Dos invisíveis seres - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Dos invisíveis seres

Por Nonato Albuquerque em POESIA

24 de junho de 2017

O verso da manhã que eu não compus
está escrito no olhar de quem se ousou ser.

O som da canção que não ouvi,
ecoa na imensidão do mar que existe em mim 
e que ouvido nenhum ouvirá.

Eu vi a luz de que falam os místicos
e bebi do néctar no qual se embriagam aqueles que são invisíveis.

Hoje, sou um deles, amargando a saudade que dizia ser azul.
‘Carne por fora; espinho por dentro’.

Caio do Afetuoso Afeto
Junho, 2017

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Dos invisíveis seres

Por Nonato Albuquerque em POESIA

24 de junho de 2017

O verso da manhã que eu não compus
está escrito no olhar de quem se ousou ser.

O som da canção que não ouvi,
ecoa na imensidão do mar que existe em mim 
e que ouvido nenhum ouvirá.

Eu vi a luz de que falam os místicos
e bebi do néctar no qual se embriagam aqueles que são invisíveis.

Hoje, sou um deles, amargando a saudade que dizia ser azul.
‘Carne por fora; espinho por dentro’.

Caio do Afetuoso Afeto
Junho, 2017