O cáctus e a lagarta - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

O cáctus e a lagarta

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

10 de Março de 2020

Você é uma daquelas pessoas que, na hora H, quando é mais preciso controle, você perde a paciência? Então, calma! A paciência é a ciência da paz.

Deixa eu lhe contar uma historinha que se aplica a isso:

Um homem viajou vários quilômetros até a uma aldeia onde morava um sábio mestre. Fora lá, tocado pela dúvida de que Deus se equivocara em lhe atender uma rogativa.

O mestre foi prudente e disse: – Deus não erra, meu filho! O que foi que aconteceu?

O viajante explicou que, durante muitos dias, rezara ao Senhor fazendo dois pedidos: que lhe enviasse uma flor e uma borboleta. Era um presente simples que gostaria de ganhar dos céus.

Um dia, uma pessoa pediu para pernoitar em sua casa e, dia seguinte, como prova de gratidão pela hospitalidade, lhe deixara um cactus feioso e uma horrível lagarta.

“Ele garantia ser homem do Senhor e que apenas cumpria os designos de Deus”.

Ao ouvir aquilo, o sábio sorriu e chegou a essa conclusão:

“Paciência é o que deseja Deus exercitar em seu servo, premiando-lhe dessa forma. Volte para casa e verá que do bruto cáctus há de ter surgido a mais linda flor que a Terra já viu. E a horrível lagarta já se transmutou na mais linda borboleta já vista”.

Ao retornar a casa, o viajante confirmou tudo isso e concluiu que para tudo o que se deseja ter e ser, Deus só nos pede um pouco de paciência.

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O cáctus e a lagarta

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

10 de Março de 2020

Você é uma daquelas pessoas que, na hora H, quando é mais preciso controle, você perde a paciência? Então, calma! A paciência é a ciência da paz.

Deixa eu lhe contar uma historinha que se aplica a isso:

Um homem viajou vários quilômetros até a uma aldeia onde morava um sábio mestre. Fora lá, tocado pela dúvida de que Deus se equivocara em lhe atender uma rogativa.

O mestre foi prudente e disse: – Deus não erra, meu filho! O que foi que aconteceu?

O viajante explicou que, durante muitos dias, rezara ao Senhor fazendo dois pedidos: que lhe enviasse uma flor e uma borboleta. Era um presente simples que gostaria de ganhar dos céus.

Um dia, uma pessoa pediu para pernoitar em sua casa e, dia seguinte, como prova de gratidão pela hospitalidade, lhe deixara um cactus feioso e uma horrível lagarta.

“Ele garantia ser homem do Senhor e que apenas cumpria os designos de Deus”.

Ao ouvir aquilo, o sábio sorriu e chegou a essa conclusão:

“Paciência é o que deseja Deus exercitar em seu servo, premiando-lhe dessa forma. Volte para casa e verá que do bruto cáctus há de ter surgido a mais linda flor que a Terra já viu. E a horrível lagarta já se transmutou na mais linda borboleta já vista”.

Ao retornar a casa, o viajante confirmou tudo isso e concluiu que para tudo o que se deseja ter e ser, Deus só nos pede um pouco de paciência.