Um SUSto no agressor de mulher - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Um SUSto no agressor de mulher

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

18 de setembro de 2019

O Brasil é um país que precisa ser colocado num divã. Para ser analisado. Em todo canto, idoso merece respeito por uma questão natural; aqui, foi preciso criar um estatuto para definir as regras de trato com a terceira idade.

Em relação à violência doméstica, a própria consciência indica que ela é um ato errôneo, criminoso. Mas no Brasil foi preciso que alguém sofresse na carne a tormenta desse crime para surgir a Lei Maria da Penha.

E bastaria ela, caso houvesse respeito às leis para que os agressores retivessem o braço ou qualquer intenção de bater numa mulher. Mas não; no Brasil, é preciso atingir a forma mais sensível de nos educar: o bolso.

Agora, os agressores de vítimas de violência doméstica serão obrigados a pagar o tratamento dessas mulheres ao Sistema Público de Saúde (SUS).

Com o intuito de reforçar a Lei Maria da Penha, o projeto não deixa brechas para que o agressor saia ileso das consequências de seus atos.

Portanto, independente do ataque ser psicológico, emocional ou físico, o autor será obrigado a arcar com todas as despesas.

Nada disso era preciso, caso o bom senso, a razão e a lógica fossem imperativos do comando cerebral das pessoas. Mas ainda somos reticentes a aprender com o amor ao invés do que dizia Franscisco de Assis: a dor é irmã aliada para educar os que ignoram o sentimento maior da Vida.

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Um SUSto no agressor de mulher

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

18 de setembro de 2019

O Brasil é um país que precisa ser colocado num divã. Para ser analisado. Em todo canto, idoso merece respeito por uma questão natural; aqui, foi preciso criar um estatuto para definir as regras de trato com a terceira idade.

Em relação à violência doméstica, a própria consciência indica que ela é um ato errôneo, criminoso. Mas no Brasil foi preciso que alguém sofresse na carne a tormenta desse crime para surgir a Lei Maria da Penha.

E bastaria ela, caso houvesse respeito às leis para que os agressores retivessem o braço ou qualquer intenção de bater numa mulher. Mas não; no Brasil, é preciso atingir a forma mais sensível de nos educar: o bolso.

Agora, os agressores de vítimas de violência doméstica serão obrigados a pagar o tratamento dessas mulheres ao Sistema Público de Saúde (SUS).

Com o intuito de reforçar a Lei Maria da Penha, o projeto não deixa brechas para que o agressor saia ileso das consequências de seus atos.

Portanto, independente do ataque ser psicológico, emocional ou físico, o autor será obrigado a arcar com todas as despesas.

Nada disso era preciso, caso o bom senso, a razão e a lógica fossem imperativos do comando cerebral das pessoas. Mas ainda somos reticentes a aprender com o amor ao invés do que dizia Franscisco de Assis: a dor é irmã aliada para educar os que ignoram o sentimento maior da Vida.