Mark Wahlberg Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Mark Wahlberg

Crítica: ‘Transformers: A Era da Extinção’ é uma terrível enxaqueca disfarçada de cinema

Por Thiago Sampaio em Crítica

23 de julho de 2014

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

O diretor Michael Bay visivelmente tem problemas. Na verdade, ele se assemelha a uma criança mimada, cujos superiores não conseguem impor limites e, por isso, todos ao redor sentem-se constrangidos com o estrago que ela faz ao se divertir em seu universo particular. Isso porque quando se trata da expansão da franquia “Transformers”, o que se vê é a megalomania de um ser brincando de direção e causando enxaqueca no espectador. Nesse “Transformers: A Era da Extinção” (Transformers: Age of Extinction, 2014), ele recomeça a saga com novos atores (os personagens de Shia LaBeouf e companhia não são nem citados), mas os problemas continuam os mesmos, em escala ampliada.

Na “trama”, alguns anos após o grande confronto do terceiro filme entre Autobots e Decepticons em Chicago, os gigantescos robôs alienígenas desapareceram. Eles são atualmente caçados pelos humanos, que não desejam passar por apuros novamente. Quando Cade (Mark Wahlberg), um fazendeiro entendido de engenharia, encontra um caminhão abandonado, descobre que o veículo é na verdade Optimus Prime, o líder dos Autobots. Ao ajudar a trazê-lo de volta à vida, ele e sua filha Tessa (Nicola Peltz) entram na mira das autoridades americanas e em uma guerra que pode culminar no fim da humanidade.

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Novidades sobre filme de MacGyver, novo Star Wars e Transformers 4

Por Thiago Sampaio em Cinema

13 de novembro de 2012

MacGyver finalmente vai ganhar adaptação para o cinema

MacGyver finalmente vai ganhar adaptação para o cinema

Quem cresceu durante os anos 90 certamente passou muitas tardes assistindo ao seriado MacGyver, sobre um agente que com um clipe de papel e um chiclete era capaz de salvar o mundo. Depois de anos de especulação e projetos engavetados, parece que o longa-metragem para o cinema finalmente vai sair do papel.

Um diretor está prestes a ser anunciado: James Wan, responsável pelo primeiro filme da série de terror “Jogos Mortais”, negocia com a New Line Cinema. Jason Richman (“A Hora do Rush 3”) escreveu o roteiro há anos, que depois Brian e Mark Gunn revisaram. Porém, não se sabe se a mesma história será utilizada.

O ator original, Richard Dean Anderson, deve ter participação no longa-metragem, mas não repetindo o papel principal. A ideia do estúdio é manter o espírito fantasioso e divertido, mas com uma trama “pé no chão”.

É esperar para ver…

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Crítica: ‘Ted’ brinca com o grotesco de uma maneira inteligente e divertida

Por Thiago Sampaio em Crítica

03 de outubro de 2012

Pôster de "Ted" - Foto: Divulgação

Pôster de “Ted” – Foto: Divulgação

O humor politicamente incorreto existe há séculos, e só quem o absolve “de cabeça aberta” enxerga o seu verdadeiro valor. Levando em conta que ele não pretende denegrir a imagem de ninguém ou fazer apologias aos seus aspectos negativos, a graça ganha vez ao fugir dos padrões “bonitinhos” da sociedade. “Ted” utiliza muito bem esses conceitos (mas sempre há um Protógenes Queiroz para se ofender…) e, com uma série de outros elementos de muita categoria, surge como uma das melhores comédias do ano.

A trama começa em um Natal, quando o pequeno John Bennett, uma criança sem amigos, pede que seu ursinho de pelúcia, Ted, ganhe vida. O garoto fica surpreso ao perceber que seu pedido foi atendido e logo eles ficam muito unidos. Eles crescem juntos e o urso se torna bastante mal humorado, mulherengo e adepto de uma vida sem pudores. Já adulto, John (Mark Wahlberg) precisa decidir entre manter a amizade de infância ou o namoro com Lori Collins (Mila Kunis).

Quem vai assistir a “Ted” necessita ter um conhecimento prévio do tipo de humor do diretor/produtor/roteirista/dublador Seth McFarlane. No seriado animado “Uma Família da Pesada” (“Family Guy”), ele critica o padrão de vida americano através de uma família totalmente desprovida de inteligência, com destaque para um bebê maléfico, drogado e pervertido. Agora em seu primeiro longa para o cinema, as piadas visuais envolvendo o ursinho fofinho usando drogas (das mais fortes) e fazendo insinuações sexuais estão lá aos montes, mas nada que muitos filmes adolescentes derivados de “American Pie” já não fizeram parecido. E sim, muitas são bem divertidas, se captada a ideia do quão absurdo é tudo que está em cena.

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Crítica: ‘Ted’ brinca com o grotesco de uma maneira inteligente e divertida

Por Thiago Sampaio em Crítica

03 de outubro de 2012

Pôster de "Ted" - Foto: Divulgação

Pôster de “Ted” – Foto: Divulgação

O humor politicamente incorreto existe há séculos, e só quem o absolve “de cabeça aberta” enxerga o seu verdadeiro valor. Levando em conta que ele não pretende denegrir a imagem de ninguém ou fazer apologias aos seus aspectos negativos, a graça ganha vez ao fugir dos padrões “bonitinhos” da sociedade. “Ted” utiliza muito bem esses conceitos (mas sempre há um Protógenes Queiroz para se ofender…) e, com uma série de outros elementos de muita categoria, surge como uma das melhores comédias do ano.

A trama começa em um Natal, quando o pequeno John Bennett, uma criança sem amigos, pede que seu ursinho de pelúcia, Ted, ganhe vida. O garoto fica surpreso ao perceber que seu pedido foi atendido e logo eles ficam muito unidos. Eles crescem juntos e o urso se torna bastante mal humorado, mulherengo e adepto de uma vida sem pudores. Já adulto, John (Mark Wahlberg) precisa decidir entre manter a amizade de infância ou o namoro com Lori Collins (Mila Kunis).

Quem vai assistir a “Ted” necessita ter um conhecimento prévio do tipo de humor do diretor/produtor/roteirista/dublador Seth McFarlane. No seriado animado “Uma Família da Pesada” (“Family Guy”), ele critica o padrão de vida americano através de uma família totalmente desprovida de inteligência, com destaque para um bebê maléfico, drogado e pervertido. Agora em seu primeiro longa para o cinema, as piadas visuais envolvendo o ursinho fofinho usando drogas (das mais fortes) e fazendo insinuações sexuais estão lá aos montes, mas nada que muitos filmes adolescentes derivados de “American Pie” já não fizeram parecido. E sim, muitas são bem divertidas, se captada a ideia do quão absurdo é tudo que está em cena.

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