Jojo Rabbit Archives - Cinema Sinergia 
Publicidade

Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Jojo Rabbit

Confira os tradicionais pitacos para o Oscar 2020

Por Thiago Sampaio em Oscar

08 de Fevereiro de 2020

Foto: Montagem/Divulgação

A cerimônia do Oscar 2020 acontece neste domingo (9) e, como faço todos os anos, aponto os meus pitacos sobre quem acho que vai vencer e quem eu gostaria que levasse o prêmio.

Tudo baseado nas últimas premiações (Globo de Ouro, BAFTA, DGA, SAG, PGA, WGA, Spirit, etc) e como as campanhas estão reverberando nos bastidores. Vamos lá!
Leia mais

Publicidade

Crítica: “Jojo Rabbit” é humano e uma bela sátira que expõe o ridículo do nazismo

Por Thiago Sampaio em Crítica

07 de Fevereiro de 2020

Foto: Divulgação

A comédia desde os primórdios da humanidade tem sido uma ferramenta para a reflexão. Assim como o cinema já utilizou várias vezes da imaginação infantil como escudo para contextos cruéis, casos de “A Vida É Bela” (La vita è bella, 1997), “O Labirinto do Fauno” (El laberinto del fauno, 2009), “Onde Vivem os Monstros” (Where the Wild Things Are, 2009), entre outros. Unindo essas duas vertentes, o diretor neozelandês Taika Waititi (“O Que Fazemos nas Sombras”, 2014; “Thor: Ragnarok”, 2017) não foge das polêmicas ao abordar o nazismo em tempos de tensão mundial e entrega em “Jojo Rabbit” (idem, 2019) uma obra escrachada e bela ao mesmo tempo.

Na trama, Jojo (Roman Griffin Davis) é um garoto alemão solitário de 10 anos cujo maior sonho é integrar a Juventude Hitlerista. Um dia, ele descobre que sua mãe (Scarlett Johansson) está escondendo uma garota judia (Thomasin McKenzie) no sótão. Ajudado apenas por seu amigo imaginário, Adolf Hitler (Taika Waititi), Jojo deve enfrentar seu nacionalismo cego enquanto a Segunda Guerra Mundial prossegue.
Leia mais

Publicidade

Crítica: “Jojo Rabbit” é humano e uma bela sátira que expõe o ridículo do nazismo

Por Thiago Sampaio em Crítica

07 de Fevereiro de 2020

Foto: Divulgação

A comédia desde os primórdios da humanidade tem sido uma ferramenta para a reflexão. Assim como o cinema já utilizou várias vezes da imaginação infantil como escudo para contextos cruéis, casos de “A Vida É Bela” (La vita è bella, 1997), “O Labirinto do Fauno” (El laberinto del fauno, 2009), “Onde Vivem os Monstros” (Where the Wild Things Are, 2009), entre outros. Unindo essas duas vertentes, o diretor neozelandês Taika Waititi (“O Que Fazemos nas Sombras”, 2014; “Thor: Ragnarok”, 2017) não foge das polêmicas ao abordar o nazismo em tempos de tensão mundial e entrega em “Jojo Rabbit” (idem, 2019) uma obra escrachada e bela ao mesmo tempo.

Na trama, Jojo (Roman Griffin Davis) é um garoto alemão solitário de 10 anos cujo maior sonho é integrar a Juventude Hitlerista. Um dia, ele descobre que sua mãe (Scarlett Johansson) está escondendo uma garota judia (Thomasin McKenzie) no sótão. Ajudado apenas por seu amigo imaginário, Adolf Hitler (Taika Waititi), Jojo deve enfrentar seu nacionalismo cego enquanto a Segunda Guerra Mundial prossegue.
(mais…)