Cliff Curtis Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Cliff Curtis

Crítica: “Doutor Sono” encontra o difícil meio termo entre as obras de Stephen King e Stanley Kubrick

Por Thiago Sampaio em Crítica

21 de novembro de 2019

Foto: Divulgação

Fazer uma continuação do clássico “O Iluminado” (The Shinning, 1980) era uma missão pra lá de ingrata. Afinal, Stephen King, autor da obra original, não fez questão alguma de esconder a sua insatisfação com a adaptação nada fiel de Stanley Kubrick. Coube ao eficiente diretor Mike Flanagan encontrar o equilíbrio de modo que agradasse o escritor e sua legião de fãs, ao mesmo tempo que mantivesse viva a memória do longa do início dos anos 80. E ainda que por vezes se mostre indeciso quanto a sua própria proposta, “Doutor Sono” (Doctor Sleep, 2019) é uma nova visita bem honesta com todos que já tiveram alguma participação naquele universo.

Na trama, ainda marcado pelo trauma que sofreu quando criança, Danny Torrance (Ewan McGregor) luta para encontrar o mínimo de paz. Vivendo em constante fuga, ele encontra Abra (Kyliegh Curran), uma adolescente com o mesmo dom extrassensorial que ele. Despertando os fantasmas do passado, o agora adulto se une a garota para combater um grupo que almeja a imortalidade se alimentando do “Brilho” que eles possuem.
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Crítica: “Megatubarão” se beneficiaria caso se levasse ainda menos à sério…

Por Thiago Sampaio em Crítica

16 de agosto de 2018

Foto: Divulgação

Filmes de monstros são uma espécie de subgênero do cinema desde sempre. Suspense com tubarões, então, já foram trabalhados aos montes desde que Steven Spielberg lançou o seu clássico em 1975, chegando ao extremo da autoparódia com a franquia “Sharknado”, que já vai para o sexto episódio. “Megatubarão” (The Meg 2018) chega para visitar novamente essas águas conhecidas e, consciente de que não há muitos materiais novos a serem explorados, acerta ao não se levar à sério. Porém, a superprodução parece temer se reconhecer como uma obra satírica e fica presa num meio termo que tende a encalhar pelo caminho, apesar de algumas ondas empolgantes.

A trama, sem grandes novidades, traz a tripulação de um submarino que fica presa em uma área do do Oceano Pacífico após ser atacada por uma criatura pré-histórica que acreditava-se estar extinta: um tubarão de mais de 20 metros, o Megalodon. Para salvá-los, um oceanógrafo chinês contrata Jonas Taylor (Jason Statham), um mergulhador especializado em resgates em água profundas que já encontrou com a criatura anteriormente.

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Crítica: “Megatubarão” se beneficiaria caso se levasse ainda menos à sério…

Por Thiago Sampaio em Crítica

16 de agosto de 2018

Foto: Divulgação

Filmes de monstros são uma espécie de subgênero do cinema desde sempre. Suspense com tubarões, então, já foram trabalhados aos montes desde que Steven Spielberg lançou o seu clássico em 1975, chegando ao extremo da autoparódia com a franquia “Sharknado”, que já vai para o sexto episódio. “Megatubarão” (The Meg 2018) chega para visitar novamente essas águas conhecidas e, consciente de que não há muitos materiais novos a serem explorados, acerta ao não se levar à sério. Porém, a superprodução parece temer se reconhecer como uma obra satírica e fica presa num meio termo que tende a encalhar pelo caminho, apesar de algumas ondas empolgantes.

A trama, sem grandes novidades, traz a tripulação de um submarino que fica presa em uma área do do Oceano Pacífico após ser atacada por uma criatura pré-histórica que acreditava-se estar extinta: um tubarão de mais de 20 metros, o Megalodon. Para salvá-los, um oceanógrafo chinês contrata Jonas Taylor (Jason Statham), um mergulhador especializado em resgates em água profundas que já encontrou com a criatura anteriormente.

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