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MAR Jangadeiro

por Orlando Nunes

Abril 2016

Português para extraterrestres

Por Orlando Nunes em Concordância verbal

25 de Abril de 2016

(FOTO: Divulgação)

(FOTO: Divulgação)

“Depois da aparição de objetos voadores não identificados (OVNIs), fatos estranhos começaram a haver na misteriosa cidadezinha do sertão cearense.”

Em relação ao fragmento de texto acima, é correto afirmar:

(A) Está adequado à norma culta da língua portuguesa

(B) Há um erro de regência verbal

(C) Há um erro de concordância nominal

(D) Há um erro de regência nominal

(E) Há um erro de concordância verbal

GABARITO: E

COMENTÁRIO: O verbo “haver”, quando sinônimo de “existir”, “ocorrer” ou “acontecer”, é impessoal (sem sujeito), não é flexionado no plural. Ex.: “Houve (e não *houveram) fatos estranhos”. Há um erro de concordância verbal na frase analisada. O verbo auxiliar da locução verbal não deve ser flexionado no plural. Em vez de “começaram a haver”, o correto seria “começou a haver”, pois o verbo principal da locução (haver) sendo impessoal “transmite” sua impessoalidade ao verbo auxiliar (começou). Na frase, “fatos estranhos” é o objeto direto, e não sujeito (começou a haver fatos estranhos). A inversão dos termos (OD + Verbo) dificulta a análise sintática, e “fatos estranhos” parece ser o sujeito, MAS NÃO É!

Reescritura:

“Depois da aparição de objetos voadores não identificados (OVNIs), fatos estranhos começou a haver na misteriosa cidadezinha do sertão cearense.”

Até!

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Português para extraterrestres

Por Orlando Nunes em Concordância verbal

25 de Abril de 2016

(FOTO: Divulgação)

(FOTO: Divulgação)

“Depois da aparição de objetos voadores não identificados (OVNIs), fatos estranhos começaram a haver na misteriosa cidadezinha do sertão cearense.”

Em relação ao fragmento de texto acima, é correto afirmar:

(A) Está adequado à norma culta da língua portuguesa

(B) Há um erro de regência verbal

(C) Há um erro de concordância nominal

(D) Há um erro de regência nominal

(E) Há um erro de concordância verbal

GABARITO: E

COMENTÁRIO: O verbo “haver”, quando sinônimo de “existir”, “ocorrer” ou “acontecer”, é impessoal (sem sujeito), não é flexionado no plural. Ex.: “Houve (e não *houveram) fatos estranhos”. Há um erro de concordância verbal na frase analisada. O verbo auxiliar da locução verbal não deve ser flexionado no plural. Em vez de “começaram a haver”, o correto seria “começou a haver”, pois o verbo principal da locução (haver) sendo impessoal “transmite” sua impessoalidade ao verbo auxiliar (começou). Na frase, “fatos estranhos” é o objeto direto, e não sujeito (começou a haver fatos estranhos). A inversão dos termos (OD + Verbo) dificulta a análise sintática, e “fatos estranhos” parece ser o sujeito, MAS NÃO É!

Reescritura:

“Depois da aparição de objetos voadores não identificados (OVNIs), fatos estranhos começou a haver na misteriosa cidadezinha do sertão cearense.”

Até!