Quando a sexta vira verbo e muda a vida - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Quando a sexta vira verbo e muda a vida

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

08 de novembro de 2019

Sexta feira tem sido o dia da semana mais desejado, segundo se pode avaliar pela manifestação das pessoas que trabalham e anseiam pela chegada como porta do fim de semana para descanso. A sexta é tão fascinante para alguns que virou verbo. “Sextou”, dizem com um enorme sorriso, quem vive no batente e não vê a hora de parar com o cansaço.

Mas sexta feira, também, é um dia da semana que gera riscos e medos. É quando muitos – por não levarem em conta a responsabilidade individual – mergulham de corpo – eu diria no copo – nas celebrações e, muitas vezes, ao invés de descanso, cansam. Ao invés de viverem, morrem.

Por isso, é sempre bom lembrar que somos mais importantes que um dia qualquer. Que devemos nos ater ao controle de nossos atos. Não é o calendário que deve nos influenciar sobre a maneira de vivermos.

Que haja alegria, sim; que haja diversão, sim. Mas tudo devidamente controlado, para não sair dos limites e acabar transformando-nos num número trágico das vítimas de fim de semana.

Sextar é bom; melhor ainda é continuar vivendo para sextarmos muitas vezes mais.

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Quando a sexta vira verbo e muda a vida

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

08 de novembro de 2019

Sexta feira tem sido o dia da semana mais desejado, segundo se pode avaliar pela manifestação das pessoas que trabalham e anseiam pela chegada como porta do fim de semana para descanso. A sexta é tão fascinante para alguns que virou verbo. “Sextou”, dizem com um enorme sorriso, quem vive no batente e não vê a hora de parar com o cansaço.

Mas sexta feira, também, é um dia da semana que gera riscos e medos. É quando muitos – por não levarem em conta a responsabilidade individual – mergulham de corpo – eu diria no copo – nas celebrações e, muitas vezes, ao invés de descanso, cansam. Ao invés de viverem, morrem.

Por isso, é sempre bom lembrar que somos mais importantes que um dia qualquer. Que devemos nos ater ao controle de nossos atos. Não é o calendário que deve nos influenciar sobre a maneira de vivermos.

Que haja alegria, sim; que haja diversão, sim. Mas tudo devidamente controlado, para não sair dos limites e acabar transformando-nos num número trágico das vítimas de fim de semana.

Sextar é bom; melhor ainda é continuar vivendo para sextarmos muitas vezes mais.