Do homo sapiens ao homo deus - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Do homo sapiens ao homo deus

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

19 de setembro de 2019

A humanidade, lembra o autor israelense Yuval Noah Harari, em ‘Homo Deus’, sempre conviveu com três grandes flagelos: a peste, a fome e as guerras. Sempre tivemos doenças, amargamos situações difíceis de pobreza e miséria e, claro, se as guerras hoje diminuíram, mas a violência se pulverizou em ações criminosas que rondam o nosso quarteirão. Esse, o salto quântico do ‘homo sapiens’ aos dias atuais do ‘homo deus’.

Mas, apesar desse quadro apocalíptico, o mundo mudou muito. Melhorou, embora alguém possa dizer o contrário.

Avançamos no combate a doenças terríveis como a tuberculose, a hanseaníse e até o câncer já não é visto como a doença que não se conseguia dizer o nome.

A engenharia genética tem permitido ampliar a estimativa de vida. Se há 60 anos era comum viver-se só até 50, 60 anos – o quadro atual mostra que é possível se atingir 90 anos com possibilidade de vida saudável – dado às descobertas da Medicina.

No passado, as religiões orientavam as pessoas a fazerem o bem para ganhar o paraíso e evitar arder no fogo do inferno – como se pensava. Hoje, a visão humanista é de que precisamos alcançar a vida melhor AQUI NA TERRA.

O mundo muda. A vida melhora. Se ainda existe a dor, o sofrimento – é que almas distanciadas desse novo tempo, não avançaram. Não progrediram. E ainda vivem se enlameando no charco da desgraça, movidas por sentimentos pessimistas de ódio e de vingança.

Quem assim ainda vive são aqueles capazes de ainda conviver com os flagelos íntimos da peste, da fome e das suas guerras particulares.

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Do homo sapiens ao homo deus

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

19 de setembro de 2019

A humanidade, lembra o autor israelense Yuval Noah Harari, em ‘Homo Deus’, sempre conviveu com três grandes flagelos: a peste, a fome e as guerras. Sempre tivemos doenças, amargamos situações difíceis de pobreza e miséria e, claro, se as guerras hoje diminuíram, mas a violência se pulverizou em ações criminosas que rondam o nosso quarteirão. Esse, o salto quântico do ‘homo sapiens’ aos dias atuais do ‘homo deus’.

Mas, apesar desse quadro apocalíptico, o mundo mudou muito. Melhorou, embora alguém possa dizer o contrário.

Avançamos no combate a doenças terríveis como a tuberculose, a hanseaníse e até o câncer já não é visto como a doença que não se conseguia dizer o nome.

A engenharia genética tem permitido ampliar a estimativa de vida. Se há 60 anos era comum viver-se só até 50, 60 anos – o quadro atual mostra que é possível se atingir 90 anos com possibilidade de vida saudável – dado às descobertas da Medicina.

No passado, as religiões orientavam as pessoas a fazerem o bem para ganhar o paraíso e evitar arder no fogo do inferno – como se pensava. Hoje, a visão humanista é de que precisamos alcançar a vida melhor AQUI NA TERRA.

O mundo muda. A vida melhora. Se ainda existe a dor, o sofrimento – é que almas distanciadas desse novo tempo, não avançaram. Não progrediram. E ainda vivem se enlameando no charco da desgraça, movidas por sentimentos pessimistas de ódio e de vingança.

Quem assim ainda vive são aqueles capazes de ainda conviver com os flagelos íntimos da peste, da fome e das suas guerras particulares.