crescimento da nossa alma.

O nosso eu interior, seja lá que nome você der, precisa se alimentar de conhecimentos. Evoluir. Seguir um processo de evolução que passa pelo exemplo do Cristo. Ele é o modelo desejado por Deus para cada um de nós.

Por isso, falava ser ele o caminho – o exemplo a seguir. Por isso ele externava a Verdade – pelo conjunto de suas ideias transformadoras e revolucionárias. E a própria Vida, porque aquele que chega à consciência crística, aquele que faz o que ele ensinou, está não apenas destinado ao céu no futuro; mas edificando na Terra o paraíso que tanto desejamos.

Que a calma e a tranquilidade deste 25 de dezembro, possam climatizar em nossos corações todas essas verdades. E aí sim, saberemos dar consistência ao milagre dos natais. Que se repetem a cada fim de ano para nos lembrar que, apesar do joio a que sociedade humana tem produzido pelos atos de violência e dor, ainda há tempo para mudanças. Que já existe trigo no coração de muitos. O trigo do amor. Da bondade. Do bem. Falta apenas que ele seja colhido para alimentar a alma daqueles que têm fome de amor. Fome de Deus. E não percebem isso.

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Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

25 de dezembro de 2018

Eu gostaria de falar hoje, sobre o 25 de dezembro, sob um ponto de vista pouco discutido: o do conhecimento de cada um de nós.

Quando a semente do amor lançada em nosso coração pelos ensinos do mestre ascensionado Jesus, desenvolver em cada um a consciência do que realmente somos, haveremos de compreender melhor a mensagem deste 25 de dezembro.

Não é apenas a data do surgimento da figura mais perfeita que já esteve entre os homens; mas a consciência de que ela representa, também, um renascimento espiritual de cada ser em missão terrena.

Em outros tempos, o 25 de dezembro representava a chance de se agradecer ao Alto, os frutos da boa colheita. O bom relacionamento entre as pessoas. A convivência harmoniosa em família. O gesto de ajuda aos necessitados e a gratidão às forças inspiradoras pelo que somos.
O calendário cristão, a partir do ano 350, via papa Júlio Primeiro, determinou que o nascimento de Jesus seria celebrado nesta data, introjetando-o como a figura de proa desse processo de elevação.

O dia de hoje tem a importância de lembrar que, não estamos aqui no Planeta apenas para atender às regras de sobrevivência do corpo. Não viemos apenas cumprir um roteiro de nascer, viver e morrer, como se fossemos meros marionetes no jogo da vida. Temos ligações com essas particularidades sim; mas a nossa presença na Terra é uma oportuna chance de edificar em nós, as bases do crescimento da nossa alma.

O nosso eu interior, seja lá que nome você der, precisa se alimentar de conhecimentos. Evoluir. Seguir um processo de evolução que passa pelo exemplo do Cristo. Ele é o modelo desejado por Deus para cada um de nós.

Por isso, falava ser ele o caminho – o exemplo a seguir. Por isso ele externava a Verdade – pelo conjunto de suas ideias transformadoras e revolucionárias. E a própria Vida, porque aquele que chega à consciência crística, aquele que faz o que ele ensinou, está não apenas destinado ao céu no futuro; mas edificando na Terra o paraíso que tanto desejamos.

Que a calma e a tranquilidade deste 25 de dezembro, possam climatizar em nossos corações todas essas verdades. E aí sim, saberemos dar consistência ao milagre dos natais. Que se repetem a cada fim de ano para nos lembrar que, apesar do joio a que sociedade humana tem produzido pelos atos de violência e dor, ainda há tempo para mudanças. Que já existe trigo no coração de muitos. O trigo do amor. Da bondade. Do bem. Falta apenas que ele seja colhido para alimentar a alma daqueles que têm fome de amor. Fome de Deus. E não percebem isso.