Viagem de volta a mim mesmo - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Viagem de volta a mim mesmo

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

12 de junho de 2017

De Berlim/Alemanha

A viagem que fiz a Koln foi de reencontro. De um passado que tenho comigo e só eu acredito tenha vivido, com a firmeza de quem não guarda nenhum medo de assim afirma-lo.

Antes de eu conhecer qualquer escola filosófica ou braço religioso que expresse algo relacionado a isso, eu tinha comigo essa certeza. Portanto não devo isso a nenhum conhecimento externo.

Vir até aqui e sentir – não na pele, mas nos escaninhos da alma toda essa vibração mágica – , é algo que me substancia a fé. Por isso, a viagem é uma especie de ‘caminho de Santiago’, que faz a minha essência mais íntima, tão acostumada a ver e ler impressões que essa atual existência me provém.

Para entender esse sentimento que me ronda a alma, só a mim me basta. Só eu consigo discernir e, incrível, não se tem palavras. So vindo, vendo e vivendo é que consigo entender o que se diz do “deja vu”.

Não preciso da crença de ninguém para confirmar o que foi e é. A minha certeza não demanda de provas para nenhuma outra pessoa. Eu me basto com a minha certeza. Eu fui. Eu sou. Eu estive aqui, onde hoje estou. Há sinais disso dentro de mim, que me levaram às lagrimas diante da beleza magnifica da catedral da cidade.

Outros pontos tão familiares aos meus olhos me fazem crer nisso. E a gente se vê pelos olhos da alma. O veiculo corporal é apenas a vestimenta que me acolhe.

Eu sei o que digo. Essa não é uma viagem lisergica, nem o efeito de nenhuma alteração mental minha. O conjunto de conhecimento desse sentimento que a humanidade consagra, dá para se deixar de lado o veneno do precobceito e intolerância religiosas e buscar informar-se.

Foram precisos 50 anos para chegar aqui e saber que o sonho era realidade.

Itzack Albrecht não foi miragem de uma noite. Nem espectro de um sonho. Ele ainda sobrevive. Em minha memória akashica.

Berlim, 10 de Junho de 2017.
8:10.

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Viagem de volta a mim mesmo

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

12 de junho de 2017

De Berlim/Alemanha

A viagem que fiz a Koln foi de reencontro. De um passado que tenho comigo e só eu acredito tenha vivido, com a firmeza de quem não guarda nenhum medo de assim afirma-lo.

Antes de eu conhecer qualquer escola filosófica ou braço religioso que expresse algo relacionado a isso, eu tinha comigo essa certeza. Portanto não devo isso a nenhum conhecimento externo.

Vir até aqui e sentir – não na pele, mas nos escaninhos da alma toda essa vibração mágica – , é algo que me substancia a fé. Por isso, a viagem é uma especie de ‘caminho de Santiago’, que faz a minha essência mais íntima, tão acostumada a ver e ler impressões que essa atual existência me provém.

Para entender esse sentimento que me ronda a alma, só a mim me basta. Só eu consigo discernir e, incrível, não se tem palavras. So vindo, vendo e vivendo é que consigo entender o que se diz do “deja vu”.

Não preciso da crença de ninguém para confirmar o que foi e é. A minha certeza não demanda de provas para nenhuma outra pessoa. Eu me basto com a minha certeza. Eu fui. Eu sou. Eu estive aqui, onde hoje estou. Há sinais disso dentro de mim, que me levaram às lagrimas diante da beleza magnifica da catedral da cidade.

Outros pontos tão familiares aos meus olhos me fazem crer nisso. E a gente se vê pelos olhos da alma. O veiculo corporal é apenas a vestimenta que me acolhe.

Eu sei o que digo. Essa não é uma viagem lisergica, nem o efeito de nenhuma alteração mental minha. O conjunto de conhecimento desse sentimento que a humanidade consagra, dá para se deixar de lado o veneno do precobceito e intolerância religiosas e buscar informar-se.

Foram precisos 50 anos para chegar aqui e saber que o sonho era realidade.

Itzack Albrecht não foi miragem de uma noite. Nem espectro de um sonho. Ele ainda sobrevive. Em minha memória akashica.

Berlim, 10 de Junho de 2017.
8:10.