David F. Sandberg Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

David F. Sandberg

Crítica: “Shazam!” é o melhor longa da DC desde “Batman: O Cavaleiro das Trevas”

Por Thiago Sampaio em Crítica

05 de Abril de 2019

Foto: Divulgação

Se as adaptações da DC Comics para o cinema ainda dividem opiniões, produzir um longa sobre um garoto que se transforma num adulto que tem praticamente os mesmos poderes do Superman, com um uniforme horroroso e que nunca foi tão badalado, parecia uma ideia que beirava a insanidade. Tudo remava contra o antigo “Capitão Marvel”, que mudou de nome ao ser adquirido pela DC junto a Fawcett Comics no início dos anos 70, por motivos óbvios para não fazer propaganda da concorrente.

Mas a boa notícia é que “Shazam!” (idem, 2019) segue uma boa recuperação do estúdio, sem a preocupação de forçar um universo compartilhado. Se “Mulher Maravilha” (2017) e “Aquaman” (2018) conquistaram boas críticas, este afasta de vez o tom sombrio característico de Zack Snyder e acerta em cheio ao se assumir como uma comédia despretensiosa.

Na trama, Billy Batson (Asher Angel) é um pré-adolescente órfão de 14 anos que vive fugindo de abrigos e famílias adotivas. Mas tudo muda quando ele recebe de um antigo mago o dom de se transformar num super-herói adulto chamado Shazam! (Zachary Levi), cujo nome é um acróstico formado pelas iniciais de Salomão, Hércules, Atlas, Zeus, Aquiles e Mercúrio. Ao gritar a palavra, ele se transforma nessa versão e conta com a ajuda do seu irmão adotivo Freddy (Jack Dylan Grazer) para testar suas habilidades. Contudo, ele precisa aprender a controlar seus poderes para enfrentar o vilão Dr. Thaddeus Sivana (Mark Strong), que deseja roubar o seu dom.
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Crítica: “Annabelle 2: A Criação do Mal” supera o anterior, porém, ainda é um terror genérico

Por Thiago Sampaio em Crítica

18 de agosto de 2017

"Annabelle" (idem, 2014) foi lançado como um spin-off de "Invocação do Mal" (The Conjuring, 2013), apadrinhado pelo diretor James Wan, com a proposta de expandir aquele universo, sem esconder o cunho de caça níquel. Apesar de execrado pela crítica, teve bom resultado, custando apenas U$ 6,5 milhões e faturando U$ 256,8 milhões pelo mundo. Uma continuação sobre a horrorosa boneca demoníaca era quase inevitável e "Annabelle 2: A Criação do Mal" (Annabelle: Creation, 2017) chega apenas três anos depois, com um resultado que, apesar de superior ao antecessor, cai nos mesmos clichês dos longas genéricos.

Foto: Divulgação

“Annabelle” (idem, 2014) foi lançado como um spin-off de “Invocação do Mal” (The Conjuring, 2013), apadrinhado pelo diretor James Wan, com a proposta de expandir aquele universo, sem esconder o cunho de caça níquel. Apesar de execrado pela crítica, teve bom retorno, custando apenas U$ 6,5 milhões e faturando U$ 256,8 milhões pelo mundo. Uma continuação sobre a horrorosa boneca demoníaca era quase inevitável e “Annabelle 2: A Criação do Mal” (Annabelle: Creation, 2017) chega apenas três anos depois, com um resultado que, apesar de superior ao antecessor, cai nos mesmos clichês dos longas genéricos.

A trama mostra a trágica morte da filha de um habilidoso artesão de bonecas. Doze anos depois, ele e sua esposa decidem, por caridade, acolher em sua casa uma freira e dezenas de meninas desalojadas de um orfanato. Atormentado pelas lembranças traumáticas, o casal ainda precisa lidar com um  demônio do passado que ressurge: Annabelle.

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Crítica: “Annabelle 2: A Criação do Mal” supera o anterior, porém, ainda é um terror genérico

Por Thiago Sampaio em Crítica

18 de agosto de 2017

"Annabelle" (idem, 2014) foi lançado como um spin-off de "Invocação do Mal" (The Conjuring, 2013), apadrinhado pelo diretor James Wan, com a proposta de expandir aquele universo, sem esconder o cunho de caça níquel. Apesar de execrado pela crítica, teve bom resultado, custando apenas U$ 6,5 milhões e faturando U$ 256,8 milhões pelo mundo. Uma continuação sobre a horrorosa boneca demoníaca era quase inevitável e "Annabelle 2: A Criação do Mal" (Annabelle: Creation, 2017) chega apenas três anos depois, com um resultado que, apesar de superior ao antecessor, cai nos mesmos clichês dos longas genéricos.

Foto: Divulgação

“Annabelle” (idem, 2014) foi lançado como um spin-off de “Invocação do Mal” (The Conjuring, 2013), apadrinhado pelo diretor James Wan, com a proposta de expandir aquele universo, sem esconder o cunho de caça níquel. Apesar de execrado pela crítica, teve bom retorno, custando apenas U$ 6,5 milhões e faturando U$ 256,8 milhões pelo mundo. Uma continuação sobre a horrorosa boneca demoníaca era quase inevitável e “Annabelle 2: A Criação do Mal” (Annabelle: Creation, 2017) chega apenas três anos depois, com um resultado que, apesar de superior ao antecessor, cai nos mesmos clichês dos longas genéricos.

A trama mostra a trágica morte da filha de um habilidoso artesão de bonecas. Doze anos depois, ele e sua esposa decidem, por caridade, acolher em sua casa uma freira e dezenas de meninas desalojadas de um orfanato. Atormentado pelas lembranças traumáticas, o casal ainda precisa lidar com um  demônio do passado que ressurge: Annabelle.

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