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MAR Jangadeiro

por Orlando Nunes

O buraco é mais embaixo ou em baixo?

Por Orlando Nunes em Dica

22 de Março de 2014

É necessário muita cautela diante de questões… ortográficas.

Ora escrevemos embaixo, “tudo junto”; ora escrevemos em baixo, com dois vocábulos.

Bom de buraco que sou (eu me refiro ao jogo de cartas), apresento um curinga:

 

Escreva “em baixo”, separadamente, quando o vocábulo “baixo” se tratar de um adjetivo, ou seja, vier relacionado a um substantivo:

“Cantava em baixo tom”, “Não viva em baixo astral”.

 

E quando vou escrever “embaixo”, numa só palavra? Resposta: Nos demais casos.

 

“O poeta louco vivia embaixo do viaduto.”

“Embaixo da mesa comia uma gata.” (a gata é o sujeito da oração)

“O buraco é mais embaixo.”

 

É isso o que dizem as cartas.  Estou no marjangadeiro@gmail.com

Até!).

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Todo o elenco do Audax no Verdão

Por Orlando Nunes em Gramática

19 de Março de 2014

Audax pretende firmar parceria com Icasa.

Assim, todos jogadores do Audax jogariam pelo Verdão do Cariri . Todo elenco paulista, bem como sua Comissão Técnica, viriam para o Ceará por empréstimo.

 

Agora vamos da grama à gramática, que é nosso campo aqui no Tribuna.

 

TODO X TODO O

Há diferença semântica entre as expressões “todo elenco” e “todo o elenco”?

Naturalmente.

Poderíamos reescrever a primeira estrutura, sem alterar seu sentido, deste modo: “Qualquer elenco”. Ex.: “Todo/qualquer elenco pode ser reforçado com novos atletas”.

A segunda estrutura (Todo o elenco) equivale a “O elenco inteiro”. Ex.: “Todo o elenco/O elenco inteiro pode ser reforçado com novos atletas”.

Na estrutura 1 (todo elenco), nos referimos a mais de uma equipe, na verdade a qualquer equipe. Na estrutura 2, a referência é a apenas um time de futebol.

 

TODOS OS

Com o pronome no plural (todos), não há tabelinha, sempre empregaremos o artigo depois dele e antes do substantivo: todos os jogadores, e não *todos jogadores.

 

CONCORDÂNCIA

“Todo o elenco paulista, bem como sua Comissão Técnica, viria para o Ceará por empréstimo.”

Observe que o verbo não deve ser flexionado no plural nessa estrutura. O sujeito (sublinhado) está no singular; o verbo concorda com o sujeito em número e pessoa.

 

REESCRITA

Audax pretende firmar parceria com Icasa.

Assim, todos os jogadores do Audax jogariam pelo Verdão do Cariri. Todo o elenco paulista, bem como sua Comissão Técnica, viria para o Icasa por empréstimo.

 

Hoje, dia 19, é feriado no Ceará, estou no marjangadeiro@gmail.com

Até!

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Tem sujeito que não se enxerga

Por Orlando Nunes em Sintaxe

08 de Março de 2014

“Depois de reclamar demais em campo, o árbitro finalmente expulsou o atleta.”

 

PERÍODO COMPOSTO

Temos acima um período formado por duas orações.

– oração subordinada adverbial temporal: “Depois de reclamar demais em campo”.

– oração principal: “o árbitro finalmente expulsou o atleta”.

 

LEDO ENGANO

A estrutura sintática apresentada, contudo, revela-se inadequada. Não temos dúvida quanto à identificação do sujeito da oração principal: “o árbitro”. Mas qual o sujeito da oração subordinada? Se levarmos a sério a estruturação da frase, diríamos que é também “o árbitro”.

 

QUEM É QUEM

O tal “conhecimento de mundo”, entretanto, nos avisa que não é bem assim, quem reclamava demais em campo não era o árbitro, mas o atleta. O atleta, que reclamava demais, foi expulso.

 

PERNAS TORTAS

O “defeito” sintático do período referido é que o sujeito da oração subordinada (diferente do sujeito da oração principal) não veio expresso na frase, tornando-a, no mínimo, ambígua. A estrutura dribla o leitor, levando-o a crer que o sujeito das duas orações é o mesmo.

 

REESCRITA

“Depois de o atleta reclamar demais em campo, o árbitro o expulsou”.

Ou, fazendo com que o sujeito da oração subordinada seja o mesmo da oração principal, sem, contudoa, comprometer o sentido real da informação:

“Depois de reclamar demais em campo, o atleta foi expulso pelo árbitro”

.

Nesta última construção, “o árbitro” desempenha a função sintática de “agente da passiva”.

PLACA DE ACRÉSCIMOS: 2

1-      Os árbitros de futebol vão bem melhor de agente da passiva do que como sujeito.

2-      Domingo tem Clássico-Rei: mãos frias e pés gelados sob um sol de 40 graus.

Até!

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O erro de português mais frequente da imprensa cearense

Por Orlando Nunes em Dica

02 de Março de 2014

Neste carnaval de 2014, de uma hora para outra, fizeram-me uma pergunta… descontextualizada, digamos. A resposta eu já expunha desde 2012.:

 

– Com sua experiência de cem anos de solidão …,

qual o erro mais frequente do jornalismo impresso cearense?

 

Resposta: há cem anos, numa aula no jornal O POVO, o professor Myrson Lima comentou que a Redação (não a do jornal O POVO, mas a do cearense, de modo geral) desconhece análise sintática.  Pois no meu trabalho diário, de cem anos, assino embaixo, e provo se quiser.

O maior erro da imprensa escrita cearense é o desconhecimento sintático. Excelentes redatores (e os outros) escrevem “de ouvido”. Escrevem bem, mas  sem controle sintático.

O Sistema Jangadeiro de Comunicação, graças à visão de um visionário (redundância?), vai mudar essa realidade. Cyro Thomás quer uma redação consciente da norma culta da língua portuguesa. Falei pra ele que era uma missão minha. Doravante, cobrem de mim.

O idioma Jangadeiro será o melhor do estado, por A mais B.

 

marjangadeiro@gmail.com

até!

 

 

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Dia a dia ou dia-a-dia?

Por Orlando Nunes em Ortografia

22 de Fevereiro de 2014

“De saltimbancos ao dia-a-dia de luxo em 100 anos” ou

“De saltimbancos ao dia a dia de luxo em 100 anos”

 

Há bem pouco tempo, nosso cotidiano era farto de hifens.

Mas, hoje em dia, os substantivos compostos formados a partir de três vocábulos perderam o traço de união, o hífen. Na verdade não houve perda, propriamente, e sim um rapa, um furto.

O novo Acordo Ortográfico é o principal suspeito. Não, minto, ele é réu confesso.

 

CASA DA MÃE JOANA

Se o que nos resta é o “dia a dia” livre dos hifens, por que não aproveitar a folga do “fim de semana” para comer “pão de ló” e “pé de moleque” na “casa da mãe joana”?

Sem hífen esses compostos ficam menos calóricos, garante a nova embalagem ortográfica.

Noutros tempos, de fato, os comensais abusavam dos pés-de-moleque e dos pães-de-ló recheados de hifens. Ignorávamos completamente o risco de vida. Atentos a isso, os imortais da academia bolaram um plano para salvar o planeta luso do pecado da gula, afinal a meta era a de um mundo mais magro, com menos palitos de dente. Então, lançaram mão do jeitinho brasileiro: aqui e agora só comeremos pães de ló e pés de moleque desifenizados. Pois, pois.

 

PRESERVANDO A NATUREZA

Mantém-se o hífen, no entanto, quando o composto designa espécie botânica ou zoológica:

copo-de-leite, fava-de-santo-inácio; andorinha-do-mar, bem-te-vi, mico-leão-dourado, etc.

 

ROLEZINHO

Se você formar um grupinho de três ou mais elementos e não se tratar de um vegetal ou de um animal, saiba que sua integridade estará ameaçada. Vão passar a mão nos seus hifens.

Ou seja: tu tens três ou mais vocábulos formando uma unidade semântica e este conjunto não indica espécie vegetal ou animal? Pois também não empregues mais o hífen. Sempre? Quase!

 

No Brasil (graças ao Volp) temos somente seis exceções à nova regra:

água-de-colônia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia,

à queima-roupa. Essas mantiveram o hífen, mesmo morando fora do reino vegetal ou animal.

 

Assim sendo, vamos à reescrita: “De saltimbancos ao dia a dia de luxo em 100 anos.”

 

O VOLP É LEI

Obs. Quem é esse tal de Volp, é brasileiro? É sim, e tem nome completo e tudo: Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (da Academia Brasileira de Letras). O Volp não é legal?

Estou no marjangadeiro@gmail.com

Até!

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Comer cachorro quente dá cadeia

Por Orlando Nunes em Ortografia

15 de Fevereiro de 2014

Sabemos (ou devemos saber) que uma mesa redonda não se confunde com uma mesa-redonda.

Do mesmo modo, um cachorro quente é bicho diferente de um cachorro-quente.

Em mesa redonda e cachorro quente, temos duas palavras independentes, uma locução. A palavra da direita (redonda ou quente) é um adjetivo que modifica, qualifica o substantivo à esquerda (mesa ou cachorro).

Nas locuções, as palavras mantêm a integridade semântica, cada uma conserva seu sentido real, denotativo.

Assim, uma mesa redonda é uma mesa em forma de um círculo; um cachorro quente é um cão com febre, por exemplo (um vira-lata, ao meio-dia, perambulando pelas ruas pra lá de ensolaradas de Fortaleza também é um cachorro quente (mesmo sem febre).

Mas eis que entra em ação a incomparável capacidade humana de criar e recriar.

E o homem diz: Quero um cachorro-quente!

E, nessa junção, os vocábulos perdem (poeticamente) o sentido literal e individual.

Não tenho mais uma locução (duas ou mais palavras independentes), mas um composto, uma palavra composta (o hífen, na escrita, comprova a união).

Cachorro-quente é um sanduíche; mesa-redonda, uma reunião, um debate.

 

Enem pra que te quero

Agora o leitor já adquiriu informação suficiente para responder adequadamente à questão proposta (de legislação ortográfica).

 

Quem come cachorro quente comete um crime

(a)   contra o código de defesa do consumidor

(b)   contra o código de proteção aos animais

(c)    contra a ortografia da língua portuguesa

(d)   crime de atentado ao pudor

(e)   todas as alternativas são verdadeiras

 

GABARITO OFICIAL DA BANCA: E, de “Eita, MAR!”

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Concordância verbal contra sarampo

Por Orlando Nunes em Concordância verbal

08 de Fevereiro de 2014

Um milhão será ou serão investidos?

Milhão (assim como bilhão, trilhão) é um substantivo masculino singular. Desse modo, digo (ou escrevo) um milhão SERÁ investido.

 

Mas vamos “sofisticar” um pouco essa estrutura:

 

Um milhão de reais (SERÁ ou SERÃO) investido(s).

Nessa nova estrutura de frase, junto ao núcleo do sujeito (milhão), acrescentamos um termo especificador no plural (de reais). Assim, o verbo tanto pode concordar com o núcleo (no singular) como pode concordar com o especificador (no plural).

– Um milhão de reais será gasto na obra.

– Um milhão de reais serão gastos na obra.

 

Hora de aumentar o “nível de sofisticação” da estrutura sintática:

 

“Um milhão de crianças será vacinado”, certo? Tecnicamente (gramaticalmente), sim. Mas quem escreve é um redator ou um robô? Admitamos que seja um redator.

 

Um redator, sabendo que a concordância atrativa do verbo com o termo especificador também é correta nesse caso, pode (ou deve) optar por esta estrutura:

– Um milhão de crianças serão vacinadas.

 

Só dá robô

Observe esta nova estrutura: “Das crianças da cidade, um milhão será vacinado.

 

Percebeu o perigo de contágio? Colocaram o termo especificador plural no início da frase, depois o núcleo do sujeito (milhão) e, em seguida, o verbo. E agora, redator?

 

Possibilidade 1 – concordando com o núcleo (milhão):

“Das crianças da cidade, um milhão será vacinado.

 

Possibilidade 2 – concordância atrativa (com o termo mais próximo, portanto):

“Das crianças da cidade, um milhão será vacinado.

 

O núcleo do sujeito (milhão) também é o termo mais próximo do verbo. O termo especificador plural (de crianças) ficou distante do verbo. Logo, verbo no singular.

 

Moral da história: robô não pega sarampo, mas gente sim.

 

Dia D. O mais importante: crianças até cinco anos de idade devem ser vacinadas neste fim de semana contra o sarampo. Não há discordância verbal quanto a isso.

 

Estou no marjangadeiro@gmail.com

Até!

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Um dos que receberá ou receberão?

Por Orlando Nunes em Concordância verbal

01 de Fevereiro de 2014

Com a expressão um dos que, o verbo flexiona-se no plural ou permanece no singular? Em outras palavras: Qual a concordânciaverbal adequada no período a seguir?

Um dos jogadores que (foi OU foram contratado(s) já (está OU estão) em Fortaleza.”

 

Dica de redação: com um dos que, flexione o verbo no plural:

 

Ele é um dos deputados que mais faltam às sessões na Câmara.

Ele é um dos parlamentares que mais lutam por esta causa na Assembleia.

O atleta é um dos que mais receberam cartão vermelho no campeonato.

Ele é um dos jogadores que foram contratados recentemente pelo clube.

 

Por que o plural? Porque as estruturas acima equivalem a

 

Dos deputados que mais faltam às sessões, ele é um (deles)

Dos parlamentares que mais lutam por esta causa, ele é um (deles)

Dos atletas que mais recebem cartão vermelho, ele é um (deles)

Dos jogadores que foram contratados recentemente, ele é um (deles)

 

De volta ao período destacado no início do texto:

 

“Um dos jogadores que foram contratados (foram, terceira pessoa do plural) já…

… já (está ou já estão?) em Fortaleza. Um delesestá, naturalmente.

 

Resposta da questão proposta:

Um dos jogadores que foram contratados está em Fortaleza”.

 

Toda regra range. Como a vida não teria a menor graça sem a excepcionalidade, há estrutura em que, apesar do emprego da expressão um dos que, o verbo não se flexiona. Isso ocorre, p. ex., quando entra em campo a seleção da exclusividade:

“A Arena Castelão é um dos estádios cearenses que receberá jogos oficiais da Copa”.

Ou seja, dos estádios do Ceará, somente o Castelão receberá jogos oficiais da Copa.

 

Estou no marjangadeiro@gmail.com

Até!

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Da Grama à Gramática – Regência Verbal

Por Orlando Nunes em Regência

25 de Janeiro de 2014

A depender do campo semântico…

o verbo implicar ora é transitivo direto (aquele tipo de verbo cujo complemento não vem precedido de preposição), ora é transitivo indireto (seu complemento vem precedido por uma destas preposições: a, de, em, para, com, contra, por).

 

Observe o desempenho (sin)tático do verbo implicar em três campos semânticos distintos.

 

1- Implicar – sinônimo de “acarretar”: transitivo direto (sem preposição):

“Sua saída do time implicará grande perda (e não implicará em grande perda) à equipe”.

 

2- Implicar – (com algo ou alguém)”: transitivo indireto (com a preposição com):

“O treinador implicava com o bandeirinha o tempo todo”.

 

3- Implicar-se (envolver-se): transitivo indireto (com a preposição em):

“O cartola implicou-se em negócios suspeitos”.

 

Resumo: evite, em linguagem formal (noticiário jornalístico, por exemplo, a estrutura…

IMOLICAR EM.

Essa preposição só “aparece” quando o verbo é pronominal:

IMPLICAR-SE EM.

 

Dúvidas? Mensagens para o marjangadeiro@gmail.com

 

Até!

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Às vezes tem crase, mas nem todas as vezes

Por Orlando Nunes em Crase

18 de Janeiro de 2014

Uma dica de “crase” trazida ao Brasil por meu amigo Pedro Álvares Cabral em 1500, mas que continua uma gatinha: quando usar o acento indicativo de crase com a expressão “as vezes”?

Com ou sem crase?

“Iracema as vezes vai à praia, mas nem todas as vezes banha-se no MAR.”

Dica de Cabral, antigo leitor do MAR: substitua a palavra feminina “vezes” por uma masculina. Se antes da palavra masculina empregada vier um “AO”, antes de “vezes” ocorrerá crase.

Em vez de “vezes”, escreverei “domingos” (ou outra palavra masculina qualquer):

“Iracema AOS domingos vai à praia, mas nem todos OS domingos banha-se no MAR.”

Conclusão: graças a navegantes como Cabral, escrevemos:

“Iracema às vezes vai à praia, mas nem todas as vezes banha-se no MAR.”

Comprove a dica relendo o título do post.

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Às vezes tem crase, mas nem todas as vezes

Por Orlando Nunes em Crase

18 de Janeiro de 2014

Uma dica de “crase” trazida ao Brasil por meu amigo Pedro Álvares Cabral em 1500, mas que continua uma gatinha: quando usar o acento indicativo de crase com a expressão “as vezes”?

Com ou sem crase?

“Iracema as vezes vai à praia, mas nem todas as vezes banha-se no MAR.”

Dica de Cabral, antigo leitor do MAR: substitua a palavra feminina “vezes” por uma masculina. Se antes da palavra masculina empregada vier um “AO”, antes de “vezes” ocorrerá crase.

Em vez de “vezes”, escreverei “domingos” (ou outra palavra masculina qualquer):

“Iracema AOS domingos vai à praia, mas nem todos OS domingos banha-se no MAR.”

Conclusão: graças a navegantes como Cabral, escrevemos:

“Iracema às vezes vai à praia, mas nem todas as vezes banha-se no MAR.”

Comprove a dica relendo o título do post.

Estou no marjangadeiro@gmail.com

Até!