PMs rebelados: o novo 'imbróglio' - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

PMs rebelados: o novo ‘imbróglio’

Por Nonato Albuquerque em JUSTIÇA

03 de Janeiro de 2014

A novela dos cerca de 50 policiais militares ‘sub judice’, acampados no calçadão da Assembleia, teve um inesperado capítulo hoje. Dois deles escalaram a torre da tevê do legislativa e se algemaram a uma altura de 90 metros. Querem ser ouvidos pelo governador Cid Gomes, a fim de garantir a readmissão ao serviço e só arredar o pé quando houver resposta positiva. Eles passaram em concurso, foram chamados, trabalharam e, logo em seguida, excluídos por não atenderem a um pré-requisito qualquer.

Os manifestantes, Edglê Pinto dos Santos e Renan Souza da Silva, se dizem em greve de fome e querem atenção para o drama que estão vivenciando com seus colegas desde o dia 17 de dezembro em protesto contra a exclusão dos quadros da PM.

Eu conversei com um deles ao microfone da Rádio Tribuna Band News, FM 101,7, e ele nos dizia que o grupo está cansado com a atitude do governo de não dar a mínima atenção aos apelos dos policiais. A pergunta que eles fazem é, se havia alguma irregularidade, por que então eles trabalharam?

Sobre a questão do governador Cid negociar com os manifestantes, juristas acham que o governo não poderia interferir sob o risco de incorrer em caso de improbidade administrativa.

O caso promete render muito ainda, principalmente quando se sabe que os dois rebelados estão decididos a levar a coisa adiante, tentando ao máximo atrair atenção da opinião pública nacional para esse novo “imbróglio’ que envolve governantes e governados.

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PMs rebelados: o novo ‘imbróglio’

Por Nonato Albuquerque em JUSTIÇA

03 de Janeiro de 2014

A novela dos cerca de 50 policiais militares ‘sub judice’, acampados no calçadão da Assembleia, teve um inesperado capítulo hoje. Dois deles escalaram a torre da tevê do legislativa e se algemaram a uma altura de 90 metros. Querem ser ouvidos pelo governador Cid Gomes, a fim de garantir a readmissão ao serviço e só arredar o pé quando houver resposta positiva. Eles passaram em concurso, foram chamados, trabalharam e, logo em seguida, excluídos por não atenderem a um pré-requisito qualquer.

Os manifestantes, Edglê Pinto dos Santos e Renan Souza da Silva, se dizem em greve de fome e querem atenção para o drama que estão vivenciando com seus colegas desde o dia 17 de dezembro em protesto contra a exclusão dos quadros da PM.

Eu conversei com um deles ao microfone da Rádio Tribuna Band News, FM 101,7, e ele nos dizia que o grupo está cansado com a atitude do governo de não dar a mínima atenção aos apelos dos policiais. A pergunta que eles fazem é, se havia alguma irregularidade, por que então eles trabalharam?

Sobre a questão do governador Cid negociar com os manifestantes, juristas acham que o governo não poderia interferir sob o risco de incorrer em caso de improbidade administrativa.

O caso promete render muito ainda, principalmente quando se sabe que os dois rebelados estão decididos a levar a coisa adiante, tentando ao máximo atrair atenção da opinião pública nacional para esse novo “imbróglio’ que envolve governantes e governados.