Blade Runner Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Blade Runner

Crítica: “Blade Runner 2049” já nasce como um novo clássico da ficção científica

Por Thiago Sampaio em Crítica

11 de outubro de 2017

Continuação chega 35 anos depois, não só mantendo as raízes do original, mas ampliando os questionamentos de maneira fiel, atualizada

Foto: Divulgação

Aquele “Blade Runner: O Caçador de Andróides” (Blade Runner, 1982) que foi aos cinemas demorou muito para ser compreendido. Depois de várias versões, em que pequenos detalhes que permeavam a mente do diretor Ridley Scott foram surgindo, o longa ganhou o status de cult por parte dos fãs de sci-fi. Só depois de alguns anos foi possível enxergar melhor que ali não se tratava de um longa de ação, mas uma produção de cunho existencialista.

Após muito se falar sobre uma continuação, projetos cancelados, rejeição dos fãs por considerá-la desnecessária (o que até faz sentido), “Blade Runner 2049” (idem, 2017) chega 35 anos depois, não só mantendo as raízes do original, mas ampliando os questionamentos de maneira fiel, atualizada e, principalmente, arquitetada como um produto de maneira admirável.

A trama é simples: trinta anos após os eventos do primeiro longa, um novo caçador de replicantes, o policial K (Ryan Gosling), do Departamento de Polícia de Los Angeles, desenterra um segredo que tem o potencial de mergulhar o que sobrou da sociedade em caos. A descoberta o leva a uma jornada em busca de Rick Deckard (Harrison Ford), um antigo blade runner (nome atribuído aos caçadores) que está desaparecido há décadas.

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Crítica: “Blade Runner 2049” já nasce como um novo clássico da ficção científica

Por Thiago Sampaio em Crítica

11 de outubro de 2017

Continuação chega 35 anos depois, não só mantendo as raízes do original, mas ampliando os questionamentos de maneira fiel, atualizada

Foto: Divulgação

Aquele “Blade Runner: O Caçador de Andróides” (Blade Runner, 1982) que foi aos cinemas demorou muito para ser compreendido. Depois de várias versões, em que pequenos detalhes que permeavam a mente do diretor Ridley Scott foram surgindo, o longa ganhou o status de cult por parte dos fãs de sci-fi. Só depois de alguns anos foi possível enxergar melhor que ali não se tratava de um longa de ação, mas uma produção de cunho existencialista.

Após muito se falar sobre uma continuação, projetos cancelados, rejeição dos fãs por considerá-la desnecessária (o que até faz sentido), “Blade Runner 2049” (idem, 2017) chega 35 anos depois, não só mantendo as raízes do original, mas ampliando os questionamentos de maneira fiel, atualizada e, principalmente, arquitetada como um produto de maneira admirável.

A trama é simples: trinta anos após os eventos do primeiro longa, um novo caçador de replicantes, o policial K (Ryan Gosling), do Departamento de Polícia de Los Angeles, desenterra um segredo que tem o potencial de mergulhar o que sobrou da sociedade em caos. A descoberta o leva a uma jornada em busca de Rick Deckard (Harrison Ford), um antigo blade runner (nome atribuído aos caçadores) que está desaparecido há décadas.

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