andrew garfield Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

andrew garfield

Crítica: “Até o Último Homem” é o melhor Mel Gibson desde “Coração Valente”

Por Thiago Sampaio em Crítica

14 de Fevereiro de 2017

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Mel Gibson é aquele cara cujo potencial tem sido confundido ao longo dos anos com a sua vida pessoal, de modo que nem ele próprio parecia saber ao certo o que queria para a carreira. Consagrado pelas franquias de ação “Mad Max” (1979, 1981, 1985) e “Máquina Mortífera” (1987, 1989, 1992, 1998), vencedor do Oscar de melhor Filme e Diretor por “Coração Valente” (Braveheart, 1995), se viu em meio a polêmicas envolvendo fanatismo religioso, alcoolismo e agressão à ex-esposa, Oksana Grigorieva.

Ele até voltou a atuar em algumas produções como “Os Mercenários 3” (The Expendables 3, 2014) e “Herança de Sangue” (Blood Father, 2016), mas bem longe do destaque de outrora. Em “Até o Último Homem” (Hacksaw Ridge, 2016), indicado a seis Oscars (Filme, Diretor, Ator, Montagem, Mixagem de Som e Edição de Som), Gibson volta a direção 10 anos depois do polêmico “Apocalypto” (idem, 2006), no que parece ser o seu renascimento como artista, unindo talento por trás das câmeras, religião e a característica dose de loucura.

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Crítica: “O Espetacular Homem-Aranha” consegue superar o filme original

Por Thiago Sampaio em Crítica

06 de julho de 2012

Pôster de “O Espetacular Homem-Aranha” – Foto: Divulgação

Muitos torceram o nariz quando souberam que a franquia “Homem-Aranha” ganharia um recomeço nos cinemas, ignorando os três filmes dirigidos por Sam Raimi entre 2002 e 2007. Afinal, eles não só são recentes e estão frescos na memória dos fãs, como o diretor havia conseguido com eficiência implantar sua visão para o herói, apesar do fraco terceiro filme. Agora fica a pergunta: esse “O Espetacular Homem-Aranha”, dirigido por Marc Webb, justifica a sua realização? A resposta é não. Mas mesmo assim, mostra que uma série ainda melhor pode estar por vir. Por isso, a produção tem muitos méritos.

A história reconta a origem do herói, agora sob um novo ponto de vista. Peter Parker (Andrew Garfield) é um estudante rejeitado por seus colegas e que foi abandonado por seus pais ainda criança, sendo então criado por seu Tio Ben (Martin Sheen) e pela Tia May (Sally Field). Ele está começando uma história com sua primeira paixão, Gwen Stacy (Emma Stone). Após ser picado por uma aranha geneticamente alterada e adquirir superpoderes, ele precisa enfrentar o crime, o vilão Lagarto (Rhys Ifans) e ainda desvendar importantes segredos envolvendo os seus pais.

O longa metragem parece mais um remake do filme de 2002 do que um reboot propriamente dito. Todos os elementos daquele filme estão de volta: a rejeição de Peter no colégio, o seu amor platônico pela garota bonita da turma, o período engraçadinho de adaptação aos poderes, a morte do tio Ben, um conhecido que quer a qualquer custo capturar o aracnídeo, um vilão com afeição pelo jovem, por aí vai. É fácil criticar que algumas mudanças foram forçadas, como ligar a transformação de Peter a seus misteriosos pais, mas foi uma tentativa dos produtores em trazer um diferencial que não acrescenta, mas também não tira o valor da trama. A troca da personagem Mary Jane por Gwen Stacy (que vale frisar, nos quadrinhos originais ela realmente foi a primeira paixão do herói) foi outra mudança pontual e indiferente.

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Crítica: “O Espetacular Homem-Aranha” consegue superar o filme original

Por Thiago Sampaio em Crítica

06 de julho de 2012

Pôster de “O Espetacular Homem-Aranha” – Foto: Divulgação

Muitos torceram o nariz quando souberam que a franquia “Homem-Aranha” ganharia um recomeço nos cinemas, ignorando os três filmes dirigidos por Sam Raimi entre 2002 e 2007. Afinal, eles não só são recentes e estão frescos na memória dos fãs, como o diretor havia conseguido com eficiência implantar sua visão para o herói, apesar do fraco terceiro filme. Agora fica a pergunta: esse “O Espetacular Homem-Aranha”, dirigido por Marc Webb, justifica a sua realização? A resposta é não. Mas mesmo assim, mostra que uma série ainda melhor pode estar por vir. Por isso, a produção tem muitos méritos.

A história reconta a origem do herói, agora sob um novo ponto de vista. Peter Parker (Andrew Garfield) é um estudante rejeitado por seus colegas e que foi abandonado por seus pais ainda criança, sendo então criado por seu Tio Ben (Martin Sheen) e pela Tia May (Sally Field). Ele está começando uma história com sua primeira paixão, Gwen Stacy (Emma Stone). Após ser picado por uma aranha geneticamente alterada e adquirir superpoderes, ele precisa enfrentar o crime, o vilão Lagarto (Rhys Ifans) e ainda desvendar importantes segredos envolvendo os seus pais.

O longa metragem parece mais um remake do filme de 2002 do que um reboot propriamente dito. Todos os elementos daquele filme estão de volta: a rejeição de Peter no colégio, o seu amor platônico pela garota bonita da turma, o período engraçadinho de adaptação aos poderes, a morte do tio Ben, um conhecido que quer a qualquer custo capturar o aracnídeo, um vilão com afeição pelo jovem, por aí vai. É fácil criticar que algumas mudanças foram forçadas, como ligar a transformação de Peter a seus misteriosos pais, mas foi uma tentativa dos produtores em trazer um diferencial que não acrescenta, mas também não tira o valor da trama. A troca da personagem Mary Jane por Gwen Stacy (que vale frisar, nos quadrinhos originais ela realmente foi a primeira paixão do herói) foi outra mudança pontual e indiferente.

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