emma stone Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

emma stone

Confira os tradicionais pitacos nas principais categorias do Oscar 2019

Por Thiago Sampaio em Oscar

22 de Fevereiro de 2019

A 91ª cerimônia do Oscar acontece na noite deste domingo (24), no tradicional Teatro Dolby, Hollywood, Los Angeles. E como já é tradição anual aqui no blog, lanço os meus palpites (alguns bem certeiros, outros nem tanto) sobre as principais categorias.

Foto: Divulgação

Enquanto alguns prêmios já são praticamente certos, como o de Melhor Canção para “Shallow”, de “Nasce Uma Estrela”, e o de Melhor Ator Coadjuvante para Mahershala Ali por “Green Book – O Guia”, e outros só faltam mesmo a confirmação, como o de Melhor Animação para “Homem-Aranha no Aranhaverso”, muitos seguem em aberto.

Incluindo a categoria principal, em que “Roma” chega com um leve favoritismo, mas a sombra de “A Favorita” e “Green Book” o afronta. O espetacular “Infiltrado na Klan”, apesar de ter perdido força, não pode ser considerado carta fora do baralho.

Esta foi uma edição rodeada de invenções que não vingaram, começando pela ideia sem noção da criação da categoria Melhor Filme Popular, que felizmente desistiram diante das críticas.

A apresentação inicialmente ficaria a cargo de Kevin Hart, mas após a descobertas de piadas politicamente incorretas feitas por ele no Twitter no passado, ele próprio optou por sair do comando. Pela primeira vez, não haverá um apresentador principal, e sim um rodízio, no melhor estilo Saturday Night Live.

Também foi divulgado que, com o intuito de diminuir a duração da transmissão de quatro horas para três, as categorias Fotografia, Edição, Curta Metragem e Maquiagem seriam anunciadas durante o intervalo. Também mudaram de ideia.

Além das tradicionais apresentações das indicadas a Melhor Canção (que não contarão com SZA e Kendrick Lamar, que concorrem por “All The Stars”, de “Pantera Negra”), um mini show da banda Queen foi confirmado.

Mas chega de conversa fiada e vamos aos palpites!
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Com direito a gafe no final, “Moonlight” tira o principal Oscar de “La La Land”

Por Thiago Sampaio em Oscar

27 de Fevereiro de 2017

Foto: Getty Images

Aconteceu na noite deste domingo (26) a 89ª cerimônia do Oscar 2017, principal premiação do cinema mundial. Em cerimônia conduzida por Jimmy Kimmel, com direito a muita alfinetadas ao presidente americano, o que mais chamou atenção foi um erro no momento do anúncio do prêmio mais aguardado.

Os apresentadores do prêmio de Melhor Filme, Warren Beatty e Faye Dunaway, tinham em mãos o envelope errado (relativo ao prêmio de Melhor Atriz, vencido por Emma Stone) e acabaram equivocadamente anunciando “La La Land – Cantando Estações” como o filme ganhador. Os próprios produtores de La La Land, que já se encontravam no palco discursando, perceberam o erro e anunciaram que o vencedor era “Moonlight: Sob a Luz do Luar”.

Ainda assim, “La La Land – Cantando Estações” foi o maior premiado da noite, levando seis dos 14 prêmios que estava indicado. “Moonlight”, que faturou o Melhor Filme, levou três estatuetas. “Manchester à Beira-Mar” ganhou dois Oscars.

Confira a lista completa dos vencedores:

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Confira as apostas para as principais categorias do Oscar 2017

Por Thiago Sampaio em Oscar

24 de Fevereiro de 2017

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

A 89ª edição do Oscar acontece neste domingo (26), premiando os melhores de 2016. Não é surpresa para ninguém que “La La Land – Cantando Estações”, indicado em 14 categorias, igualando os recordes de “A Malvada” (1950) e “Titanic” (1997), é o grande favorito a levar os principais prêmios. Porém, “Moonlight: Sob a Luz do Luar”, com oito indicações, pode surpreender.

Aqui eu mando os meus pitacos, apontando quem eu acredito que vai levar a estatueta, os motivos, e qual realmente eu acredito que mereceria vencer. Vamos lá!

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Crítica: “La La Land: Cantando Estações” é uma bela homenagem aos musicais e ao jazz

Por Thiago Sampaio em Crítica

20 de Janeiro de 2017

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

“Quando você pode ver todos os clichês de Hollywood em um quarto?”. Essa frase é proferida pela personagem Mia, vivida por Emma Stone, em “La La Land: Cantando Estações” (La La Land, 2016), mas que também pode definir o próprio longa-metragem. A produção, que promete fazer um arrastão nas principais premiações de 2017, em nenhum momento tenta ser original, fazendo uma homenagem aos musicais clássicos de Hollywood. Mas é diferente. Ao mesmo tempo em que transborda nostalgia, a obra de Damien Chazelle caminha com as próprias pernas numa trama sobre sonhos e rumos da vida, transfigurando para a linguagem audiovisual o ritmo do jazz num visual deslumbrante.

A trama, situada em Los Angeles, apresenta Sebastian (Ryan Gosling), um pianista que sonha em ter o seu próprio clube de jazz. Ele acaba se apaixonando por uma atriz aspirante, a sonhadora Mia (Emma Stone). Mas esse amor passa por várias provações, já que começam a se dedicar mais ao trabalho à medida em que vão se tornando bem-sucedidos.

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Crítica: ‘O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro’ repete antigos erros

Por Thiago Sampaio em Crítica

05 de Maio de 2014

Pôster de 'O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro'

Pôster de ‘O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro’ – Foto: Divulgação

Bastaram cinco anos, intervalo entre “Homem-Aranha 3” (Spider-Man 3, 2007) e “O Espetacular Homem-Aranha” (The Amazing Spider-Man, 2012), para a Sony Pictures enterrar a antiga franquia do aracnídeo da Marvel e recomeçá-la do zero em um reboot. Motivo para isso foram as muitas críticas negativas ao terceiro filme, em que prevaleceram os excessos e atropelos no roteiro. O problema é que nesse segundo capítulo da nova saga, “O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro” (The Amazing Spider-Man 2, 2014), os realizadores demonstram não terem aprendido com os próprios erros e voltam a tropeçar nas próprias ambições, entregando uma aventura promissora, porém, irregular.

A trama

A história traz de volta Peter Parker (Andrew Garfield) já acostumado a ser o Homem-Aranha, escondendo a identidade secreta da tia May (Sally Field) enquanto combate o crime. O adolescente continua preocupado com o fantasma da promessa feita ao pai de Gwen Stacy (Emma Stone) de que se afastaria dela para protegê-la, mesmo insistindo no namoro. Ao mesmo tempo ele precisa lidar com o retorno de um velho amigo, Harry Osborn (Dane DeHaan), e o surgimento de um vilão poderoso: Electro (Jamie Foxx). Além disso, o segredo sobre os seus falecidos pais voltam à tona, fazendo-o investigar o passado.

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Crítica: “O Espetacular Homem-Aranha” consegue superar o filme original

Por Thiago Sampaio em Crítica

06 de julho de 2012

Pôster de “O Espetacular Homem-Aranha” – Foto: Divulgação

Muitos torceram o nariz quando souberam que a franquia “Homem-Aranha” ganharia um recomeço nos cinemas, ignorando os três filmes dirigidos por Sam Raimi entre 2002 e 2007. Afinal, eles não só são recentes e estão frescos na memória dos fãs, como o diretor havia conseguido com eficiência implantar sua visão para o herói, apesar do fraco terceiro filme. Agora fica a pergunta: esse “O Espetacular Homem-Aranha”, dirigido por Marc Webb, justifica a sua realização? A resposta é não. Mas mesmo assim, mostra que uma série ainda melhor pode estar por vir. Por isso, a produção tem muitos méritos.

A história reconta a origem do herói, agora sob um novo ponto de vista. Peter Parker (Andrew Garfield) é um estudante rejeitado por seus colegas e que foi abandonado por seus pais ainda criança, sendo então criado por seu Tio Ben (Martin Sheen) e pela Tia May (Sally Field). Ele está começando uma história com sua primeira paixão, Gwen Stacy (Emma Stone). Após ser picado por uma aranha geneticamente alterada e adquirir superpoderes, ele precisa enfrentar o crime, o vilão Lagarto (Rhys Ifans) e ainda desvendar importantes segredos envolvendo os seus pais.

O longa metragem parece mais um remake do filme de 2002 do que um reboot propriamente dito. Todos os elementos daquele filme estão de volta: a rejeição de Peter no colégio, o seu amor platônico pela garota bonita da turma, o período engraçadinho de adaptação aos poderes, a morte do tio Ben, um conhecido que quer a qualquer custo capturar o aracnídeo, um vilão com afeição pelo jovem, por aí vai. É fácil criticar que algumas mudanças foram forçadas, como ligar a transformação de Peter a seus misteriosos pais, mas foi uma tentativa dos produtores em trazer um diferencial que não acrescenta, mas também não tira o valor da trama. A troca da personagem Mary Jane por Gwen Stacy (que vale frisar, nos quadrinhos originais ela realmente foi a primeira paixão do herói) foi outra mudança pontual e indiferente.

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Crítica: “O Espetacular Homem-Aranha” consegue superar o filme original

Por Thiago Sampaio em Crítica

06 de julho de 2012

Pôster de “O Espetacular Homem-Aranha” – Foto: Divulgação

Muitos torceram o nariz quando souberam que a franquia “Homem-Aranha” ganharia um recomeço nos cinemas, ignorando os três filmes dirigidos por Sam Raimi entre 2002 e 2007. Afinal, eles não só são recentes e estão frescos na memória dos fãs, como o diretor havia conseguido com eficiência implantar sua visão para o herói, apesar do fraco terceiro filme. Agora fica a pergunta: esse “O Espetacular Homem-Aranha”, dirigido por Marc Webb, justifica a sua realização? A resposta é não. Mas mesmo assim, mostra que uma série ainda melhor pode estar por vir. Por isso, a produção tem muitos méritos.

A história reconta a origem do herói, agora sob um novo ponto de vista. Peter Parker (Andrew Garfield) é um estudante rejeitado por seus colegas e que foi abandonado por seus pais ainda criança, sendo então criado por seu Tio Ben (Martin Sheen) e pela Tia May (Sally Field). Ele está começando uma história com sua primeira paixão, Gwen Stacy (Emma Stone). Após ser picado por uma aranha geneticamente alterada e adquirir superpoderes, ele precisa enfrentar o crime, o vilão Lagarto (Rhys Ifans) e ainda desvendar importantes segredos envolvendo os seus pais.

O longa metragem parece mais um remake do filme de 2002 do que um reboot propriamente dito. Todos os elementos daquele filme estão de volta: a rejeição de Peter no colégio, o seu amor platônico pela garota bonita da turma, o período engraçadinho de adaptação aos poderes, a morte do tio Ben, um conhecido que quer a qualquer custo capturar o aracnídeo, um vilão com afeição pelo jovem, por aí vai. É fácil criticar que algumas mudanças foram forçadas, como ligar a transformação de Peter a seus misteriosos pais, mas foi uma tentativa dos produtores em trazer um diferencial que não acrescenta, mas também não tira o valor da trama. A troca da personagem Mary Jane por Gwen Stacy (que vale frisar, nos quadrinhos originais ela realmente foi a primeira paixão do herói) foi outra mudança pontual e indiferente.

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