christoph waltz Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

christoph waltz

Crítica: “007 Contra Spectre” é um agradável retorno às raízes de James Bond

Por Thiago Sampaio em Crítica

12 de novembro de 2015

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

James Bond andando dentro de um círculo, ao som da clássica música-tema de Monty Norman, seguido de um tiro em direção à câmera já virou marca da longínqua série que já dura mais de 50 anos. Vivido por Daniel Craig em quatro longas-metragens, tal vinheta é exibida no início com ele pela primeira vez em “007 Contra Spectre” (Spectre, 2015), já que em “007 – Cassino Royale” (2006) a mesma surge de maneira reformulada e em “007 – Quantum of Solace” (2008) e “007: Operação Skyfall” (2012) ela aparece no final. Mero detalhe? Não! Todo o recomeço da série foi moldado para, agora, o bom e velho espião voltar às suas origens, em um episódio que atinge os objetivos de costurar os fatos e reacender a chama da nostalgia.

Sinopse

Na trama, James Bond (Daniel Craig) vai à Cidade do México com a tarefa de eliminar Marco Sciarra (Alessandro Cremona), sem que seu chefe, M (Ralph Fiennes), tenha conhecimento. Isto faz com que Bond seja suspenso temporariamente de suas atividades e que Q (Ben Whishaw) instale em seu sangue um localizador, que permite que o governo britânico saiba sempre em que parte do planeta ele está. Apesar disto, Bond conta com a ajuda de seus colegas na organização para que possa prosseguir em sua investigação pessoal sobre a misteriosa organização chamada Spectre.

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Crítica: ‘Django Livre’ é o bom Quentin Tarantino fazendo o que sabe de melhor

Por Thiago Sampaio em Crítica

01 de Fevereiro de 2013

Pôster de Django Livre

Pôster de Django Livre – Foto: Divulgação

Não é exagero dizer que os filmes do diretor Quentin Tarantino já são um subgênero do cinema atual. Suas brincadeiras, a influência da cultura pop, o humor como maquiagem para a violência, são características que tornam suas obras tão peculiares. Depois de usar os filmes de guerra como fundo para desfilar suas loucuras criativas em “Bastardos Inglórios”, ele agora ruma para o faroeste e repete a dose com “Django Livre” em grande estilo.

Na trama, Django (Jamie Foxx) é um escravo que acaba sendo comprado pelo Dr. King Schultz (Christoph Waltz), um caçador de recompensas alemão. Após realizar uma missão, Schultz libera Django, embora os dois homens decidam continuar juntos. O alemão resolve então ajudar o novo amigo a salvar a sua esposa de Calvin Candie (Leonardo DiCaprio), um burguês fanático por lutas entre escravos.

Ao longo de “Django”, Tarantino passeia por todas as suas já conhecidas manias de direção ao homenagear o western spaghetti. Desde o visual “retrô” dos créditos iniciais, quebras bruscas de ritmo para a aparição de letreiros explicativos, zooms velozes para simbolizar o olhar de alguém…está tudo lá. Referências pop aos filmes do gênero, a louvável trilha sonora alternativa (que vai desde ritmos pesados até lembranças do saudoso Ennio Morricone), nomes de personagens com alusão a figuras da literatura e do cinema (como Broomhilda Von Shaft e D’Artagnan), também.

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Crítica: ‘Django Livre’ é o bom Quentin Tarantino fazendo o que sabe de melhor

Por Thiago Sampaio em Crítica

01 de Fevereiro de 2013

Pôster de Django Livre

Pôster de Django Livre – Foto: Divulgação

Não é exagero dizer que os filmes do diretor Quentin Tarantino já são um subgênero do cinema atual. Suas brincadeiras, a influência da cultura pop, o humor como maquiagem para a violência, são características que tornam suas obras tão peculiares. Depois de usar os filmes de guerra como fundo para desfilar suas loucuras criativas em “Bastardos Inglórios”, ele agora ruma para o faroeste e repete a dose com “Django Livre” em grande estilo.

Na trama, Django (Jamie Foxx) é um escravo que acaba sendo comprado pelo Dr. King Schultz (Christoph Waltz), um caçador de recompensas alemão. Após realizar uma missão, Schultz libera Django, embora os dois homens decidam continuar juntos. O alemão resolve então ajudar o novo amigo a salvar a sua esposa de Calvin Candie (Leonardo DiCaprio), um burguês fanático por lutas entre escravos.

Ao longo de “Django”, Tarantino passeia por todas as suas já conhecidas manias de direção ao homenagear o western spaghetti. Desde o visual “retrô” dos créditos iniciais, quebras bruscas de ritmo para a aparição de letreiros explicativos, zooms velozes para simbolizar o olhar de alguém…está tudo lá. Referências pop aos filmes do gênero, a louvável trilha sonora alternativa (que vai desde ritmos pesados até lembranças do saudoso Ennio Morricone), nomes de personagens com alusão a figuras da literatura e do cinema (como Broomhilda Von Shaft e D’Artagnan), também.

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