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por Nonato Albuquerque
Tem virado rotina em Fortaleza a ocorrência de crimes classificados na categoria de bárbaros, muito embora o registro de qualquer morte violenta já seja suficiente para surpreender a todos. No entanto, nos últimos dias uma série de atos criminosos movidos por uma crueldade que eu diria doentia, estejam a merecer a atenção até mesmo de estudiosos.
Alguém que mate uma pessoa, decepe a cabeça e saia com ela exibindo-a como trunfo para jogá-la em terreno da UFC, já basta para que seja colocada em camisa de força. Isso se constitui no ápice da selvageria. Se os crimes dos presos lá no Maranhão agridem o mundo pela desumana carnificina provocada nos presídios de São Luiz, a criminalidade cearense dos últimos tempos passou do nível de superação, se é que isso tem limite. A tendência é cobrar responsabilidades do governo, da falta de segurança; mas é preciso chamar atenção de cada um de nós, para a questão da responsabilidade individual.
Para onde é que estamos indo? De volta a barbárie? Que tipo de orientação educacional estamos dando aos nossos filhos? A família, até parece, perdeu a noção de regras e deveres, deixou sua criação desembestar-se como feras pela selva de pedra que é a nossa cidade, desobrigando-se de questões como respeito, dignidade, bom senso e temor à Deus. Não temor a um Deus vingativo, que Deus é amor. Mas quando se sabe que somos filhos do divino e que temos uma missão a desenvolver – qualquer que seja ela -, a sociedade avança para o alto, para uma vida melhor. Descer ao nível dos selvagens; cometer atrocidades condenadas pela nossa própria consciência, são sintomas de que perdemos a noção dos limites da Vida até mesmo para vivermos em liberdade. A violência de Fortaleza é algo doentio. Cada um de nós precisa refletir sobre quão doentes nos situamos atualmente.
Tem virado rotina em Fortaleza a ocorrência de crimes classificados na categoria de bárbaros, muito embora o registro de qualquer morte violenta já seja suficiente para surpreender a todos. No entanto, nos últimos dias uma série de atos criminosos movidos por uma crueldade que eu diria doentia, estejam a merecer a atenção até mesmo de estudiosos.
Alguém que mate uma pessoa, decepe a cabeça e saia com ela exibindo-a como trunfo para jogá-la em terreno da UFC, já basta para que seja colocada em camisa de força. Isso se constitui no ápice da selvageria. Se os crimes dos presos lá no Maranhão agridem o mundo pela desumana carnificina provocada nos presídios de São Luiz, a criminalidade cearense dos últimos tempos passou do nível de superação, se é que isso tem limite. A tendência é cobrar responsabilidades do governo, da falta de segurança; mas é preciso chamar atenção de cada um de nós, para a questão da responsabilidade individual.
Para onde é que estamos indo? De volta a barbárie? Que tipo de orientação educacional estamos dando aos nossos filhos? A família, até parece, perdeu a noção de regras e deveres, deixou sua criação desembestar-se como feras pela selva de pedra que é a nossa cidade, desobrigando-se de questões como respeito, dignidade, bom senso e temor à Deus. Não temor a um Deus vingativo, que Deus é amor. Mas quando se sabe que somos filhos do divino e que temos uma missão a desenvolver – qualquer que seja ela -, a sociedade avança para o alto, para uma vida melhor. Descer ao nível dos selvagens; cometer atrocidades condenadas pela nossa própria consciência, são sintomas de que perdemos a noção dos limites da Vida até mesmo para vivermos em liberdade. A violência de Fortaleza é algo doentio. Cada um de nós precisa refletir sobre quão doentes nos situamos atualmente.