bryan cranston Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

bryan cranston

Crítica: “El Camino” pouco acrescenta a “Breaking Bad”, mas honra o espírito da série

Por Thiago Sampaio em Crítica

19 de outubro de 2019

Foto: Divulgação

Obs: alerta de possíveis spoilers!

Não tem como negar que “Breaking Bad” foi uma das séries mais celebradas dos últimos anos. E por puro mérito! Criada por Vince Gilligan, conseguiu abordar um contexto de degradação humana com muito humor negro, personagens cativantes e uma direção cheia de personalidade. Durou cinco temporadas, contando a história que tinha para ser contada e fechou com um final quase irretocável em 2013.

Por mais que muitos fãs tenham se empolgado com o anúncio de um filme baseado naquele universo, alguns questionaram a sua real necessidade. De fato, “El Camino: A Breaking Bad Movie” (idem, 2019), lançado pela Netflix, é um epílogo que não precisava existir. Ainda assim, é bem realizado, honra o espírito do seriado e desperta a nostalgia nos saudosistas.

Na trama, após fugir do cativeiro onde foi mantido quando sequestrado, Jesse Pinkman (Aaron Paul) inicia uma jornada em busca da própria liberdade, mas antes precisa se reconciliar com o passado, escapar da polícia, para, só então, ter seu futuro garantido.
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Crítica: Entre altos e baixos, reboot de “Power Rangers” funciona

Por Thiago Sampaio em Crítica

26 de Março de 2017

Quando foi anunciado que “Power Rangers” ganharia um reboot, em pleno 2017, a expectativa em geral não foi das mais animadoras. Afinal, a telessérie, adaptação americana do japonês “Super Sentai”, que estreou lá em 1993 e já está na 24ª temporada, fez um enorme sucesso entre o público-alvo, mas o tempo tratou de deixar claro o quanto tudo aquilo era brega, galhofa.

Então, apresentar o grupo de heróis coloridos para a geração atual, mantendo a nostalgia para aquelas crianças que hoje são adultas não era das missões mais fáceis. Felizmente, mesmo entre algumas derrapadas e estranhezas, o resultado é positivo.

O novo filme é reinvenção das origens dos personagens criados por Haim Saban. Jason (Dacre Montgomery), Kimberly (Naomi Scott), Billy (RJ Cyler), Trini (Becky G.) e Zack (Ludi Lin) são cinco adolescentes que se conhecem por acaso e encontram as pedras do poder que lhes concedem poderes extraterrestres.

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Crítica: ‘Godzilla’ enfim ganha uma versão hollywoodiana de respeito

Por Thiago Sampaio em Crítica

20 de Maio de 2014

Pôster de 'Godzilla

Pôster de ‘Godzilla’ – Foto: Divulgação

Criado por Ishirô Honda em 1953, o monstro Godzilla já ganhou nada menos que 28 filmes orientais, além da fraca versão hollywoodiana de 1998, dirigida por Roland Emmerich e estrelada por Matthew Broderick. Ultrapassando a barreira dos 60 anos, o anfíbio gigante volta a ganhar uma releitura estadunidense, porém, desta vez, honrando suas tradições e convencendo, mesmo que o resultado final pudesse ser ainda mais eficiente caso o personagem-título tivesse o destaque que merecia.

Sinopse

Na trama, Joe Brody (Bryan Cranston) presencia um acidente que provoca a morte de várias pessoas na usina nuclear em que trabalha, no Japão. Ele nunca aceitou a catástrofe e, quinze anos depois, continua investigando o acontecido. O filho, Ford Brody (Aaron Taylor-Johnson), se torna soldado do exército americano e, ao reencontrar o pai, descobre que tal acidente teve ligação com criaturas monstruosas que podem ameaçar a estabilidade da população. A maior delas, como é de se esperar, trata-se de Godzilla.

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Confira a lista completa dos vencedores do 71º Globo de Ouro

Por Thiago Sampaio em Cinema

13 de Janeiro de 2014

Dupla de 'Breaking bad', Aaron Paul e Bryan Cranston, receberam os troféus pela Melhor Série - Drama e Melhor Ator, respectivamente

Dupla de ‘Breaking bad’, Aaron Paul e Bryan Cranston, receberam os troféus pela Melhor Série – Drama e Melhor Ator, respectivamente – Foto: Divulgação

A 71ª edição do Globo de Ouro foi realizada no último domingo (12), em Los Angeles. O filme “12 Anos de Escravidão” foi o grande vencedor do prêmio de Melhor Filme – Drama. No entanto, o longa de Steve McQueen levou apenas esse troféu para casa.

“Trapaça”, de David O’Russell (“O Lado Bom da Vida”), foi outro destaque da cerimônia, faturando o prêmio de Melhor Filme – Comédia ou Musical. Pelo filme, Jennifer Lawrence levou o troféu pelo segundo ano consecutivo, desta vez como Melhor Atriz Coadjuvante.

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Crítica: Ben Affleck apresenta em ‘Argo’ o seu trabalho mais maduro no cinema

Por Thiago Sampaio em Crítica

16 de novembro de 2012

Pôster de Argo

Pôster de Argo – Foto: Divulgação

Se Ben Affleck tem o seu potencial como ator constantemente questionado por muitos críticos, atrás das câmeras ele tem mostrado um talento impressionante. Após a estreia no bom “Medo da Verdade” e a consolidação no excelente policial “Atração Perigosa”, ele mostra em “Argo” o seu trabalho mais maduro, onde trabalha com liberdade com os detalhes estíliscos que permeiam a indústria cinematográfica ao longo das últimas décadas. Com a premissa de narrar uma história real que ficou em sigilo por muitos anos, ele entrega um dos melhores filmes do ano.

A trama se passa em 4 de novembro de 1979, quando a revolução iraniana atinge seu ápice, militantes atacam a embaixada dos EUA e tomam 52 americanos como reféns. Em meio ao caos, seis pessoas conseguem escapar e se refugiam na casa do embaixador canadense. Sabendo que é apenas questão de tempo até serem encontrados e mortos, o especialista da CIA em “exfiltração”, Tony Mendez (o próprio Affleck), arquiteta um arriscado plano em que finge a realização de um filme de ficção científica para tirá-los do país. Para isso, ele conta com a ajuda do produtor Lester Siegel (Alan Arkin) e do premiado maquiador John Chambers (John Goodman), que conhecem bem como funciona Hollywood.

É fato que o longa-metragem é beneficiado pela história verídica, que por si só, já é um roteiro de cinema. Mas o texto do pouco experiente Chris Terrio, em cima do artigo de Joshuah Bearman, por mais previsível que seja, abre espaço para críticas governamentistas e referências à cultura pop. Por trás de tudo, há a exclamação pelo fato de os Estados Unidos oferecerem inúmeros bloqueios a um plano (e mesmo depois de concluído ser mantido em segredo) que, por causa da dimensão da sua bizarrice e da grande possibilidade de fracasso, pode transformar a imagem de um país em vergonha nacional.

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Crítica: Ben Affleck apresenta em ‘Argo’ o seu trabalho mais maduro no cinema

Por Thiago Sampaio em Crítica

16 de novembro de 2012

Pôster de Argo

Pôster de Argo – Foto: Divulgação

Se Ben Affleck tem o seu potencial como ator constantemente questionado por muitos críticos, atrás das câmeras ele tem mostrado um talento impressionante. Após a estreia no bom “Medo da Verdade” e a consolidação no excelente policial “Atração Perigosa”, ele mostra em “Argo” o seu trabalho mais maduro, onde trabalha com liberdade com os detalhes estíliscos que permeiam a indústria cinematográfica ao longo das últimas décadas. Com a premissa de narrar uma história real que ficou em sigilo por muitos anos, ele entrega um dos melhores filmes do ano.

A trama se passa em 4 de novembro de 1979, quando a revolução iraniana atinge seu ápice, militantes atacam a embaixada dos EUA e tomam 52 americanos como reféns. Em meio ao caos, seis pessoas conseguem escapar e se refugiam na casa do embaixador canadense. Sabendo que é apenas questão de tempo até serem encontrados e mortos, o especialista da CIA em “exfiltração”, Tony Mendez (o próprio Affleck), arquiteta um arriscado plano em que finge a realização de um filme de ficção científica para tirá-los do país. Para isso, ele conta com a ajuda do produtor Lester Siegel (Alan Arkin) e do premiado maquiador John Chambers (John Goodman), que conhecem bem como funciona Hollywood.

É fato que o longa-metragem é beneficiado pela história verídica, que por si só, já é um roteiro de cinema. Mas o texto do pouco experiente Chris Terrio, em cima do artigo de Joshuah Bearman, por mais previsível que seja, abre espaço para críticas governamentistas e referências à cultura pop. Por trás de tudo, há a exclamação pelo fato de os Estados Unidos oferecerem inúmeros bloqueios a um plano (e mesmo depois de concluído ser mantido em segredo) que, por causa da dimensão da sua bizarrice e da grande possibilidade de fracasso, pode transformar a imagem de um país em vergonha nacional.

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