alan arkin Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

alan arkin

Crítica: ‘Ajuste de Contas’ é uma comédia com boas doses de nostalgia

Por Thiago Sampaio em Crítica

14 de Janeiro de 2014

Pôster de 'Ajuste de Contas'

Pôster de ‘Ajuste de Contas’ – Foto: Divulgação

Reunir os intérpretes de Rocky Balboa (dos seis filmes da franquia Rocky, 76, 79, 82, 85, 90 e 2006) e Jake La Motta (Touro Indomável, 1980), os dois maiores boxeadores do cinema, para um embate não é uma ideia nada desagradável para os fãs dessas obras. Seguindo esse conceito, “Ajuste de Contas” (Grudge Match, 2013) coloca frente a frente Sylvester Stallone e Robert De Niro, já com idades avançadas, e explora ao máximo a nostalgia (mesmo que os personagens possuam outros nomes) para trabalhar o bom humor.

A trama

Stallone agora se chama Henry “Razor” Sharp, e De Niro é Billy “The Kid” McDonnen, dois boxeadores, já aposentados, que já se enfrentaram duas vezes no auge da carreira, com uma vitória para cada um. Mesmo tendo subido no ringue pela última vez há décadas, eles aceitam se enfrentar em uma última luta para desempatar o confronto histórico. Enquanto se preparam para o confronto, os dois terão que se deparar com pessoas de seus passados: a bela Sally (Kim Basinger), ex-esposa de Razor, e B.J. (Jon Bernthal), filho de The Kid.

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Crítica: Ben Affleck apresenta em ‘Argo’ o seu trabalho mais maduro no cinema

Por Thiago Sampaio em Crítica

16 de novembro de 2012

Pôster de Argo

Pôster de Argo – Foto: Divulgação

Se Ben Affleck tem o seu potencial como ator constantemente questionado por muitos críticos, atrás das câmeras ele tem mostrado um talento impressionante. Após a estreia no bom “Medo da Verdade” e a consolidação no excelente policial “Atração Perigosa”, ele mostra em “Argo” o seu trabalho mais maduro, onde trabalha com liberdade com os detalhes estíliscos que permeiam a indústria cinematográfica ao longo das últimas décadas. Com a premissa de narrar uma história real que ficou em sigilo por muitos anos, ele entrega um dos melhores filmes do ano.

A trama se passa em 4 de novembro de 1979, quando a revolução iraniana atinge seu ápice, militantes atacam a embaixada dos EUA e tomam 52 americanos como reféns. Em meio ao caos, seis pessoas conseguem escapar e se refugiam na casa do embaixador canadense. Sabendo que é apenas questão de tempo até serem encontrados e mortos, o especialista da CIA em “exfiltração”, Tony Mendez (o próprio Affleck), arquiteta um arriscado plano em que finge a realização de um filme de ficção científica para tirá-los do país. Para isso, ele conta com a ajuda do produtor Lester Siegel (Alan Arkin) e do premiado maquiador John Chambers (John Goodman), que conhecem bem como funciona Hollywood.

É fato que o longa-metragem é beneficiado pela história verídica, que por si só, já é um roteiro de cinema. Mas o texto do pouco experiente Chris Terrio, em cima do artigo de Joshuah Bearman, por mais previsível que seja, abre espaço para críticas governamentistas e referências à cultura pop. Por trás de tudo, há a exclamação pelo fato de os Estados Unidos oferecerem inúmeros bloqueios a um plano (e mesmo depois de concluído ser mantido em segredo) que, por causa da dimensão da sua bizarrice e da grande possibilidade de fracasso, pode transformar a imagem de um país em vergonha nacional.

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Crítica: Ben Affleck apresenta em ‘Argo’ o seu trabalho mais maduro no cinema

Por Thiago Sampaio em Crítica

16 de novembro de 2012

Pôster de Argo

Pôster de Argo – Foto: Divulgação

Se Ben Affleck tem o seu potencial como ator constantemente questionado por muitos críticos, atrás das câmeras ele tem mostrado um talento impressionante. Após a estreia no bom “Medo da Verdade” e a consolidação no excelente policial “Atração Perigosa”, ele mostra em “Argo” o seu trabalho mais maduro, onde trabalha com liberdade com os detalhes estíliscos que permeiam a indústria cinematográfica ao longo das últimas décadas. Com a premissa de narrar uma história real que ficou em sigilo por muitos anos, ele entrega um dos melhores filmes do ano.

A trama se passa em 4 de novembro de 1979, quando a revolução iraniana atinge seu ápice, militantes atacam a embaixada dos EUA e tomam 52 americanos como reféns. Em meio ao caos, seis pessoas conseguem escapar e se refugiam na casa do embaixador canadense. Sabendo que é apenas questão de tempo até serem encontrados e mortos, o especialista da CIA em “exfiltração”, Tony Mendez (o próprio Affleck), arquiteta um arriscado plano em que finge a realização de um filme de ficção científica para tirá-los do país. Para isso, ele conta com a ajuda do produtor Lester Siegel (Alan Arkin) e do premiado maquiador John Chambers (John Goodman), que conhecem bem como funciona Hollywood.

É fato que o longa-metragem é beneficiado pela história verídica, que por si só, já é um roteiro de cinema. Mas o texto do pouco experiente Chris Terrio, em cima do artigo de Joshuah Bearman, por mais previsível que seja, abre espaço para críticas governamentistas e referências à cultura pop. Por trás de tudo, há a exclamação pelo fato de os Estados Unidos oferecerem inúmeros bloqueios a um plano (e mesmo depois de concluído ser mantido em segredo) que, por causa da dimensão da sua bizarrice e da grande possibilidade de fracasso, pode transformar a imagem de um país em vergonha nacional.

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