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Joaquin Phoenix Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Joaquin Phoenix

Oscar 2020: Em noite história, Academia surpreende e premia “Parasita” como Melhor Filme

Por Thiago Sampaio em Oscar

10 de Fevereiro de 2020

Foto: Instagram/TNT

O Oscar 2020, realizado neste domingo (9), parecia mais uma cerimônia sonolenta como de costume. Mas na reta final, veio uma surpresa histórica: “Parasita” foi o primeiro longa de língua não inglesa a levar o principal prêmio da Academia. A obra de Bong Joon-ho saiu com quatro troféus de alta relevância: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Original e Melhor Filme Estrangeiro.

No mais, prêmios previsíveis como o de Melhor Ator para Joaquin Phoenix por “Coringa” e Renée Zellweger de Melhor Atriz por “Judy”, além de Brad Pitt e Laura Dern nas categorias de coadjuvantes.

Entre os poucos destaques, uma apresentação musical de Eminem cantando “Lose Yourself” com 17 anos de atraso (ele não compareceu em 2003 quando a canção foi premiada por “8 Mile”) e um momento cômico com Rebel Wilson e James Corden vestidos como gatos ao anunciar o prêmio de Melhores Efeitos Visuais, satirizando o execrado “Cats”.
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Crítica: “Coringa” é uma obra de arte pesada e brilhante que pode demorar a ser compreendida

Por Thiago Sampaio em Crítica

09 de outubro de 2019

Foto: Divulgação

Muitos torceram o nariz quando foi anunciado um longa solo do Coringa, sem a aparição do Batman. Os motivos são diversos, como a quebra do mistério em torno do personagem ao revelar a sua origem e a memória eternizada da brilhante performance de Heath Ledger como o vilão em “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (The Dark Knight, 2009). Aquela versão horrenda de Jared Leto no péssimo “Esquadrão Suicida” (The Suicide Squad, 2015) merece cair no esquecimento. Mas um dos fatores duvidosos era a opção por Todd Phillips (da trilogia “Se Beber, Não Case”, 2009, 2011, 2013) na direção, que tinha no currículo apenas comédias.

Um sopro de esperança veio com a escalação de Joaquin Phoenix, que não costuma pegar projetos ruins, para o papel principal. A confirmação de que não teríamos um filme qualquer veio com o prêmio do Leão de Ouro no Festival de Veneza. Rodeado de polêmicas, sendo acusado de “perigoso”, “Coringa” (Joker, 2019), de fato, não é fácil de ser digerido. Temos algo incômodo, sarcástico, que insere o espectador numa mente doentia. E por conseguir mexer com tantos sentimentos (para o bem e para o mal), temos uma obra peculiar e marcante!

Na trama, Arthur Fleck (Phoenix) trabalha como palhaço para uma agência de talentos. Porém, os acontecimentos vão colocá-lo de encontro com a elite de Gotham City, da qual Thomas Wayne (Brett Cullen) é seu maior representante.
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Crítica: ‘Ela’ é uma verdadeira obra-prima do romance moderno

Por Thiago Sampaio em Crítica

21 de Fevereiro de 2014

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

O amor é talvez o sentimento mais complexo existente. Quase sempre ele é acompanhado de outros fatores, como o ódio, a emoção, o desejo, a dúvida…mas quase nunca a razão. É, ele é capaz de muitas vezes nos tornar tolos, ou porque não, mais humanos. E por conseguir captar o quanto é abstrata, mas poderosa essa palavra de quatro letras, é que o cineasta Spike Jonze faz de “Ela” (Her, 2013), um dos filmes mais românticos de todos os tempos, mas nem por isso feliz.

A história

A trama se passa em um futuro próximo, na cidade de Los Angeles. Theodore Twombly (Joaquin Phoenix) é um homem solitário que trabalha escrevendo cartas pessoais e tocantes para outras pessoas. Com o coração partido após o final de um relacionamento, ele começa a ficar intrigado com um novo e avançado sistema operacional. Ao iniciá-lo, ele conhece “Samantha” (voz de Scarlett Johansson), uma voz feminina que, à medida em que eles trocam conversas, um sentimento recíproco começa a surgir.

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Crítica: ‘Ela’ é uma verdadeira obra-prima do romance moderno

Por Thiago Sampaio em Crítica

21 de Fevereiro de 2014

Foto: Divulgação

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O amor é talvez o sentimento mais complexo existente. Quase sempre ele é acompanhado de outros fatores, como o ódio, a emoção, o desejo, a dúvida…mas quase nunca a razão. É, ele é capaz de muitas vezes nos tornar tolos, ou porque não, mais humanos. E por conseguir captar o quanto é abstrata, mas poderosa essa palavra de quatro letras, é que o cineasta Spike Jonze faz de “Ela” (Her, 2013), um dos filmes mais românticos de todos os tempos, mas nem por isso feliz.

A história

A trama se passa em um futuro próximo, na cidade de Los Angeles. Theodore Twombly (Joaquin Phoenix) é um homem solitário que trabalha escrevendo cartas pessoais e tocantes para outras pessoas. Com o coração partido após o final de um relacionamento, ele começa a ficar intrigado com um novo e avançado sistema operacional. Ao iniciá-lo, ele conhece “Samantha” (voz de Scarlett Johansson), uma voz feminina que, à medida em que eles trocam conversas, um sentimento recíproco começa a surgir.

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