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MAR Jangadeiro

por Orlando Nunes

Ano-Novo

Cheio de chavões

Por Orlando Nunes em Crônica

31 de dezembro de 2014

“Lugar-comum: ideia, frase, dito, sem originalidade; banalidade, chavão” – Houaiss

Felizmente em 2014 não ouvi nem li mais aquele lugar-comum campeoníssimo que nos lembra que futebol é uma caixinha de surpresas. Acho que ele descansa em paz agora. Isso nos enche de esperança para o ano novo, pois ainda há muitos chavões no esporte bretão – e noutros campos, claro, mas me limito às quatro linhas, uma paixão nacional.

Poderiam todos os chavões, em 2015, entrar na caixinha de surpresas e partir desta para melhor. Pra começar, podíamos dar um descanso a essa mania de sempre abrir ou fechar tudo com chave de ouro, ora bolas. E, o pior, no mais das vezes, ao apagar das luzes.

Brasileiro deixa tudo pra última hora. Mas, e agora, qual será a bola da vez (outro lugar-comum de causar espécie, que também é mais um lugar-comum deslavado)? Entretanto, nem todo chavão é flagrante, há os mais discretos, que tentam driblar nossas duras críticas, como exemplifico para dirimir dúvidas: “Ele fez o que pôde e o que não pôde”.

O importante nessa historio é que, quando o juiz trilar o apito, nosso time faça as pazes com a vitória, inserido no contexto de subir de série, só assim teremos nossos estádios literalmente lotados ou tomados. Chega de passar mais um ano em brancas nuvens.

Precisamos reencontrar nosso verdadeiro futebol para o torcedor respirar aliviado. Em 2014 perdemos pontos preciosos na reta final, em jogos fáceis onde éramos francos favoritos. E não adianta tapar o sol com uma peneira, culpar o sol escaldante ou as péssimas condições do tapete verde, o jogo é jogado nas quatro linhas, são onze contra onze, não tem essa, o que tá faltando é bola… e vergonha na cara!

Ano novo, vida nova. Jogo é jogo, treino é treino. E na cartada decisiva de 2015 teremos quem sabe uma agradável surpresa, oxalá aplicando à moda da casa uma sonora senão impiedosa goleada de meio a zero no adversário, pois confiamos piamente nos sólidos conhecimentos do professor e em seu poder de fogo para, com seus relevantes serviços prestados, debelar as chamas desse pavoroso incêndio que se alastra no inferno da série C, afinal o que passou, passou e ainda há muita água pra rolar por debaixo da ponte. Agora chega de tanto chavão, de tanto lugar-comum. Aliás, só aceito mais um: Feliz Ano-Novo!

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Quem manda é Teresa

Por Orlando Nunes em Dica

20 de dezembro de 2013

Chega dezembro, lá vem a pergunta: ano novo ou ano-novo?

Burro velho, vou ao nosso pai, o Dicionário. Não, vou aos dicionários (plural).

Pô! Um burro tem mais de um pai? Um burro é um filho duma égua! Elucubrações.

“Nossos pais’ têm várias entradas.

A primeira: ano-novo: ano entrante, ano que começa.

Então, se desejo a alguém “Feliz ano-novo, estou torcendo para que o ano que se inicia seja descomunal, coisa de jegue, um ano bem aloprado, de muita fartura e coisa e tal.

A segunda entrada: ano-novo: dia 1º de janeiro, ano-bom. Assim, ano-novo é também o dia da festa das Coleguinhas no Aterro da Praia de Iracema e do Chiclete no Marina.

Então, ano-novo é tudo! E ano novo não é nada?

Antes da missa do galo, vou dizer uma coisa. Gosto muito da explicação de uma professora chamada Teresa (ela tem um livro só de palavras compostas) que é taxativa: ano-novo é o réveillon; ano novo são os novos 12 meses no lombo.

Pois me decidi: neste e no próximo ano, quem manda é Teresa.

Até!

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O segredo da felicidade.

Por Orlando Nunes em Homenagem

31 de dezembro de 2012

Ano-novo é substantivo composto, vem daí o tracinho de união. Felicidade é simples, vem da união.

Feliz Ano-Novo, Felicidade!

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O segredo da felicidade.

Por Orlando Nunes em Homenagem

31 de dezembro de 2012

Ano-novo é substantivo composto, vem daí o tracinho de união. Felicidade é simples, vem da união.

Feliz Ano-Novo, Felicidade!