A sexta feira, 13 do coronavírus - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

A sexta feira, 13 do coronavírus

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

13 de Março de 2020

Em outros tempos, a sexta 13 era sinal de mau agouro. Superstição que os tempos modernos já afastaram. O mundo evoluiu; muito embora isso não queira dizer que não tenha ainda quem evite passar debaixo de uma escada, levantar-se com o pé direito, bater 3 vezes na madeira diante de qualquer superstição que evoque as mais antigas tradições.

Nesta sexta 13, o que predomina é o receio com essa pandemia do coronavírus que já afeta a rotina de muita gente. Asilos de mendicidade, como o Lar Torres de Melo, cancelou visitas de pessoas aos internos, porque os idosos são os mais sensíveis à expansão do vírus.

Fiéis de várias doutrinas estão se cercando de cuidados, como evitar os cumprimentos no final da missa. Algumas religiões, como a dos Mórmons, chegaram a cancelar os eventos – a partir de orientação da matriz nos EUA.

Viajar para o exterior, só se for doido. Por isso, agências de viagens estão refazendo os compromissos agendados para os próximos meses. Não é o medo que leva a tais circunstâncias; mas uma atitude pensada e repensada de que é preciso se prevenir.

Enquanto o coronavírus faz a gente repensar em atitudes assim, é preciso lembrar que outros bichos mais assustadores nos rondam como o sarampo – e hoje termina a vacinação para a faixa etária de 5 a 19 anos -, além de outras mazelas que nos cercam, convidando-nos a sermos mais cuidadosos. A vida pede. A vida exige.

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A sexta feira, 13 do coronavírus

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

13 de Março de 2020

Em outros tempos, a sexta 13 era sinal de mau agouro. Superstição que os tempos modernos já afastaram. O mundo evoluiu; muito embora isso não queira dizer que não tenha ainda quem evite passar debaixo de uma escada, levantar-se com o pé direito, bater 3 vezes na madeira diante de qualquer superstição que evoque as mais antigas tradições.

Nesta sexta 13, o que predomina é o receio com essa pandemia do coronavírus que já afeta a rotina de muita gente. Asilos de mendicidade, como o Lar Torres de Melo, cancelou visitas de pessoas aos internos, porque os idosos são os mais sensíveis à expansão do vírus.

Fiéis de várias doutrinas estão se cercando de cuidados, como evitar os cumprimentos no final da missa. Algumas religiões, como a dos Mórmons, chegaram a cancelar os eventos – a partir de orientação da matriz nos EUA.

Viajar para o exterior, só se for doido. Por isso, agências de viagens estão refazendo os compromissos agendados para os próximos meses. Não é o medo que leva a tais circunstâncias; mas uma atitude pensada e repensada de que é preciso se prevenir.

Enquanto o coronavírus faz a gente repensar em atitudes assim, é preciso lembrar que outros bichos mais assustadores nos rondam como o sarampo – e hoje termina a vacinação para a faixa etária de 5 a 19 anos -, além de outras mazelas que nos cercam, convidando-nos a sermos mais cuidadosos. A vida pede. A vida exige.