A hidra dos nossos dias - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

A hidra dos nossos dias

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

09 de outubro de 2019

O tráfico de drogas se assemelha a um monstro que destrói jovens e atormenta famílias e governo. O seu combate no Ceará parece ganhar protagonismo absoluto, depois da onda criminosa que incendiou literalmente o Estado.

A Polícia atacou hoje focos dessa atividade criminosa na Babilônia, destinada a frear o impulso do tráfico na região.

É da venda de drogas e suas consequências que temos o aumento da violência. Os roubos, assaltos e as mortes são orientadas por mentes doentias que controlam jovens adictos do crack e da cocaína.

Por isso, consideramos por demais correta a decisão de agir contra o monstro do tráfico. Se possível não apenas detendo os pequenos atores que agem nesse cenário criminoso, mas chegando aos cabeças que comandam as organizações criminosas.

Mas é preciso lembrar que, a exemplo daquele monstro da lenda grega chamado Hidra – que tinha corpo de dragão e várias cabeças de serpente -, toda vez que se cortava uma cabeça, cresciam duas em seu lugar. Com o tráfico, isso parece acontecer. Sempre que se combate um foco, surgem outros, ampliando os tentáculos do mal principalmente sobre jovens.

Por isso, é necessário esse combate ser um trabalho incessante. Árduo. Intenso. Combativo, sempre.

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Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

09 de outubro de 2019

O tráfico de drogas se assemelha a um monstro que destrói jovens e atormenta famílias e governo. O seu combate no Ceará parece ganhar protagonismo absoluto, depois da onda criminosa que incendiou literalmente o Estado.

A Polícia atacou hoje focos dessa atividade criminosa na Babilônia, destinada a frear o impulso do tráfico na região.

É da venda de drogas e suas consequências que temos o aumento da violência. Os roubos, assaltos e as mortes são orientadas por mentes doentias que controlam jovens adictos do crack e da cocaína.

Por isso, consideramos por demais correta a decisão de agir contra o monstro do tráfico. Se possível não apenas detendo os pequenos atores que agem nesse cenário criminoso, mas chegando aos cabeças que comandam as organizações criminosas.

Mas é preciso lembrar que, a exemplo daquele monstro da lenda grega chamado Hidra – que tinha corpo de dragão e várias cabeças de serpente -, toda vez que se cortava uma cabeça, cresciam duas em seu lugar. Com o tráfico, isso parece acontecer. Sempre que se combate um foco, surgem outros, ampliando os tentáculos do mal principalmente sobre jovens.

Por isso, é necessário esse combate ser um trabalho incessante. Árduo. Intenso. Combativo, sempre.