Sociedade que não preza seus jovens, despreza o próprio futuro - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Sociedade que não preza seus jovens, despreza o próprio futuro

Por Nonato Albuquerque em SEGURANÇA

16 de setembro de 2015

A violência dessa cidade é barra. O número de vidas jovens que tombam por mãos assassinas, bastaria para que a sociedade levantasse algum tipo de manifestação. Somos solidários com a criança que morreu na beira da praia lá na Hungria, mas não nos tocamos com o drama de dezenas de adolescentes que vivem sob a tutela dos traficantes. Azar deles, dirão alguns dando as costas ao problema, por acharem que todos têm cabeça e deveriam pensar no que fazem. É preciso ser mais compassivo. Ninguém nasce pra ser bandido; algum desequilíbrio moral arregimenta esse exército de meninos à serem dependentes não só do vício das drogas, mas a serem escravos de agenciadores do crime.

Os brasileiros, somos todos solidários com a dor dos refugiados lá da Europa, em busca de fugir da opressão do terror islâmico, e não temos nenhuma iniciativa para se comover com os refugiados nas cracolândias do País, a se degenerarem. Preocupada em garantir suas vantagens particulares, a maioria dos que se dizem representantes do povo, nunca se ocupam em avaliar o drama social causado pelos órfãos de pais vivos, que se armam com uma enorme facilidade e armam planos de ação criminosa que levam o medo a todos.

Pois esse grande exército de pequenos equivocados tem crescido à falta de políticas mais eficientes que possam mostrar o caminho correto para não dependerem do mal. Ainda bem que algumas organizações não governamentais, quase sempre ligadas a grupos religiosos, se atém ao projeto cristão de fazerem sua parte, embora saibamos que isso é dever de todos. Afinal, estamos no mesmo barco e a sociedade que não preza pelos seus jovens, despreza o próprio futuro.

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Sociedade que não preza seus jovens, despreza o próprio futuro

Por Nonato Albuquerque em SEGURANÇA

16 de setembro de 2015

A violência dessa cidade é barra. O número de vidas jovens que tombam por mãos assassinas, bastaria para que a sociedade levantasse algum tipo de manifestação. Somos solidários com a criança que morreu na beira da praia lá na Hungria, mas não nos tocamos com o drama de dezenas de adolescentes que vivem sob a tutela dos traficantes. Azar deles, dirão alguns dando as costas ao problema, por acharem que todos têm cabeça e deveriam pensar no que fazem. É preciso ser mais compassivo. Ninguém nasce pra ser bandido; algum desequilíbrio moral arregimenta esse exército de meninos à serem dependentes não só do vício das drogas, mas a serem escravos de agenciadores do crime.

Os brasileiros, somos todos solidários com a dor dos refugiados lá da Europa, em busca de fugir da opressão do terror islâmico, e não temos nenhuma iniciativa para se comover com os refugiados nas cracolândias do País, a se degenerarem. Preocupada em garantir suas vantagens particulares, a maioria dos que se dizem representantes do povo, nunca se ocupam em avaliar o drama social causado pelos órfãos de pais vivos, que se armam com uma enorme facilidade e armam planos de ação criminosa que levam o medo a todos.

Pois esse grande exército de pequenos equivocados tem crescido à falta de políticas mais eficientes que possam mostrar o caminho correto para não dependerem do mal. Ainda bem que algumas organizações não governamentais, quase sempre ligadas a grupos religiosos, se atém ao projeto cristão de fazerem sua parte, embora saibamos que isso é dever de todos. Afinal, estamos no mesmo barco e a sociedade que não preza pelos seus jovens, despreza o próprio futuro.