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Gary Dauberman Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Gary Dauberman

Crítica: Inferior ao primeiro, “It – Capítulo 2” compensa com muitos bons valores

Por Thiago Sampaio em Crítica

11 de setembro de 2019

Foto: Divulgação

A nova versão de “It – A Coisa” (It, 2017) foi o longa de terror mais bem sucedido em bilheterias do cinema, faturando mais de U$ 700 milhões pelo mundo. Uma continuação era inevitável não apenas por causa dos resultados, mas pela necessidade de encerrar a história escrita por Stephen King (ainda que o primeiro tenha fechado de maneira satisfatória).

Os números parecem ter subido à cabeça dos realizadores, colocando em prática a ideia de que tudo pode ser ampliado. “It – Capítulo 2” (It Chapter Two, 2019) tem os seus excessos, mas ainda garante vários momentos convincentes e uma conclusão digna para aquela trama, ainda que o horror fique em partes de lado. O que não necessariamente é um problema.

A sinopse: 27 anos depois dos eventos do longa anterior, Mike (Isaiah Mustafa) percebe que o palhaço Pennywise (Bill Skarsgard) está de volta a cidade de Derry. Ele convoca os antigos amigos do “Clube dos Otários” para honrar a promessa de infância e acabar com o inimigo.
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Crítica: “A Freira” cumpre, em partes, o potencial que tem

Por Thiago Sampaio em Crítica

13 de setembro de 2018

Foto: Divulgação

Os dois filmes da franquia “Invocação do Mal” (The Conjuring, 2013, 2016) ganharam um público tão cativo que era natural que os olhos dos produtores, incluindo do diretor James Wan, brilhassem para spin-offs caça-níquéis. Primeiro foi a boneca Annabelle, que ganhou dois longas com nível bem rasteiro, mas se saíram bem nas bilheterias. Agora foi a vez da freira de visual horripilante do segundo filme, que tanto deu o que falar, ganhar a sua produção solo. “A Freira” (The Nun, 2018) mostra um enorme potencial e não faz feio, por mais que caia nas armadilhas do gênero para agradar a maior audiência possível.

Na trama, presa em um convento na Romênia, uma freira comete suicídio. Para investigar o caso, o Vaticano envia um padre atormentado (Demián Bichir) e uma noviça (Taissa Farmiga) prestes a se tornar freira. Contando com a ajuda de um imigrante da região (Jonas Bloquet), eles arriscam suas vidas e a fé ao descobrir um segredo profano, confrontando com uma força do mal que toma a forma de uma freira demoníaca (Bonnie Aarons) e transforma o convento num campo de batalha.

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Crítica: “Annabelle 2: A Criação do Mal” supera o anterior, porém, ainda é um terror genérico

Por Thiago Sampaio em Crítica

18 de agosto de 2017

"Annabelle" (idem, 2014) foi lançado como um spin-off de "Invocação do Mal" (The Conjuring, 2013), apadrinhado pelo diretor James Wan, com a proposta de expandir aquele universo, sem esconder o cunho de caça níquel. Apesar de execrado pela crítica, teve bom resultado, custando apenas U$ 6,5 milhões e faturando U$ 256,8 milhões pelo mundo. Uma continuação sobre a horrorosa boneca demoníaca era quase inevitável e "Annabelle 2: A Criação do Mal" (Annabelle: Creation, 2017) chega apenas três anos depois, com um resultado que, apesar de superior ao antecessor, cai nos mesmos clichês dos longas genéricos.

Foto: Divulgação

“Annabelle” (idem, 2014) foi lançado como um spin-off de “Invocação do Mal” (The Conjuring, 2013), apadrinhado pelo diretor James Wan, com a proposta de expandir aquele universo, sem esconder o cunho de caça níquel. Apesar de execrado pela crítica, teve bom retorno, custando apenas U$ 6,5 milhões e faturando U$ 256,8 milhões pelo mundo. Uma continuação sobre a horrorosa boneca demoníaca era quase inevitável e “Annabelle 2: A Criação do Mal” (Annabelle: Creation, 2017) chega apenas três anos depois, com um resultado que, apesar de superior ao antecessor, cai nos mesmos clichês dos longas genéricos.

A trama mostra a trágica morte da filha de um habilidoso artesão de bonecas. Doze anos depois, ele e sua esposa decidem, por caridade, acolher em sua casa uma freira e dezenas de meninas desalojadas de um orfanato. Atormentado pelas lembranças traumáticas, o casal ainda precisa lidar com um  demônio do passado que ressurge: Annabelle.

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Crítica: “Annabelle 2: A Criação do Mal” supera o anterior, porém, ainda é um terror genérico

Por Thiago Sampaio em Crítica

18 de agosto de 2017

"Annabelle" (idem, 2014) foi lançado como um spin-off de "Invocação do Mal" (The Conjuring, 2013), apadrinhado pelo diretor James Wan, com a proposta de expandir aquele universo, sem esconder o cunho de caça níquel. Apesar de execrado pela crítica, teve bom resultado, custando apenas U$ 6,5 milhões e faturando U$ 256,8 milhões pelo mundo. Uma continuação sobre a horrorosa boneca demoníaca era quase inevitável e "Annabelle 2: A Criação do Mal" (Annabelle: Creation, 2017) chega apenas três anos depois, com um resultado que, apesar de superior ao antecessor, cai nos mesmos clichês dos longas genéricos.

Foto: Divulgação

“Annabelle” (idem, 2014) foi lançado como um spin-off de “Invocação do Mal” (The Conjuring, 2013), apadrinhado pelo diretor James Wan, com a proposta de expandir aquele universo, sem esconder o cunho de caça níquel. Apesar de execrado pela crítica, teve bom retorno, custando apenas U$ 6,5 milhões e faturando U$ 256,8 milhões pelo mundo. Uma continuação sobre a horrorosa boneca demoníaca era quase inevitável e “Annabelle 2: A Criação do Mal” (Annabelle: Creation, 2017) chega apenas três anos depois, com um resultado que, apesar de superior ao antecessor, cai nos mesmos clichês dos longas genéricos.

A trama mostra a trágica morte da filha de um habilidoso artesão de bonecas. Doze anos depois, ele e sua esposa decidem, por caridade, acolher em sua casa uma freira e dezenas de meninas desalojadas de um orfanato. Atormentado pelas lembranças traumáticas, o casal ainda precisa lidar com um  demônio do passado que ressurge: Annabelle.

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