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Arquivos setembro 2014 - MAR Jangadeiro

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MAR Jangadeiro

por Orlando Nunes

setembro 2014

Presidento?

Por Orlando Nunes em Flexão nominal

27 de setembro de 2014

Leandro Sousa, de Juazeiro do Norte (CE) manda mensagem para o marjangadeiro@gmail.com dizendo ter visto na TV uma entrevista com um professor de português que afirmara algo “mais ou menos” assim: Se alguém fala “presidenta”, deveria falar também “presidento”.

Pergunta-me Sousa: “Poderia existir mesmo essa palavra?”.

Caro Leandro, se o professor falou isso, ele estava brincando (há brincadeira de mau gosto em toda categoria). Na verdade, o que existe em português é a formação do gênero FEMININO, mediante o emprego da desinência “-a” (há algumas variantes, o que explica femininos como “embaixatriz”, por exemplo). O masculino caracteriza-se pela AUSÊNCIA da desinência de gênero feminino “-a”, e não pelo acréscimo de uma inexistente desinência de gênero masculino “-o”. Caso houvesse tal desinência de masculino, aí sim iríamos incomodar muita gente, por exemplo, com um pesadíssimo “elefanto”, masculino de elefanta. Não é o caso.

São do gênero masculino: doutor (não doutoro), professor (não professoro), profeta (não profeto); sal (não salo). Então, por que engolir um “presidento” só porque “presidenta” – uma forma perfeitamente ajustada ao sistema ortográfico português – foi escolhida? Oposição genérica?

Agora, outra coisa seria afirmar que a grande maioria (vão dizer que isso é uma redundância de iletrados!) dos vocábulos terminados em “o” são do gênero masculino. Isso é verdade.

Há raras exceções, por exemplo: A tribo, A libido, A moto, A foto.

Enfim, a presidenta é uma forma BOA, ainda que a vaca tussa.

Já o presidento é uma forma RUIM, ainda que de um doutoro.

Até!

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Absolutamente sempre quer dizer não?

Por Orlando Nunes em Dica

25 de setembro de 2014

Não é sempre que a palavra absolutamente significa não.

Vejamos.

Se a utilizamos como resposta, não resta dúvida: absolutamente equivale a não.

Exemplo:

“Foi você quem deixou a pasta de dente sem a tampinha, Alice?”

“Absolutamente, pai.”

Esse absolutamente da resposta de Alice quer dizer: “Não, não fui eu não”.

MAS há um absolutamente diferente, advérbio de intensidade (modificando normalmente adjetivos), que NÃO quer dizer um não.

Exemplos:

“A resposta está absolutamente errada, acho que foi você sim.”

“O senhor está absolutamente certo disso, tem provas?”

É isto. Então, absolutamente sempre quer dizer não? Absolutamente!

Até!

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Todos os quatro ou Todos quatro?

Por Orlando Nunes em Dica

21 de setembro de 2014

Na língua escrita culta padrão (utilizada no jornalismo, por exemplo), este é o emprego adequado do pronome indefinido plural TODOS/TODAS.

O pronome todos (ou todas), seguido de substantivo, acompanha-se sempre de artigo (os/as).

Assim,

em vez de

Confira a agenda de todos candidatos ao governo do estado.

escreva:

Confira a agenda de todos os candidatos ao governo do estado.

 – O artigo também se faz necessário quando, antes do substantivo, houver um numeral.

Logo, em vez de

Confira a agenda de todos quatro candidatos ao governo do estado.

escreva:

Confira a agenda de todos os quatro candidatos ao governo do estado.

– Mas, se houver na frase só o numeral (sem o substantivo), o artigo não será empregado.

Então, em vez de

Confira a agenda de todos os quatro.

escreva:

Confira a agenda de todos quatro.

Simples assim.

Até!

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Acentuação gráfica: GABARITO comentado

Por Orlando Nunes em Teste simulado

13 de setembro de 2014

Resolução da questão proposta no post anterior.

Atento às orientações do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, analise a seguinte sentença: “Não há feiura em Guaíra”.

Marque a alternativa correta em relação à acentuação gráfica.

(A) Assim como em “feiura”, o vocábulo “Guaíra” não deveria receber acento gráfico.
(B) O vocábulo “Há” é acentuado graficamente pela mesma razão que “Paraná”, p. ex.
(C) O vocábulo “Não” recebe corretamente acento gráfico para indicar um fonema nasal.
(D) A frase em análise não apresenta nenhum erro relacionado à acentuação gráfica.
(E) Todas as alternativas anteriores apresentam análise adequada de acentuação gráfica.

RESPOSTA: Alternativa D

Alternativa A – errada. As vogais “i” ou “u”, quando tônicas em hiato, não são acentuadas graficamente se precedidas de ditongo decrescente (vogal + semivogal), como em “feiura”; precedidas de ditongo crescente (semivogal + vogal), como em “Guaíra” (o “a” sempre é vogal, nunca semivogal), recebem acento gráfico.

Alternativa B – errada. O vocábulo “Há” recebe acento gráfico como todo monossílabo tônico terminado em “a”, “e”,“o” (pá, pé, pó). A palavra “Paraná” recebe acento gráfico como toda oxítona terminada em “a” , “e”,“o”, “em”, “ens” (Ceará, Canindé, Mossoró, armazém, parabéns).

Alternativa C – errada. O til é um sinal gráfico que indica vogal nasal (p.ex., não), mas não é um acento gráfico. Os acentos gráficos do Português são estes três: agudo (´), circunflexo (^) e grave (`).

Alternativa D – GABARITO. Não há erro de acentuação gráfica na frase.

Alternativa E – errada. A única análise adequada (correta) encontra-se na alternativa D.

Estou no marjangadeiro@gmail.com

Até!

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Acentuação gráfica: Não há feiura em Guaíra

Por Orlando Nunes em Teste simulado

10 de setembro de 2014

Uma questão de acentuação gráfica “bonitinha”

Atento às orientações do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, analise a seguinte sentença: “Não há feiura em Guaíra”.

Marque a alternativa correta em relação à acentuação gráfica.

(A)   Assim como em “feiura”, o vocábulo “Guaíra” não deveria receber acento gráfico.

(B)   O vocábulo “Há” é acentuado graficamente pela mesma razão que “Paraná”, p. ex.

(C)   O vocábulo “Não” recebe corretamente acento gráfico para indicar um fonema nasal.

(D)   A frase em análise não apresenta nenhum erro relacionado à acentuação gráfica.

(E)    Todas as alternativas anteriores apresentam análise adequada de acentuação gráfica.

 

Envie sua resposta comentada para o e-mail marjangadeiro@gmail.com

GABARITO comentado no sábado, dia 13 de setembro.

Até!

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No futebol, a felicidade não pode ser completa

Por Orlando Nunes em Crônica

09 de setembro de 2014

Ilustração: Moésio Fiúza

Ilustração: Moésio Fiúza

É chegada a hora do Leão beber água e do Vozão botar as barbas de molho.

O muito que Fortaleza e Ceará construíram em 2014 ainda é pouco.

Então, pé no chão pra sonhar mais alto.

Chamusca e Soares, com competência e repetência, organizaram equipes surpreendentes, haja vista não ser assim tão simples tirar leite de pedra, como se diz em Itapipoca.

Mole é atirar pedra e chorar o leite derramado.

Um CRB 3×0 Fortaleza ou um Oeste 3×1 Ceará incomoda muita gente.

Dois elefantes brancos incomodam muito mais, logo vamos entupir (em Tupi) a arena.

Estamos abalados com tudo isso, contudo não haverão (ou inverno) de nos embalar.

(1)    O sinal de alerta está aceso, sim; embora em boa hora.

(2)    O torcedor ligado está aceso, sim; ele quer é ascender.

(3)    Por A mais B.

Tem razão a emoção.

Mas fique frio que já vai esquentar. O que falta é o complemento.

E complemento não é termo essencial, mas integrante, diria o sujeito (ou o predicado).

A torcida do Leão quer urgentemente dois atacantes.

A torcida do Vozão quer urgentemente dois zagueiros.

Torcedor é cliente: tem sempre razão.

Agora muita hora nesta calma, ou vice-versa, segundo o Vasco.

Falta só a cereja, não vamos partir já o bolo!

Neste ano, sobe o Fortaleza, sobe o Ceará. Paciência!

No futebol, a felicidade não pode ser completa.

Prova do bolo: os dois subindo, pergunte a uma das torcidas:

– Está plenamente feliz, com a subida do outro?

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Padronização de escrita no Tribuna

Por Orlando Nunes em Manual

07 de setembro de 2014

Beira-Mar e 7 de Setembro

“Avenida Beira Mar recebe o desfile de 7 de setembro

– Não confie plenamente na ortografia empregada nas placas de rua, mesmo nas “oficiais”. A palavra beira-mar é composta, com hífen. Isso vale também quando ela integra nome próprio.

– As datas oficiais e comemorativas são grafadas com iniciais maiúsculas.

Ajuste geral:

“Avenida Beira-Mar recebe o desfile de 7 de Setembro

Estado ou estado?

“Fim de semana no Estado tem também festival de teatro em Guaramiranga, circuito de skate, festa com Jujubee, peças de teatro e programação infantil gratuita.”

Estado, com inicial em caixa-alta, reservamos (no Tribuna) ao conceito político equivalente a nação ou a poder oficial: “O Estado brasileiro…”, “Existem atividades próprias do Estados e atividades próprias da iniciativa privada”. Quando o significado é de unidade da Federação, empregamos a caixa-baixa na letra inicial da palavra.

Assim, o ajuste:

“Fim de semana no estado tem também festival de teatro em Guaramiranga, circuito de skate, festa com Jujubee, peças de teatro e programação infantil gratuita.”

Estou no marjangadeiro@gmail.com

Até!

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Padronização de escrita no Tribuna

Por Orlando Nunes em Manual

07 de setembro de 2014

Beira-Mar e 7 de Setembro

“Avenida Beira Mar recebe o desfile de 7 de setembro

– Não confie plenamente na ortografia empregada nas placas de rua, mesmo nas “oficiais”. A palavra beira-mar é composta, com hífen. Isso vale também quando ela integra nome próprio.

– As datas oficiais e comemorativas são grafadas com iniciais maiúsculas.

Ajuste geral:

“Avenida Beira-Mar recebe o desfile de 7 de Setembro

Estado ou estado?

“Fim de semana no Estado tem também festival de teatro em Guaramiranga, circuito de skate, festa com Jujubee, peças de teatro e programação infantil gratuita.”

Estado, com inicial em caixa-alta, reservamos (no Tribuna) ao conceito político equivalente a nação ou a poder oficial: “O Estado brasileiro…”, “Existem atividades próprias do Estados e atividades próprias da iniciativa privada”. Quando o significado é de unidade da Federação, empregamos a caixa-baixa na letra inicial da palavra.

Assim, o ajuste:

“Fim de semana no estado tem também festival de teatro em Guaramiranga, circuito de skate, festa com Jujubee, peças de teatro e programação infantil gratuita.”

Estou no marjangadeiro@gmail.com

Até!