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MAR Jangadeiro

por Orlando Nunes

ordem e progresso

Pontuação: É penta!

Por Orlando Nunes em Gramática

25 de julho de 2013

Salve, navegante do MAR Jangadeiro. Iniciamos neste post uma série de textos dedicada ao estudo da pontuação, o flagelo de muitos redatores. Contudo, ninguém é mais flagelado que o próprio leitor diante de um texto que tropeça nas vírgulas e nos demais sinais de pontuação.

Vírgula não é oxigênio

Creio que a maior parte dos leitores já deve ter tido contato com o alerta de algum professor de português a respeito da desvinculação entre pausa respiratória e vírgula. É isso mesmo, a vírgula é um sinal de pontuação associado meramente à estrutura sintática da frase, relaxe.

Onde há ordem, não há vírgula

Em português, há uma ordem tradicional de disposição dos termos da frase. Leitores que somos, já nos acostumamos a essa ordem, também conhecida por ordem direta. Quando dispomos os termos da frase segundo essa ordem tradicional, deixamos as vírgulas de molho.

Ordem e Progresso

Brasileiras e brasileiros, eis os termos perfilados segundo a tradição de nossa pátria, a língua portuguesa é nossa pátria: sujeito – verbo – complemento verbal (objeto direto e/ou indireto).

Assim sendo, não separe com uma vírgula o sujeito do verbo.

Assim sendo, não separe com uma vírgula o verbo do objeto.

Você sabia?

Você sabe quantas frases tem um jornal, um jornal parrudo daqueles de domingo? Claro que você tem mais o que fazer do que contar as frases do jornal num domingo de sol. Mas eu não tenho e contei para você, leitor dileto do MAR Jangadeiro. Vou contar para você agora, já.

Um jornal de domingo tem cinco frases, igual àquele jornal magrinho da segunda-feira. Tudo que escrevemos, aliás, não passa de cinco frases (isso não é uma hipérbole às avessas, um jeitinho brasileiro de não torturar ou um pau de arara de algodão-doce – é tudo verdade).

Se formos rigorosos, encontraremos seis frases. Mas a Nomenclatura Gramatical Brasileira (NGB), diplomática e didática, não comprou a briga e reconhece somente cinco filhos, cinco frases. O resto é mar e lenda.

Penso, logo...

Então, dileto, para aprender a pontuar, você precisa dominar apenas cinco estruturas de frase. É isso que vamos fazer na série Pontuação: É penta! Senta, que vamos começar.

Toda segunda-feira, publicamos um post do penta, a pontuação passo a passo. Começa dia 29.

Concluiremos bem antes do hexa de 2014, e ponto final.

Até!

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Pontuação: É penta!

Por Orlando Nunes em Gramática

25 de julho de 2013

Salve, navegante do MAR Jangadeiro. Iniciamos neste post uma série de textos dedicada ao estudo da pontuação, o flagelo de muitos redatores. Contudo, ninguém é mais flagelado que o próprio leitor diante de um texto que tropeça nas vírgulas e nos demais sinais de pontuação.

Vírgula não é oxigênio

Creio que a maior parte dos leitores já deve ter tido contato com o alerta de algum professor de português a respeito da desvinculação entre pausa respiratória e vírgula. É isso mesmo, a vírgula é um sinal de pontuação associado meramente à estrutura sintática da frase, relaxe.

Onde há ordem, não há vírgula

Em português, há uma ordem tradicional de disposição dos termos da frase. Leitores que somos, já nos acostumamos a essa ordem, também conhecida por ordem direta. Quando dispomos os termos da frase segundo essa ordem tradicional, deixamos as vírgulas de molho.

Ordem e Progresso

Brasileiras e brasileiros, eis os termos perfilados segundo a tradição de nossa pátria, a língua portuguesa é nossa pátria: sujeito – verbo – complemento verbal (objeto direto e/ou indireto).

Assim sendo, não separe com uma vírgula o sujeito do verbo.

Assim sendo, não separe com uma vírgula o verbo do objeto.

Você sabia?

Você sabe quantas frases tem um jornal, um jornal parrudo daqueles de domingo? Claro que você tem mais o que fazer do que contar as frases do jornal num domingo de sol. Mas eu não tenho e contei para você, leitor dileto do MAR Jangadeiro. Vou contar para você agora, já.

Um jornal de domingo tem cinco frases, igual àquele jornal magrinho da segunda-feira. Tudo que escrevemos, aliás, não passa de cinco frases (isso não é uma hipérbole às avessas, um jeitinho brasileiro de não torturar ou um pau de arara de algodão-doce – é tudo verdade).

Se formos rigorosos, encontraremos seis frases. Mas a Nomenclatura Gramatical Brasileira (NGB), diplomática e didática, não comprou a briga e reconhece somente cinco filhos, cinco frases. O resto é mar e lenda.

Penso, logo...

Então, dileto, para aprender a pontuar, você precisa dominar apenas cinco estruturas de frase. É isso que vamos fazer na série Pontuação: É penta! Senta, que vamos começar.

Toda segunda-feira, publicamos um post do penta, a pontuação passo a passo. Começa dia 29.

Concluiremos bem antes do hexa de 2014, e ponto final.

Até!