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Furto ao Banco Central: o crime não como pensas - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Furto ao Banco Central: o crime não como pensas

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

13 de Março de 2017

Decisão da Justiça não se questiona; tem que ser cumprida. Mas, por mais que alguém se atenha a essa regra não consegue ficar calado ao comentar algumas ações da Justiça que surpreendem. Surpreendem e muito.

Como entender o benefício concedido a quem comete um crime que surpreendeu o mundo e, mesmo que condenados a décadas de prisão, seus autores ganhem a extinção das penas? Estamos falando do furto ao Banco Central de Fortaleza em 2005. Acontece o seguinte: o Tribunal Regional Federal, da quinta região, sediado em Recife, extinguiu a pena por lavagem de dinheiro. Nada mais nada menos que 14 condenados estão de certa formam, juridicamente perdoados, o que já tinha sido feito em relação a Antonio Jussivan Alves dos Santos, o Alemão, considerado o cabeça do furto ocorrido em 2005. Esse Alemão foi sentenciado a 80 anos de prisão, mas já teve a pena comutada, isto é, mudada.

Sem querer entrar no mérito da discussão jurídica, diante de decisões como essa, o cidadão comum, desses que frequentam as rodas de conversa da praça do Ferreira, devem considerar que a Justiça tarda – e falha, quando age em favor de condenados -, além de quebrar uma outra regra que aprendemos desde criança. A de que o crime não compensa. Por decisões como essa, a impressão que se tem é de que a coisa compensa. Ou será melhor dizer: o crime não como pensas.

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Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

13 de Março de 2017

Decisão da Justiça não se questiona; tem que ser cumprida. Mas, por mais que alguém se atenha a essa regra não consegue ficar calado ao comentar algumas ações da Justiça que surpreendem. Surpreendem e muito.

Como entender o benefício concedido a quem comete um crime que surpreendeu o mundo e, mesmo que condenados a décadas de prisão, seus autores ganhem a extinção das penas? Estamos falando do furto ao Banco Central de Fortaleza em 2005. Acontece o seguinte: o Tribunal Regional Federal, da quinta região, sediado em Recife, extinguiu a pena por lavagem de dinheiro. Nada mais nada menos que 14 condenados estão de certa formam, juridicamente perdoados, o que já tinha sido feito em relação a Antonio Jussivan Alves dos Santos, o Alemão, considerado o cabeça do furto ocorrido em 2005. Esse Alemão foi sentenciado a 80 anos de prisão, mas já teve a pena comutada, isto é, mudada.

Sem querer entrar no mérito da discussão jurídica, diante de decisões como essa, o cidadão comum, desses que frequentam as rodas de conversa da praça do Ferreira, devem considerar que a Justiça tarda – e falha, quando age em favor de condenados -, além de quebrar uma outra regra que aprendemos desde criança. A de que o crime não compensa. Por decisões como essa, a impressão que se tem é de que a coisa compensa. Ou será melhor dizer: o crime não como pensas.