Daniel Kaluuya Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Daniel Kaluuya

Crítica: “Pantera Negra” é o filme de herói que o mundo atual precisava

Por Thiago Sampaio em Crítica

02 de Março de 2018

Foto: Divulgação

É fácil nos dias de hoje falar de representatividade. E de fato, um longa-metragem da Marvel Studios com um elenco praticamente todo formado por atores negros é, no mínimo, louvável. Mas o mérito da produção dirigida por Ryan Coogler (“Creed: Nascido Para Lutar, 2015) é não se sustentar nessas causas. O longa abraça todas as vertentes dos blockbusters do gênero e, usando da máquina comercial da Disney como triunfo, “Pantera Negra” (Black Panther, 2018) se torna um “filme de super herói” muito importante para os dias atuais.

Na trama, após a morte do rei T’Chaka (John Kani), o príncipe T’Challa (Chadwick Boseman) retorna a Wakanda para a cerimônia de coroação. Nela são reunidas as cinco tribos que compõem o reino, sendo que uma delas, os Jabari, não apoia o atual governo. T’Challa logo recebe o apoio de amigos e familiares. Juntos, eles vão à procura de Ulysses Klaue (Andy Serkis), que roubou de Wakanda um punhado de vibranium, alguns anos atrás, para evitar que essa luta se transforme em uma guerra mundial.

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Crítica: “Corra!” é mais do que um suspense eficiente…é essencial!

Por Thiago Sampaio em Crítica

19 de Maio de 2017

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Em meio a tantos filmes de suspense que são lançados no mercado, é louvável quando uma produção tenta transmitir algo mais do que apenas dar sustos. No caso de “Corra!” (Get Out, 2017), os ingredientes básicos do gênero são trabalhados de maneira admirável, servindo também como uma forte crítica social, com uma roupagem rara. E não à toa, é até aqui a sensação do ano, colecionando críticas positivas.

Na trama, Chris (Daniel Kaluuya) é um jovem negro que está prestes a conhecer a família de sua namorada caucasiana Rose (Allison Williams). A princípio, ele acredita que o comportamento excessivamente amoroso por parte da família dela é uma tentativa de lidar com o relacionamento de Rose com um rapaz negro, mas, com o tempo, Chris percebe que a família esconde algo muito mais perturbador.

O diretor e roteirista Jordan Peele (mais conhecido pelo seriado de comédia “Key and Peele”) pega um esboço de trama simples para distribuir os mistérios essenciais. Logo quando o personagem Chris chega na casa dos sogros, um típico retrato “tradicional”: casal branco, pai e filho médicos, funcionários negros que agem de maneira quase robótica. Óbvio, o espectador não é besta e sabe o tempo todo que tem algo de errado acontecendo. E propositalmente, as “assombrações” iniciais são justamente os serviçais!

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Crítica: “Corra!” é mais do que um suspense eficiente…é essencial!

Por Thiago Sampaio em Crítica

19 de Maio de 2017

Foto: Divulgação

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Em meio a tantos filmes de suspense que são lançados no mercado, é louvável quando uma produção tenta transmitir algo mais do que apenas dar sustos. No caso de “Corra!” (Get Out, 2017), os ingredientes básicos do gênero são trabalhados de maneira admirável, servindo também como uma forte crítica social, com uma roupagem rara. E não à toa, é até aqui a sensação do ano, colecionando críticas positivas.

Na trama, Chris (Daniel Kaluuya) é um jovem negro que está prestes a conhecer a família de sua namorada caucasiana Rose (Allison Williams). A princípio, ele acredita que o comportamento excessivamente amoroso por parte da família dela é uma tentativa de lidar com o relacionamento de Rose com um rapaz negro, mas, com o tempo, Chris percebe que a família esconde algo muito mais perturbador.

O diretor e roteirista Jordan Peele (mais conhecido pelo seriado de comédia “Key and Peele”) pega um esboço de trama simples para distribuir os mistérios essenciais. Logo quando o personagem Chris chega na casa dos sogros, um típico retrato “tradicional”: casal branco, pai e filho médicos, funcionários negros que agem de maneira quase robótica. Óbvio, o espectador não é besta e sabe o tempo todo que tem algo de errado acontecendo. E propositalmente, as “assombrações” iniciais são justamente os serviçais!

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