Brian May Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Brian May

Crítica: “Bohemian Rhapsody” é uma ótima ficção sobre uma das principais bandas de todos os tempos

Por Thiago Sampaio em Crítica

06 de novembro de 2018

Foto: Divulgação

Toda cinebiografia está sujeita à visão do seu realizador, sendo inevitável o julgamento por parte de fãs por falta de fidelidade de alguns fatos, adaptação e compilação de outros. Se tratando de uma das bandas mais transgressoras de todos os tempos como o Queen, o nível de exigência é elevado ao cubo. Porém, muitos esquecem a diferença entre um documentário e ficção com liberdades criativas, caso deste “Bohemian Rhapsody” (idem, 2018).

O papel da crítica, no caso, é avaliar o longa-metragem da maneira como ele fora feito e não como poderia ser. O Queen merecia uma direção com tons experimentais, assim como era o som da banda? Um maior aprofundamento das excentricidades de Freddie Mercury? Talvez. Mas aí estamos falando de algo que existe apenas no imaginário de muitos. O filme que foi feito tem uma estrutura apenas correta, de fácil apreciação e que acerta ao emocionar utilizando a principal ferramenta do quarteto: a arte!

Na “história”, Farrokh Bulsara (Rami Malek) e seus companheiros Brian May (Gwilyn Lee), Roger Taylor (Ben Hardy) e John Deacon (Joseph Mazzello) mudam o mundo da música para sempre ao formar a banda Queen, durante a década de 1970. Porém, quando o estilo de vida extravagante de Mercury começa a sair do controle, a banda tem que enfrentar o desafio de conciliar a fama e o sucesso com suas vidas pessoais cada vez mais complicadas.

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Crítica: “Bohemian Rhapsody” é uma ótima ficção sobre uma das principais bandas de todos os tempos

Por Thiago Sampaio em Crítica

06 de novembro de 2018

Foto: Divulgação

Toda cinebiografia está sujeita à visão do seu realizador, sendo inevitável o julgamento por parte de fãs por falta de fidelidade de alguns fatos, adaptação e compilação de outros. Se tratando de uma das bandas mais transgressoras de todos os tempos como o Queen, o nível de exigência é elevado ao cubo. Porém, muitos esquecem a diferença entre um documentário e ficção com liberdades criativas, caso deste “Bohemian Rhapsody” (idem, 2018).

O papel da crítica, no caso, é avaliar o longa-metragem da maneira como ele fora feito e não como poderia ser. O Queen merecia uma direção com tons experimentais, assim como era o som da banda? Um maior aprofundamento das excentricidades de Freddie Mercury? Talvez. Mas aí estamos falando de algo que existe apenas no imaginário de muitos. O filme que foi feito tem uma estrutura apenas correta, de fácil apreciação e que acerta ao emocionar utilizando a principal ferramenta do quarteto: a arte!

Na “história”, Farrokh Bulsara (Rami Malek) e seus companheiros Brian May (Gwilyn Lee), Roger Taylor (Ben Hardy) e John Deacon (Joseph Mazzello) mudam o mundo da música para sempre ao formar a banda Queen, durante a década de 1970. Porém, quando o estilo de vida extravagante de Mercury começa a sair do controle, a banda tem que enfrentar o desafio de conciliar a fama e o sucesso com suas vidas pessoais cada vez mais complicadas.

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