Kurt Russell Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Kurt Russell

Crítica: Com “Era Um Vez em…Hollywood”, Tarantino faz uma homenagem com muita responsabilidade

Por Thiago Sampaio em Crítica

21 de agosto de 2019

Foto: Divulgação

Um funcionário da Blockbuster que, nas horas livres, consumia a arte dos filmes “B”, aquelas fitas que ficavam lá atrás das prateleiras, principalmente do gênero western spaghetti e longas de artes marciais orientais. Esse é Quentin Tarantino, que ao longo dos anos construiu a sua forte marca como cineasta, destilando todas as suas influências. Porém, ele ainda não havia feito a sua homenagem explícita ao cinema propriamente dito. Em “Era Uma Vez em…Hollywood” (Once Upon a Time in…Hollywood, 2019) ele entrega um dos seus projetos mais maduros e forte candidato a novo clássico!

A trama se passa em Los Angeles, 1969. Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) é um ator de TV que, juntamente com seu dublê (Brad Pitt), está decidido a fazer o nome em Hollywood. Para tanto, ele conhece muitas pessoas influentes na indústria cinematográfica, o que os acaba levando aos assassinatos realizados por Charles Manson na época, entre eles o da atriz Sharon Tate (Margot Robbie), que na época estava grávida do diretor Roman Polanski.
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Crítica: “Guardiões da Galáxia Vol. 2” é grandioso e tão divertido quanto o anterior

Por Thiago Sampaio em Crítica

03 de Maio de 2017

Foto: Divulgação

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Quando “Guardiões da Galáxia” (Guardians of the Galaxy, 2014) chegou aos cinemas, poucos conheciam aqueles personagens esquisitos do Universo Cinematográfico Marvel. Mas tamanha despretensão do produto foi o seu maior triunfo, transformando a carismática equipe, embalada por uma trilha sonora repleta de hits dos anos 70 e 80, em um sucesso absoluto.

Repetir a fórmula numa inevitável continuação sem soar repetitivo por causa da ausência do fator surpresa não era uma missão fácil. Mas a sorte é que eles têm James Gunn na direção, um nerd que entende bem onde está mexendo e faz de “Guardiões da Galáxia Vol.2” (Guardians of the Galaxy Vol.2, 2017) algo maior e, se não melhor, tão eficiente quanto o seu antecessor.

A trama se passa seis meses após o primeiro filme. Os Guardiões da Galáxia são contratados por Ayesha, líder da raça Soberana, para proteger valiosas baterias de um monstro em troca da irmã de Gamora, Nebulosa. Enquanto isso, o eles têm que lutar para manter sua recém-descoberta família unida enquanto desvendam o mistério da real ascendência de Peter Quill.

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Crítica: “Velozes e Furiosos 8” é exagerado e repetitivo

Por Thiago Sampaio em Crítica

17 de Abril de 2017

Foto: Divulgação

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Já citei aqui em resenhas de episódios anteriores de “Velozes & Furiosos” que não importa o que aconteça, a franquia já conquistou o seu público alvo e, por isso, é garantia de dinheiro no caixa. Não interessa se não tem história a ser contada, ela é a menina dos olhos da Universal Studios e, tendo carros tunados garantindo cenas de ação grandiosas, teremos quantos filmes derem na telha. Mantendo a “ideologia” de entregar situações cada vez mais exageradas, “Velozes & Furiosos 8” (The Fate of the Furious, 2017) cumpre o dever e garante a diversão aos que vão às salas de cinema já sabendo o que está por vir.

Na trama, Dom (Vin Diesel) e Letty (Michelle Rodriguez) estão curtindo a lua de mel em Havana, mas a súbita aparição de Cipher (Charlize Theron) atrapalha os planos do casal. Ela logo arma um plano para chantagear Dom, de forma que ele traia seus amigos e passe a ajudá-la a obter ogivas nucleares. Tal situação faz com Letty reúna os velhos amigos, que agora precisam enfrentar o antigo companheiro.

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Crítica: Tarantino ainda convence ao brincar de ele mesmo em “Os Oito Odiados”

Por Thiago Sampaio em Crítica

14 de Janeiro de 2016

Foto: Divulgação

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Já é do conhecimento geral que os filmes dirigidos por Quentin Tarantino se tornaram um subgênero do cinema. Suas loucuras criativas, impulsionadas pelas suas influências cinematográficas, se tornaram tão rotineiras de modo que o espectador já sabe o que esperar. Ainda assim, há muita expectativa pela chegada de um novo projeto. E não é à toa. Em “Os Oito Odiados” (The Hateful Eight, 2015), ao mesmo tempo em que o cineasta segue elevando a própria grandiloquência colocando “O 8º filme de Quentin Tarantino” nos créditos iniciais, figurando junto ao da lenda Ennio Morricone como trilha-sonora original, ele prova que, mesmo brincando com os próprios vícios, consegue prender a atenção e garantir um sanguinário entretenimento como poucos.

Sinopse

Na trama, durante uma nevasca, John Ruth (Kurt Russell) está transportando uma prisioneira, a famosa Daisy Domergue (Jennifer Jason Leigh), que ele espera trocar por grande quantia de dinheiro. No caminho, os viajantes aceitam transportar o caçador de recompensas Marquis Warren (Samuel L. Jackson), que está de olho em outro tesouro, e o xerife Chris Mannix (Walton Goggins), prestes a ser empossado em sua cidade. Como as condições climáticas pioram, eles buscam abrigo no Armazém da Minnie, onde quatro outros desconhecidos estão abrigados. Aos poucos, os oito viajantes no local começam a descobrir os segredos sangrentos uns dos outros.

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Crítica: Tarantino ainda convence ao brincar de ele mesmo em “Os Oito Odiados”

Por Thiago Sampaio em Crítica

14 de Janeiro de 2016

Foto: Divulgação

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Já é do conhecimento geral que os filmes dirigidos por Quentin Tarantino se tornaram um subgênero do cinema. Suas loucuras criativas, impulsionadas pelas suas influências cinematográficas, se tornaram tão rotineiras de modo que o espectador já sabe o que esperar. Ainda assim, há muita expectativa pela chegada de um novo projeto. E não é à toa. Em “Os Oito Odiados” (The Hateful Eight, 2015), ao mesmo tempo em que o cineasta segue elevando a própria grandiloquência colocando “O 8º filme de Quentin Tarantino” nos créditos iniciais, figurando junto ao da lenda Ennio Morricone como trilha-sonora original, ele prova que, mesmo brincando com os próprios vícios, consegue prender a atenção e garantir um sanguinário entretenimento como poucos.

Sinopse

Na trama, durante uma nevasca, John Ruth (Kurt Russell) está transportando uma prisioneira, a famosa Daisy Domergue (Jennifer Jason Leigh), que ele espera trocar por grande quantia de dinheiro. No caminho, os viajantes aceitam transportar o caçador de recompensas Marquis Warren (Samuel L. Jackson), que está de olho em outro tesouro, e o xerife Chris Mannix (Walton Goggins), prestes a ser empossado em sua cidade. Como as condições climáticas pioram, eles buscam abrigo no Armazém da Minnie, onde quatro outros desconhecidos estão abrigados. Aos poucos, os oito viajantes no local começam a descobrir os segredos sangrentos uns dos outros.

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