COMUNICAÇÃO Archives - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

COMUNICAÇÃO

Das palavras que viram moda

Quer saber por que eu fiz no meu Face essa postagem? É que as pessoas têm mania de usar algumas palavras até a exaustão. Dependendo da atividade profissional, você se depara com gente ‘gastando’ essa ou aquela expressão, como se palavra fosse como roupa: estivesse na moda.

Quem não se lembra do uso de ‘foco’, ‘estou focado’ – principalmente por técnicos e jogadores de futebol? Paradigma teve sua fase, usada em palestras de ‘coaching’.

Hoje em dia é “empoderamento” –  a ação social coletiva de participar de debates que visam potencializar a conscientização civil sobre os direitos sociais e civis. Esta consciência possibilita a aquisição da emancipação individual e também da consciência coletiva necessária para a superação da dependência social e dominação política. (conforme li no Google).

Tem apresentadora de tv que gastou quase uma dezena em um bloco de entrevistas. A impressão é que, por alguém bem situado econômico e socialmente fazer uso dela, vira sucesso. Muitas vezes, essas pessoas utilizam expressões que se inadequam ao discurso, mas o fazem por acharem bonitas.

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O rádio discutirá regulamentação

Por Nonato Albuquerque em COMUNICAÇÃO

25 de novembro de 2014

O rádio será tema de um seminário que  ACERT-Associação Cearense de Rádio e Televisão está preparando para o próximo dia 5 de dezembro. Na ocasião, serão discutidos temas ligados à questão da regulamentação das mídias e a preocupação do pessoal que faz jornalismo no ‘sem fio’. Carmen Lúcia, a presidente da entidade, deseja reunir profissionais do rádio em torno da questão ética. 

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Tribuna Band News consolida audiência no radiojornalismo

Por Nonato Albuquerque em COMUNICAÇÃO

03 de junho de 2014

TBN

A emissora do Grupo Jangadeiro, a Tribuna Band News, FM 101,7 tem consolidado audiência no segmento jornalismo.  Já é a primeira emissora FM de Fortaleza nesse contexto, seguida pela Portal dos Inhamuns de Catarina, no interior que está em segundo, e a Povo-CBN que é a terceira do Estado.

Quando se focaliza o ranking nacional das emissoras FM no segmento, a Tribuna é a 16a. colocada, enquanto a CBN-Povo está em 24º lugar. Em termos de Rede Band News, a emissora de Fortaleza ocupou a sétima posição nesta terça feira, dia 3, muito embora no mês de maio tenha obtido um dos maiores acessos em termos de web.

tribunamaio

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TRIBUNA BAND NEWS, uma rádio de notícias com informalidade

Por Nonato Albuquerque em COMUNICAÇÃO

09 de Março de 2013

Nesta segunda começam os trabalhos da Tribuna Band News, FM 101,7. Uma emissora de notícias, porém com a informalidade que a vida moderna exige.

Ágil, objetiva e com uma das equipes de radiojornalismo mais eficientes, a nova emissora do Grupo Jangadeiro, inaugura uma nova fase da radiofonia cearense.  E já começa fazendo história.

A festa de lançamento deve reunir mais de 200 convidados num café da manhã que terá Ricardo Boechat, Milton Neves e Eduardo Barão, dínamos da comunicação paulista que vêm celebrar conosco esse importante fato.

Nós estamos na programação da nova emissora. A partir das 9 da manhã até às 11, vamos dividir a comunicação com a Katiúzia Rios, ela própria reconhecendo a rápida intimidade com o veículo do qual ela nunca havia atuado.

Mas por trás da bancada que ancora o ‘1ª Edição do Tribuna Band News’, há todo uma equipe de jornalistas coordenados pela Dina Moreira, com a supervisão de Cyro Thomaz e Isabela Martin.

É uma emissora na qual depositamos todas as nossas expectativas de sucesso, principalmente porque voltada para um fazer rádio sério, imparcial e com respeito ao ouvinte.

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PRA NÃO PERDER O TRIO ELÉTRICO DA HISTÓRIA

Por Nonato Albuquerque em COMUNICAÇÃO

06 de Fevereiro de 2013

radiocarnaval

No próximo fim-de-semana, carnaval no calendário brasileiro, algumas emissoras de rádio vão repetir o que habitualmente fazem nessa época: deixar tudo gravado e liberar os funcionários para caírem na gandaia. Se por um lado isso é bom para o pessoal que aproveita quatro dias de descanso(?), por outro, perde o ouvinte interessado em informações de como a vida se comporta.

Nesses tempos de mídia eletrônica, de comunicação ágil e rápida, onde as ferramentas das redes sociais ensinam a muitos  comunicadores que se pode dizer tudo o que se quer com objetividade – os 140 caracteres do Twitter são uma lição -, emissoras AM ou FM que toquem música o tempo todo, podem estar perdendo o trio elétrico da história.

Nunca se teve tanta sede e fome de informação quanto nos dias atuais. Por isso mesmo, emissoras adaptam-se às novas exigências da programação, a fim de que possam vincular-se ao gosto dos seus ouvintes que querem informação. Além do mais, quem sai pra folia, provavelmente, tira o dia para descansar ou ir à praia curtir a ressaca, preparando-se para a retomada dos festejos. E o enorme contingente de pessoas que não brincam o carnaval e nem toleram ouvir ‘só música e hora gravada’, ficam à mercê de buscar outros meios – quem sabe, opção pela escolha do MP3, onde se pode eleger o próprio roteiro fugindo à ditadura musical imposta pelos discotecários de plantão.

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VINDA DA BANDNEWS FM PROVOCA CONVULSÃO NO RÁDIO CEARENSE

Por Nonato Albuquerque em COMUNICAÇÃO

17 de novembro de 2012

O simples anúncio da chegada em janeiro da Band News à Fortaleza, que integrará o Sistema Jangadeiro de Comunicação, provoca uma verdadeira convulsão na área das emissoras AMs. Estações, como a Povo-CBN, apressaram-se em migrar para a faixa de FM, enquanto na rádio Verdes Mares, a direção tenta reverter a defasagem em que se situa a programação da emissora, com mais de 20 anos sem profundas modificações. 

A tendência pela migração das AMs para a faixa de FM é uma exigência dos dias atuais. Se na AM, os problemas são os ruídos e a interferência de eletrodomésticos na recepção do sinal, em relação as estações FMs ocorreu algo ainda pior.As FMs têm som perfeito, mas a programação envelheceu, como se o que era jovem e novo há 30 anos, tivesse ficado esclerosado.


Há perda de ouvintes na faixa do FM, em função das novas tendências de consumo. Hoje em dia, aparelhos de Mp3 oferecem muito mais recursos e facilidades para quem deseja só ouvir música. Qualquer comprador de um aparelho desses faz o seu próprio roteiro musical, escolhe o que quer ouvir, ao contrário das emissoras que exercem uma ditadura sobre o que devia ser divulgado. 

Os teóricos da comunicação já apontavam para essa tendência, como o ex-presidente da Associação das Emissoras de Rádio e Televisão de SP, Oscar Piconez. Para ele, mesmo com a digitalização, o sinal da AM dificilmente vai melhorar em função da interferência dos eletrodomésticos dentro de casa. 

“Quando a pessoa liga uma batedeira de bolo, secador de cabelo ou qualquer eletrodoméstico interfere no som da AM, enquanto no FM isso não ocorre”, citou ele em recente seminário. 

O governo brasileiro já sinalizou favorável à proposta de migração para essa nova faixa AM, o que leva a crer que deva ser suspenso o processo de digitalização das AMs. 

Tem um outro dado mais importante a ser discutido e que diz respeito ao ponto de vista comercial. A migração do AM para o FM pode equilibrar a luta por verba publicitária. As rádios AMs enfrentam dificuldade para atrair patrocinadores. A saída para a salvação do AM é ele ser incorporado ao FM. E a saída para o FM é ‘aemezar-se’, isto é, fazer o rádio que o AM faz. Informativo. 

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COMO INFORMAR SOBRE VIOLÊNCIA SEM CAIR NO SENSACIONALISMO

Por Nonato Albuquerque em COMUNICAÇÃO

28 de outubro de 2012

O texto abaixo é uma tradução nossa de artigo de Elena Miranda, no jornal espanhol El País, orientando repórteres que lidam na editoria de Polícia a evitar que uma informação sobre violência possa acabar resvalando para o sensacionalismo.

“A cobertura da mídia sobre o assassinato de um homem de 39 anos contra uma menian de 13 anos, na localidade de Salobral, na Espanha, gerou inúmeras críticas dos meios de comunicação espanhóis, como El PaísThe Reason , El Mundo, Público  e ABC, levando à criação da hashtag #periodismomachista. Este evento reabriu o debate sobre como denunciar a violência doméstica sem cair em sensacionalismo.

Existem numerosos guias com recomendações e normas para a adequada cobertura da imprensa sobre a violência contra as mulheres, mas poucos meios as cumprem. Por exemplo, em vários países da América Latina, onde os assassinatos são desafios comuns para os excessos da imprensa têm casos simplesmente muito flagrantes.

O jornal Público foi um dos meios de comunicação espanhóis que primeiro estabeleceu um código de auto-regulação  para os jornalistas. No entanto, o seu famoso decálogo não poupou um desempenho questionável na cobertura do crime de Salobral, ao apresentar comentários de vizinhos que diziam que o assassino era um “normal”, apesar das regras do jornal para se “evitar as opiniões dos vizinhos ou parentes que não foram testemunhas oculares dos fatos”.

De acordo com o Manual de Estilo para Jornalistas preparados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o GBV inclui todas as situações de violência, em particular, afetam as pessoas por causa de seu sexo, assassinato, abuso, negligência, privação de alimento, incesto, a negligência da saúde e violência ou assédio sexual.

Ao mostrar a violência, a mídia tem tornado visível um problema social. No entanto, o tratamento muitas vezes pouco tem beneficiado na prevenção da violência. Por isso, depois de analisar vários decálogos e manuais, temos uma seleção de aspectos-chave para abordar este tema. Aqui está a nossa lista de sugestões:

Use a terminologia correta. “não é crime passional, é a violência de gênero e, na maioria dos casos, a violência contra as mulheres, e, quando ele termina em morte, é chamado de feminicídio.

Não justificar a violência “Ele matou porque ele estava traindo”, “Ele tinha problemas mentais”, “Eu tinha problemas financeiros” e “a matou depois de uma discussão acalorada” são algumas das frases que, inadvertidamente, tentam justificar o ofensor e apresentar-se como uma vítima.

Destaque o comportamento do agressor.  Insultos, relatório, ameaças, humilhação, de modo que outras vítimas em potencial possam identificar a figura de um abusador.

Cuidado com a presunção de inocência. Uma vez conhecida conclusivamente o agressor ou assassino, deve  ser nomeado, identificado.

Não omitir o sujeito da ação . Expressões como “outra vítima da violência” e “uma mulher morreu” não está claro que se trata de um assalto ou homicídio.

O recurso de fontes confiáveis. Evite expressões de terceiros não são relevantes para o caso que pode beneficiar o agressor: “muito educado e parecia como um bom homem.” Pesquisar opiniões dos especialistas sobre o assunto.

Preservar a privacidade da vítima . Cuidados no uso de imagens e outros detalhes para não despertar a curiosidade.

Não culpar a vítima. Evite questionar suas ações ou a veracidade de sua conta, com base em seu estilo de vida, hábitos, roupas ou outros fatores que não são relevantes, mas erroneamente sugerir que se relacionam com o risco de sofrem violência de gênero.

Dê informações úteis. Incluir nas notas sobre violência contra mulher, por exemplo,  dados que possam levar mulheres em situação de violência a procurar ajuda”.

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JORNALISTAS DESPEDIDOS OU PUNIDOS POR USO DE REDES SOCIAIS

Por Nonato Albuquerque em COMUNICAÇÃO

16 de setembro de 2012

A vida de jornalistas que usam as redes sociais não é lá muito livre como se pensa. Muitos deles foram demitidos ou punidos por conta de um ‘tweet’ ou na hora de atualizarem sua página do Facebook. Tem o caso de dois profissionais da Folha de SP, que criticaram o modo como os jornais tratam os obituários – o do vice-presidente José Alencar estava pronto há muito tempo – e o da repórter da RedeTV que reclamou do atraso dos salários e foi demitida.
A maioria dos casos permanece na confidencialidade, até que o próprio jornalista denuncie o caso ou isso parta de algum colega. Os patrões alegam ‘excessos’ cometidos pelos jornalistas no Twitter e no Facebook. As vítimas, pelo contrário, denunciam que estão sendo vítimas de abu sos e até mesmo da interferência na liberdade de expressão.
Veja 10 casos que merecem ser comentados:
1. Dois jornalistas foram removidos de seus postos por causa de mensagens “inadequadas” trocadas sobre a morte do ex-vice José Alencar
O  subeditor da Folha de SP, Alec Duarte e a repórter do Agora SP, Carol Rocha, foram demitidos em abril depois de trocarem mensagens sobre a morte do ex-vice presidente José Alencar, segundo registro do ID Now.
“Nunca um obituário estava pronto tão cedo. É uma questão de apertar um botão”, escreveu Duarte, em seu perfil no site de microblogging, fazendo uma referência velada à preparação antecipada de obituários nas redações. “Mas ainda não há nada no Folha.com … Eles esqueceram de apertar o botão “, disse Rocha.
O jornalista lembrou-se então o erro cometido pela Folha de São Paulo ao relatar a morte do ex-senador Romeu Tuma, embora sem mencionar explicitamente. “O último a anunciar quaisquer mortes. É o preço por um erro grave. “
De acordo com a Revista Info, a conversa foi considerada incomensurável pelo ombudsman , Suzana Singer, que abordou o tema em sua coluna de domingo . A repórter do Agora respondeu em seu blog que não houve repercussões para seus comentários e criticou as demissões.
Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Paulo (SJSP) lamentou a decisão do Grupo Folha. “É uma atitude autoritária que não se encaixa com o discurso de uma empresa que pretende defender as liberdades de expressão e de imprensa “.
2. Brincadeira rende demissão num jornal guatemalteco
Jornal da Guatemala publicou em sua edição impressa que o fotógrafo Pedro Agostinho, funcionário do Ministério da Comunicação Social da Presidência do país, foi demitido por postar a seguinte mensagem: Se eu soubesse que não iam me revistar (no aeroporto) tinha trazido armas, drogas e tudo o mais“. Agostinho viajou para a Colômbia para cobrir a Cúpula das Américas, como parte da delegação oficial. No Twitter ele pôs a mensagem que o despediu.

3. CBS despede jornalista por informar falsa morte

O jornalista Adam Jacobi, que trabalhava para a CBSSports.com, foi demitido pe la rede dos EUA após relatar no penúltimo sábado a notícia da morte de Joe Paterno , ex-treinador de um time de futebol da Universidade Penn State.
Embora Paterno tenha morrido sim, mas um dia depois do relatado por Jacobi, essa situação lhe custou o emprego.
4. TV argentina despede jornalista por tweet racista

Juan Pablo Romero, que era produtor argentino do canal Todo Noticias (TN), foi demitido após publicar uma mensagem racista no Twitter.  Embora Romero tenha se descukpado, TN decidiu demiti-lo.A página no Twitter foi bloqueada.

5. Demitido por apoiar político favorável ao estupro
David Catanese , repórter político pediu desculpas no Twitter por apoiar congressista republicano Todd Akin, defensor de estupro ao dizer na imprensa que “raramente agressão sexual produz uma gravidez“.
6. Criticou ministro e recebeu bilhete azul
Felipe Cháves Escobar foi despedido da Rádio Bio B io em Puerto Montt. O chefe da imprensa comunicou-lhe que fora por conta de um texto dele no Facebook criticando o ministro do Interior.
7. Apoiou político em debate e foi pra rua
O jornalista mexicano Carlos Alberto disse ter despedido da ESPN por convidar o público a asssistir o debate presidencial em sua conta no Twitter e demonstrar apoio a um candidato.
8.  CNN suspende apresentador por tweets homofóbicos
Roland Martin foi despedido da CNN muito embora ele tenha dito não ser homofóbico e que zombou da comunidade gay e dos fãs do S uper Bowl. A rede dxe tv decidiu suspender o comunicador por considerar suas expressões não coincidentes com a política da empresa.
9. RedeTV! despede jornalista por reclamar salários atrasados

Ao divulgar “informações classificadas» sobre a situação do emprego da estação de TV onde trabalhava, a jornalista brasileira Rita Lisauskas foi demitida da RedeTV. Hoje ela integra a equipe de repórteres do Jornal da Band.

10. Repórter demitido por tuitar contra matrimônio gay
repórter esportivo Damian Goddard, do Canadá, perdeu seu emprego no Rogers Sportsnet por tuitar contra o casamento gay, reprovando um jogador de hockey que aparecera em um anúncio a favor da proposta. Seu jornal tuitou logo depois: “Os tweets de hoje de Damian Goddard não refletem a opinião do Rogers Sportsnet.” Posteriormente foi despedido.

Com informações do Caderno de Estilo

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GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA: UM DOCUMENTO

Por Nonato Albuquerque em ATUALIDADE, COMPORTAMENTO, COMUNICAÇÃO

06 de setembro de 2012

O Câmera 12 da TV Jangadeiro, desta quinta-feira, exercita seus repórteres na problemática vivida por mães adolescentes na grande Fortaleza. O programa, que é apresentado às 20h30min na faixa nobre das produções locais, documenta com extrema responsabilidade as causas da gravidez na adolescência.

No dizer de um dos integrantes, a abordagem desse tema “exigiu de nós um cuidado redobrado com as imagens”, escreveu Marcello Soares, ao se deparar com meninas muito jovens, até em situação de risco.

Durante a reportagem na Sociedade da Redenção, instituição localizada no Pirambu, que acolhe mães adolescentes que moravam nas ruas, os integrantes do Câmera 12 tiveram acesso a histórias fortes, tristes. “Foi um exercício de técnica e de ética jornalísticas”, acentuou Soares.

O programa dos 12 universitários em estágio na emissora tem alcançado um nível bastante equilibrado na discussão de nossos problemas e tem ganho a atenção de quem realmente busca um jornalismo de qualidade e que potencializa, acima de tudo, o talento dos que estão se formando nas escolas de Comunicação de Fortaleza.

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EXEMPLO DE BOM USO DO FACEBOOK

Por Nonato Albuquerque em COMUNICAÇÃO

28 de agosto de 2012

Uma menina de 13 anos, em Florianópolis, é destaque hoje na imprensa brasileira. Ela criou o Diário de Classe, na página do Facebook, onde narra virtualmente os problemas de sua escola, na tentativa de solucioná-los. Pois ao invés de ser elogiada, por dar um exemplo de bom uso das redes sociais ao invés da chatice que a maioria dos usuários acaba transformando o FB, ela vem sofrendo represálias no colégio. Visão curta a de mestres e diretores dessa escola.

 

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EXEMPLO DE BOM USO DO FACEBOOK

Por Nonato Albuquerque em COMUNICAÇÃO

28 de agosto de 2012

Uma menina de 13 anos, em Florianópolis, é destaque hoje na imprensa brasileira. Ela criou o Diário de Classe, na página do Facebook, onde narra virtualmente os problemas de sua escola, na tentativa de solucioná-los. Pois ao invés de ser elogiada, por dar um exemplo de bom uso das redes sociais ao invés da chatice que a maioria dos usuários acaba transformando o FB, ela vem sofrendo represálias no colégio. Visão curta a de mestres e diretores dessa escola.