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Arquivos Janeiro 2016 - MAR Jangadeiro

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MAR Jangadeiro

por Orlando Nunes

Janeiro 2016

A grande chance

Por Orlando Nunes em Dica

21 de Janeiro de 2016

(FOTO: Arquivo/Tribuna do Ceará)

(FOTO: Arquivo/Tribuna do Ceará)

“Ceará tem grande chance de enfrentar 5º ano seguido de seca, prevê a Funceme”

Ops! Comentei esse assunto noutras épocas. Vale a pena ver de novo.

A palavra “chance” tem valor semântico positivo: chance de ganhar na Mega, chance de ser campeão da série C (Fortaleza, tantas vezes campeão…), chance de ir pro céu sem estágio no purgatório, etc. Então, chance de seca não cai bem. E confiemos nos profetas do sertão, chove.

Uma proposta de reescritura:

“Ceará pode enfrentar 5º ano seguido de seca, prevê Funceme”

Até!

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Veja por que voo sem acento não é voo cego

Por Orlando Nunes em Nova Ortografia

08 de Janeiro de 2016

'Voo' perdeu o acento na nova regra gramatical (FOTO: Divulgação)

‘Voo’ perdeu o acento na nova regra gramatical (FOTO: Divulgação)

Desde 1º de janeiro de 2016, finalmente, o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa está valendo para gregos e troianos em todo o Brasil.

Hoje, um post sobre duas palavrinhas cujo acento gráfico foi para o espaço: voo e veem.

Vejamos por que voo (e veem) sem acento não é voo cego, pois voar é preciso.

É verdade que, mesmo depois do período de adaptação (2009 a 2015), uma fase para melhor empurrar o acordo goela abaixo do usuário do idioma, quase todos no país do petrolão é nosso ainda estranham (estranhamos) grafias como “voo” e “veem”, dentre outras.

Trata-se, porém, de uma questão de costume, estávamos habituados com o acento gráfico dessas palavras, e, sabemos, o que os olhos veem, o coração sente (ou seria diferente?).

Mas no fundo está tudo certo agora com voo e veem, ou melhor, tudo acertado. Ora, desde 1943 não sabíamos que as paroxítonas terminadas em O ou EM dispensam o acento?

Homem cego: sem acento porque não se acentuam paroxítonas terminadas em O (cego) ou EM (homem). Por que então acentuar as paroxítonas voo e veem?

Só para criar uma regra especial de hiato? Ora, vamos economizar, o tempo é de crise.

Até.

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Veja por que voo sem acento não é voo cego

Por Orlando Nunes em Nova Ortografia

08 de Janeiro de 2016

'Voo' perdeu o acento na nova regra gramatical (FOTO: Divulgação)

‘Voo’ perdeu o acento na nova regra gramatical (FOTO: Divulgação)

Desde 1º de janeiro de 2016, finalmente, o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa está valendo para gregos e troianos em todo o Brasil.

Hoje, um post sobre duas palavrinhas cujo acento gráfico foi para o espaço: voo e veem.

Vejamos por que voo (e veem) sem acento não é voo cego, pois voar é preciso.

É verdade que, mesmo depois do período de adaptação (2009 a 2015), uma fase para melhor empurrar o acordo goela abaixo do usuário do idioma, quase todos no país do petrolão é nosso ainda estranham (estranhamos) grafias como “voo” e “veem”, dentre outras.

Trata-se, porém, de uma questão de costume, estávamos habituados com o acento gráfico dessas palavras, e, sabemos, o que os olhos veem, o coração sente (ou seria diferente?).

Mas no fundo está tudo certo agora com voo e veem, ou melhor, tudo acertado. Ora, desde 1943 não sabíamos que as paroxítonas terminadas em O ou EM dispensam o acento?

Homem cego: sem acento porque não se acentuam paroxítonas terminadas em O (cego) ou EM (homem). Por que então acentuar as paroxítonas voo e veem?

Só para criar uma regra especial de hiato? Ora, vamos economizar, o tempo é de crise.

Até.