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MAR Jangadeiro

por Orlando Nunes

PAC

Erramos: passar no Enem não é sopa, é água

Por Orlando Nunes em Teste simulado

25 de Março de 2013

enem

O Enem cobra (de duas cabeças) a intertextualidade

Teste (dis)simulado de

Linguagens (vale tudo, da dissertação clássica à receita culinária)

Códigos (todos são secretos, não queira espiar sua redação amanhã)

e Suas Tecnologias para rever as provas mediante recurso serão ignoradas.

Textos de apoio

TEXTO 1

O otimismo de Sinhá Vitória já não lhe fazia mossa. Ela ainda se agarrava a fantasias. Coitada. Armar semelhantes planos, assim bamba, o peso do baú e da cabeça enterrando-lhe o pescoço no corpo. Vidas Secas (1938), Graciliano Ramos

TEXTO 2

É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol

(…)

São as águas de março fechando o verão,
É a promessa de vida no teu coração
        Águas de Março (1972), Tom Jobim

Agora, mãos à obra

O Enem cobra (de duas cabeças) a intertextualidade.

Picado e envenenado pelos instigantes textos de apoio acima copiados (Ctrl C, meu jovem), mate a cobra e mostre o PAC.

Neste (dis)simulado, vc (você, vovô) pode colar (Ctrl V, garoto) despudoradamente.

COMPREENSÃO DE TEXTO – Marque a opção verdadeira (segundo a banca).

(A) Em Vidas Secas, o autor, numa linguagem despida de adjetivos, manifesta sua visão pessimista a respeito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que, na época em que o romance foi escrito (1938), passava por graves problemas de controle artificial de câmbio, emperrando na primeira marcha.

(B)  No nono capítulo de Vidas Secas, o escritor Graciliano Ramos narra a morte da cachorra Baleia, episódio este que, em virtude de sua intensidade dramática, se destaca entre os quadros quase independentes que compõem o romance.

(C)  Infere-se do texto 2 que o compositor e cantor Tom Jobim não botava muita fé na transposição de águas do Rio São Francisco, em razão da idade avançada do Velho Chico, condição esta incompatível com o ritmo acelerado do PAC.

(D) Águas de Março é uma homenagem ao Padroeiro do Ceará, São José, carinhosamente chamado de Vovô por uma devotada legião de torcedores do Alvinegro Mais Famoso de Porangabuçu, bairro do canal de acesso à primeira.

(E)  “É pau, é pedra” reflete o duro contexto de violência nos estádios de futebol brasileiros, que tem como alvo principal não as torcidas organizadas, mas sim todas as sociedades não organizadas, aquelas que não vestem a camisa do clube nos estádios e por isso conhecidas como Sociedades Anônimas.

GABARITO OFICIAL: alternativa B (de Baleia). Mas a briga é feia.

Chamem o soldado Dimas!

Abraço.

Estou no marjangadeiro@gmail.com

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Primeiro eu

Por Orlando Nunes em Dica

05 de agosto de 2012

O PAC (Piedade Atlético Clube) não andou em campo neste primeiro domingo de agosto – uma derrota humilhante dentro de casa para o Ajax do Acaracuzinho.

Eu, Ludovico e Pardal fomos considerados os responsáveis pela queda do PAC.

Não vamos mais falar do PAC, tampouco tampar o sol com uma peneira e apresentar uma defesa tonta para o trio de marcação do meio de campo do Piedade Atlético Clube.

Jogamos mal mesmo, não dormimos bem na véspera do jogo – aliás, não dormimos na véspera do jogo, fomos convidados para a festa de dez anos dos Aviões do Forró.

Álcool e volante não combinam – Eu, Pardal e Ludovico somos os três volantes do PAC. Um por todos e todos por um. Forró e futebol combinam – dançamos todos.

Agora é bola pra frente, levantar a cabeça e lançar mão de todos os chavões – perdemos a batalha, não perdemos a guerra, futebol tem dessas coisas, é uma caixinha de surpresas. Vamos conversar durante a semana com o professor e botar ordem na casa.

Virando o jogo

Professor, ordem na casa, isso mesmo. O assunto da coluna de hoje não é futebol, nunca foi ou será, este blog não trata disso, estou é fazendo cera e posso ser punido por isso. Eu, Ludovico e Pardal seremos responsabilizados pelo bisonho desempenho do PAC.

A pergunta é: por que comecei a frase com “Eu”, e não com “Ludovico” ou “Pardal”?

Não se trata de egocentrismo, não. A dica de hoje é a seguinte: quando “eu” e outra(s) pessoa(s) integram uma estrutura de frase cujo conteúdo não é dos mais racomendáveis, manda a etiqueta (boa educação?) que “EU” vá na frente para o buraco. Em contrapartida, se a mensagem é positiva, o último a comer do bolo será o educado “EU”.

Ludovico, Pardal e eu seremos homenageados em breve com o troféu Limão com Mel.

Claro como água que passarinho não bebe?

Dúvidas, debates e desaforos, mande mensagem: marjangadeiro@gmail.com

Abraço.

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Primeiro eu

Por Orlando Nunes em Dica

05 de agosto de 2012

O PAC (Piedade Atlético Clube) não andou em campo neste primeiro domingo de agosto – uma derrota humilhante dentro de casa para o Ajax do Acaracuzinho.

Eu, Ludovico e Pardal fomos considerados os responsáveis pela queda do PAC.

Não vamos mais falar do PAC, tampouco tampar o sol com uma peneira e apresentar uma defesa tonta para o trio de marcação do meio de campo do Piedade Atlético Clube.

Jogamos mal mesmo, não dormimos bem na véspera do jogo – aliás, não dormimos na véspera do jogo, fomos convidados para a festa de dez anos dos Aviões do Forró.

Álcool e volante não combinam – Eu, Pardal e Ludovico somos os três volantes do PAC. Um por todos e todos por um. Forró e futebol combinam – dançamos todos.

Agora é bola pra frente, levantar a cabeça e lançar mão de todos os chavões – perdemos a batalha, não perdemos a guerra, futebol tem dessas coisas, é uma caixinha de surpresas. Vamos conversar durante a semana com o professor e botar ordem na casa.

Virando o jogo

Professor, ordem na casa, isso mesmo. O assunto da coluna de hoje não é futebol, nunca foi ou será, este blog não trata disso, estou é fazendo cera e posso ser punido por isso. Eu, Ludovico e Pardal seremos responsabilizados pelo bisonho desempenho do PAC.

A pergunta é: por que comecei a frase com “Eu”, e não com “Ludovico” ou “Pardal”?

Não se trata de egocentrismo, não. A dica de hoje é a seguinte: quando “eu” e outra(s) pessoa(s) integram uma estrutura de frase cujo conteúdo não é dos mais racomendáveis, manda a etiqueta (boa educação?) que “EU” vá na frente para o buraco. Em contrapartida, se a mensagem é positiva, o último a comer do bolo será o educado “EU”.

Ludovico, Pardal e eu seremos homenageados em breve com o troféu Limão com Mel.

Claro como água que passarinho não bebe?

Dúvidas, debates e desaforos, mande mensagem: marjangadeiro@gmail.com

Abraço.