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MAR Jangadeiro

por Orlando Nunes

ordem dos termos

O advérbio é um bom capoeira

Por Orlando Nunes em Dica

16 de Janeiro de 2013

“A equipe que estava reescrevendo o texto ontem concluiu o trabalho.”

Quantas orações há neste período? Resposta: duas.

  1.  A equipe concluiu o trabalho (principal)
  2. que estava reescrevendo o texto (adjetiva)

A segunda pergunta do dia: a qual das duas orações pertence o advérbio “ontem”?

  1. A equipe concluiu o trabalho ontem (principal) ou
  2. que estava reescrevendo o texto ontem (adjetiva)?

Ambiguidade, eis a questão. A posição do adjunto adverbial de tempo (ontem) na frase em destaque permite dupla interpretação. A dica de hoje é: tome cuidado com a ordem dos termos da frase. O adjunto adverbial, então, é um bom capoeira; bobeou, vem rasteira.

Duas defesas, entre outras, para desfazer a ambiguidade:

  1. “A equipe que estava reescrevendo o texto concluiu o trabalho ontem.”
  2. Ontem a equipe que estava reescrevendo o texto concluiu o trabalho.”

Nas duas estruturas acima, não há dúvida de que “ontem” se refere à data de conclusão do trabalho. Mas, se “ontem” se referisse à data de reescrita do texto, como deixar clara tal informação? Vamos encerrar com duas frases para traduzir essa ideia, sem ambiguidade.

  1. “A equipe que estava reescrevendo ontem o texto concluiu o trabalho.”
  2. “A equipe que estava ontem reescrevendo o texto concluiu o trabalho.”

É isso. O adjunto adverbial é um bom capoeira, ninguém pode negar.

Contato: marjangadeiro@gmail.com

Grande abraço.

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Primeiro eu

Por Orlando Nunes em Dica

05 de agosto de 2012

O PAC (Piedade Atlético Clube) não andou em campo neste primeiro domingo de agosto – uma derrota humilhante dentro de casa para o Ajax do Acaracuzinho.

Eu, Ludovico e Pardal fomos considerados os responsáveis pela queda do PAC.

Não vamos mais falar do PAC, tampouco tampar o sol com uma peneira e apresentar uma defesa tonta para o trio de marcação do meio de campo do Piedade Atlético Clube.

Jogamos mal mesmo, não dormimos bem na véspera do jogo – aliás, não dormimos na véspera do jogo, fomos convidados para a festa de dez anos dos Aviões do Forró.

Álcool e volante não combinam – Eu, Pardal e Ludovico somos os três volantes do PAC. Um por todos e todos por um. Forró e futebol combinam – dançamos todos.

Agora é bola pra frente, levantar a cabeça e lançar mão de todos os chavões – perdemos a batalha, não perdemos a guerra, futebol tem dessas coisas, é uma caixinha de surpresas. Vamos conversar durante a semana com o professor e botar ordem na casa.

Virando o jogo

Professor, ordem na casa, isso mesmo. O assunto da coluna de hoje não é futebol, nunca foi ou será, este blog não trata disso, estou é fazendo cera e posso ser punido por isso. Eu, Ludovico e Pardal seremos responsabilizados pelo bisonho desempenho do PAC.

A pergunta é: por que comecei a frase com “Eu”, e não com “Ludovico” ou “Pardal”?

Não se trata de egocentrismo, não. A dica de hoje é a seguinte: quando “eu” e outra(s) pessoa(s) integram uma estrutura de frase cujo conteúdo não é dos mais racomendáveis, manda a etiqueta (boa educação?) que “EU” vá na frente para o buraco. Em contrapartida, se a mensagem é positiva, o último a comer do bolo será o educado “EU”.

Ludovico, Pardal e eu seremos homenageados em breve com o troféu Limão com Mel.

Claro como água que passarinho não bebe?

Dúvidas, debates e desaforos, mande mensagem: marjangadeiro@gmail.com

Abraço.

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Primeiro eu

Por Orlando Nunes em Dica

05 de agosto de 2012

O PAC (Piedade Atlético Clube) não andou em campo neste primeiro domingo de agosto – uma derrota humilhante dentro de casa para o Ajax do Acaracuzinho.

Eu, Ludovico e Pardal fomos considerados os responsáveis pela queda do PAC.

Não vamos mais falar do PAC, tampouco tampar o sol com uma peneira e apresentar uma defesa tonta para o trio de marcação do meio de campo do Piedade Atlético Clube.

Jogamos mal mesmo, não dormimos bem na véspera do jogo – aliás, não dormimos na véspera do jogo, fomos convidados para a festa de dez anos dos Aviões do Forró.

Álcool e volante não combinam – Eu, Pardal e Ludovico somos os três volantes do PAC. Um por todos e todos por um. Forró e futebol combinam – dançamos todos.

Agora é bola pra frente, levantar a cabeça e lançar mão de todos os chavões – perdemos a batalha, não perdemos a guerra, futebol tem dessas coisas, é uma caixinha de surpresas. Vamos conversar durante a semana com o professor e botar ordem na casa.

Virando o jogo

Professor, ordem na casa, isso mesmo. O assunto da coluna de hoje não é futebol, nunca foi ou será, este blog não trata disso, estou é fazendo cera e posso ser punido por isso. Eu, Ludovico e Pardal seremos responsabilizados pelo bisonho desempenho do PAC.

A pergunta é: por que comecei a frase com “Eu”, e não com “Ludovico” ou “Pardal”?

Não se trata de egocentrismo, não. A dica de hoje é a seguinte: quando “eu” e outra(s) pessoa(s) integram uma estrutura de frase cujo conteúdo não é dos mais racomendáveis, manda a etiqueta (boa educação?) que “EU” vá na frente para o buraco. Em contrapartida, se a mensagem é positiva, o último a comer do bolo será o educado “EU”.

Ludovico, Pardal e eu seremos homenageados em breve com o troféu Limão com Mel.

Claro como água que passarinho não bebe?

Dúvidas, debates e desaforos, mande mensagem: marjangadeiro@gmail.com

Abraço.