círculo de fogo Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

círculo de fogo

Crítica: “A Colina Escarlate” é uma homenagem de Del Toro ao terror gótico

Por Thiago Sampaio em Crítica

03 de novembro de 2015

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Foto: Divulgação

Não tem como negar que o cineasta Guillermo Del Toro tem uma visão diferenciada quando o assunto é lidar com obras sombrias ou com seres sobrenaturais. Mesmo carregando consigo o fantástico “O Labirinto do Fauno” (El Laberinto Del Fauno, 2006) como referência maior, o cineasta mexicano prova a cada novo projeto o seu talento de exprimir suas principais influências de maneira estilosa e eficiente. Com “A Colina Escarlate” (Crimson Peak, 2015) não é diferente, cumprindo o dever de prender a atração do espectador do início ao fim, ao mesmo tempo em que exibe um show visual.

Sinopse

A trama apresenta a escritora Edith Cushing (Mia Wasikowska), que desde jovem tem tendências a ter contato com mortos. Crescida, ela se apaixona pelo misterioso Sir Thomas Sharpe (Tom Hiddleston) e se muda para sua sombria mansão no alto de uma colina. Habitada também por sua fria cunhada Lucille Sharpe (Jessica Chastain), a casa tem uma história macabra e a forte presença de seres não demora a abalar a sanidade da jovem.

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Crítica: ‘Círculo de Fogo’ é mais um show visual de Guillermo del Toro

Por Thiago Sampaio em Crítica

21 de agosto de 2013

Pôster de 'Círculo de Fogo'

Foto: Divulgação

Qualquer adulto de hoje, que cresceu durante os anos 80 e 90, certamente se divertiu muito assistindo e brincando daqueles seriados de super heróis que entravam em robôs coloridos para combater monstros gigantes. Em Círculo de Fogo (Pacific Rim, 2013), o visionário (diferente de muitos que assim se rotulam, ele merece esse adjetivo) diretor mexicano Guillermo del Toro consegue materializar com eficiência toda essa fantasia.

A trama se passa no futuro, quando criaturas monstruosas, conhecidas como Kaiju, emergem do mar e iniciam uma batalha contra os humanos. Para combatê-los, a humanidade desenvolve uma série de robôs gigantescos, os Jaegers, cada um controlado por duas pessoas através de uma conexão neural. Diante deste cenário, a última esperança é um velho robô, obsoleto, que passa a ser comandado por um antigo piloto (Charlie Hunnam) e uma aspirante (Rinko Kikuchi).

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Crítica: ‘Círculo de Fogo’ é mais um show visual de Guillermo del Toro

Por Thiago Sampaio em Crítica

21 de agosto de 2013

Pôster de 'Círculo de Fogo'

Foto: Divulgação

Qualquer adulto de hoje, que cresceu durante os anos 80 e 90, certamente se divertiu muito assistindo e brincando daqueles seriados de super heróis que entravam em robôs coloridos para combater monstros gigantes. Em Círculo de Fogo (Pacific Rim, 2013), o visionário (diferente de muitos que assim se rotulam, ele merece esse adjetivo) diretor mexicano Guillermo del Toro consegue materializar com eficiência toda essa fantasia.

A trama se passa no futuro, quando criaturas monstruosas, conhecidas como Kaiju, emergem do mar e iniciam uma batalha contra os humanos. Para combatê-los, a humanidade desenvolve uma série de robôs gigantescos, os Jaegers, cada um controlado por duas pessoas através de uma conexão neural. Diante deste cenário, a última esperança é um velho robô, obsoleto, que passa a ser comandado por um antigo piloto (Charlie Hunnam) e uma aspirante (Rinko Kikuchi).

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