Fortaleza discute princípios do que vem a ser uma cidade educadora - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Fortaleza discute princípios do que vem a ser uma cidade educadora

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, COMPORTAMENTO

07 de novembro de 2016

cidadefortaleza

Um encontro discute hoje em Fortaleza, os princípios do que seja uma cidade educadora. Aquela que contemple o ideal de bom relacionamento entre as pessoas e busque valorizar as boas ideias. Uma cidade modelo, exemplar.

Você há de dizer que isso mais parece utopia, sonho. Que não existe uma cidade ideal. Evidente que não; mas a tentativa de discutir esse tema entre os habitantes já é um bom sinal. Um avanço. Toda caminhada sempre começa do primeiro passo. E Fortaleza se alia às demais cidades onde o projeto de cidade melhor vem sendo discutido. Alguns devem achar que a responsabilidade de se ter uma cidade assim, deva ser apenas dos gestores. Não, na verdade, a população tem muito a ver com isso.

Quando o cidadão comum se relaciona bem com seus vizinhos. Quando você trata os moradores da sua rua, do prédio onde mora ou no trabalho, não apenas como mais uma pessoa qualquer, mas um integrante nesse processo de se melhorar o mundo, o ideal de concidadania se reflete. Quando você não discute o pensar e o viver do outro, por achar que não combina com o seu, você está dando chances a que as pessoas tenham a liberdade de expressão própria. Os problemas de violência são gerados a partir dessas visões de intolerância seja em relação a credo, cor ou visão sócio-econômica.

No exercício do fazer cidadania, os órgãos públicos operam com qualidade – ou a busca dela. As autoridades agem com justeza. Todos se permitem a vivenciar um espaço onde a gentileza seja a marca predominante. Gentileza gera gentileza. Seja no ônibus; na fila do banco; na porta da igreja ou em qualquer parte. Quem deseja o melhor para a sua vida, faz por onde merecer uma cidade educada e que sirva de modelo para que outras se empenhem em cada vez melhorar a convivência de todos. Se não há cidades educadoras, há alguns bairros que estão lançando as sementes para a colheita desses frutos. O que você tem feito no seu bairro, na sua escola, no seu emprego para que isso aconteça?

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Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, COMPORTAMENTO

07 de novembro de 2016

cidadefortaleza

Um encontro discute hoje em Fortaleza, os princípios do que seja uma cidade educadora. Aquela que contemple o ideal de bom relacionamento entre as pessoas e busque valorizar as boas ideias. Uma cidade modelo, exemplar.

Você há de dizer que isso mais parece utopia, sonho. Que não existe uma cidade ideal. Evidente que não; mas a tentativa de discutir esse tema entre os habitantes já é um bom sinal. Um avanço. Toda caminhada sempre começa do primeiro passo. E Fortaleza se alia às demais cidades onde o projeto de cidade melhor vem sendo discutido. Alguns devem achar que a responsabilidade de se ter uma cidade assim, deva ser apenas dos gestores. Não, na verdade, a população tem muito a ver com isso.

Quando o cidadão comum se relaciona bem com seus vizinhos. Quando você trata os moradores da sua rua, do prédio onde mora ou no trabalho, não apenas como mais uma pessoa qualquer, mas um integrante nesse processo de se melhorar o mundo, o ideal de concidadania se reflete. Quando você não discute o pensar e o viver do outro, por achar que não combina com o seu, você está dando chances a que as pessoas tenham a liberdade de expressão própria. Os problemas de violência são gerados a partir dessas visões de intolerância seja em relação a credo, cor ou visão sócio-econômica.

No exercício do fazer cidadania, os órgãos públicos operam com qualidade – ou a busca dela. As autoridades agem com justeza. Todos se permitem a vivenciar um espaço onde a gentileza seja a marca predominante. Gentileza gera gentileza. Seja no ônibus; na fila do banco; na porta da igreja ou em qualquer parte. Quem deseja o melhor para a sua vida, faz por onde merecer uma cidade educada e que sirva de modelo para que outras se empenhem em cada vez melhorar a convivência de todos. Se não há cidades educadoras, há alguns bairros que estão lançando as sementes para a colheita desses frutos. O que você tem feito no seu bairro, na sua escola, no seu emprego para que isso aconteça?