marvel Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

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Crítica: “Homem-Aranha: Longe de Casa” agrada e vai além de um episódio isolado

Por Thiago Sampaio em Crítica

12 de julho de 2019

Foto: Divulgação

Alerta: há spoilers no texto!

Depois que o Homem-Aranha foi introduzido no universo compartilhado da Marvel após longa negociação com a Sony, essa versão remodelada, mais jovem, logo virou queridinha do público. E se “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (Spider-Man: Homecoming, 2017) funcionou como aventura com ares de “Sessão da Tarde” dos anos 80, pode-se dizer que este “Homem-Aranha: Longe de Casa” (Spider-Man: Far From Home, 2019) é um dos que melhor utiliza a “Fórmula Marvel” para entregar um ótimo epílogo, situando-se bem após os acontecimentos de “Vingadores: Ultimato” (Avengers: Endgame, 2019) e servindo como ponte para a quarta fase do MCU.

Na trama, Peter Parker (Tom Holland) está em uma viagem pela Europa, ao lado de seus amigos de colégio, quando é surpreendido pela visita de Nick Fury (Samuel L. Jackson). Precisando de ajuda para enfrentar monstros nomeados como Elementais, Fury o convoca para lutar ao lado de Mysterio (Jake Gyllenhaal), um novo herói que afirma ter vindo de uma Terra paralela.
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Crítica: Encontrando equilíbrio, “Capitã Marvel” é um filme de origem redondo e eficiente

Por Thiago Sampaio em Crítica

12 de Março de 2019

Foto: Divulgação

Mais de dez anos depois do início do tão bem sucedido universo Marvel nos cinemas, o estúdio finalmente ganha o seu primeiro longa estrelado por uma heroína do sexo feminino, rodeado de expectativas pelos fãs por ser o último filme antes do tão aguardado “Vingadores: Ultimato” (Avengers: Endgame, 2019), em que muitos aguardam ganchos sugestivos.

Além disso, vem sofrendo até ameaças de boicote após declarações da protagonista Brie Larson em que disse que os eventos para a imprensa deveriam ser mais inclusivos. Afinal, há motivo para tanto incômodo? Não! “Capitã Marvel” (Captain Marvel, 2019) está longe de ser um filme marcante, tem os seus defeitos, mas o resultado é um longa bem amarrado dentro do próprio arco, transmitindo suas ideias com sutileza.

Na trama, Carol Danvers (Brie Larson) é uma ex-agente da Força Aérea norte-americana, que, sem se lembrar de sua vida na Terra, é recrutada pelos Kree para fazer parte de seu exército de elite. Inimiga declarada dos Skrull, ela acaba voltando ao seu planeta de origem para impedir uma invasão dos metaformos e, assim, vai acabar descobrindo a verdade sobre si, com a ajuda do agente Nick Fury (Samuel L. Jackson).
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Crítica: “Venom” é um enorme desperdício de potencial

Por Thiago Sampaio em Crítica

05 de outubro de 2018

Foto: Divulgação

A ideia da Sony Pictures de fazer um filme solo do Venom, popular vilão do Homem-Aranha, sem a presença do Cabeça de Teia (que não pode ser utilizado pelo estúdio por causa do enorme acordo de compartilhamento com a Marvel e Disney), já nasceu problemática por natureza. Afinal, a origem teria que ser totalmente deturpada do que fora visto nos quadrinhos. Os trailers não deram margem para otimismo. Dito isto, as expectativas negativas se confirmam e “Venom” (idem, 2018) chega como mais um longa caça-níquel de super herói genérico e datado.

Na trama, Eddie Brock (Tom Hardy) é um jornalista investigativo que tem um quadro próprio em uma emissora local. Ele é escalado para entrevistar Carlton Drake (Riz Ahmed), o criador da Fundação Vida, que tem investido bastante em missões espaciais de forma a encontrar possíveis usos medicinais. A empresa estaria usando simbiontes alienígenas em testes com humanos e um deles acaba por entrar em contato com o repórter, fazendo ele se tornar o Venom.

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Crítica: “Vingadores: Guerra Infinita” é a coroação de uma década do Universo Marvel nos cinemas

Por Thiago Sampaio em Crítica

27 de Abril de 2018

Foram 10 anos apresentando personagens existentes num mesmo universo para finalmente colocá-los juntos num clímax épico. Foram nada menos que 18 filmes e dezenas de heróis e vilões que caíram no gosto popular, seja para aqueles que cresceram lendo HQs e viram as páginas serem materializadas no cinema ou uma nova geração cultivada já pelos longa-metragens. “Vingadores: Guerra Infinita” (Avengers: Infinity War, 2018) é o terceiro ato de uma década da Marvel Studios, construído para ter uma dimensão maior do que tudo que já fora feito. E consegue! Honra cada um em cena, joga para o alto presentes para os fãs e deixa o território aberto para um desfecho ainda mais marcante.

A trama apresenta Thanos (Josh Brolin) disposto a reunir as seis Joias do Infinito. Para enfrentá-lo, os Vingadores precisam unir forças com os Guardiões da Galáxia, ao mesmo tempo em que lidam com desavenças entre alguns de seus integrantes. Para isso, precisam estar dispostos a sacrificar tudo em uma tentativa de derrotar o a ameaça antes que sua onda de devastação coloque um fim no universo.

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Crítica: “Thor: Ragnarok” diverte se encarado como uma comédia despretensiosa

Por Thiago Sampaio em Crítica

07 de novembro de 2017

Comprando essa ideia, temos uma aventura que diverte, ainda que o produto soe deslocado nesse universo já estabelecido.Dentro do mundo cinematográfico da Marvel, os dois filmes do Thor nunca foram unanimidade, sendo bem modesto, para não dizer que eles não agradaram de jeito nenhum. Mesmo com uma fórmula que mescla ação, efeitos especiais e humor já estabelecida, era preciso uma mudança radical se quisessem emplacar um terceiro longa. A solução? Transformar “Thor: Ragnarok” (idem, 2017) numa comédia assumida, beirando o pastelão, com resquícios daqueles personagens conhecidos. Comprando essa ideia, temos uma aventura que diverte, ainda que o produto soe deslocado nesse universo.

Na trama, Thor (Chris Hemsworth) retorna a Asgard, agora dominada pelo seu irmão Loki (Tom Hiddleston). Nas mãos de uma nova e poderosa ameaça, Hela (Cate Blanchett), ele acaba sendo preso no devastado planeta Sakaar, sem o seu martelo, colocando-o numa corrida contra o tempo para voltar ao seu mundo e impedir Ragnarok, a destruição total. Mas, primeiro, precisa sobreviver a uma luta mortal de gladiadores.

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Crítica: “Doutor Estranho” introduz o misticismo no Universo Marvel com estilo

Por Thiago Sampaio em Crítica

08 de novembro de 2016

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Há oito anos, “Homem de Ferro” (Iron Man, 2008) deu início ao Universo Cinematográfico Marvel, implantando uma fórmula de fazer filmes de heróis com ação, cores e humor, conseguindo sempre um retorno positivo nas bilheterias. Passados 13 longas-metragens, com personagens já estabelecidos e tal fórmula seguida à risca, sempre deixando claro que os filmes individuais se tratam de aquecimento para que eles se reúnam em uma produção futura, chega “Doutor Estranho” (Doctor Strange, 2016).

O longa mantém a receita que tem dado certo, garantindo também um padrão de diversão, mas que pode se mostrar um tanto cansativa para aqueles espectadores que buscam inovação. Ainda assim, o herói, nem tão popular entre o grande público, consegue ser um dos trabalhos mais eficientes da Marvel Studios.

Na trama, Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) leva uma vida bem sucedida como neurocirurgião. Sua vida muda completamente quando sofre um acidente de carro e fica com as mãos debilitadas. Devido a falhas da medicina tradicional, ele parte para um lugar inesperado em busca de cura e esperança, um misterioso enclave chamado Kamar-Taj, localizado em Katmandu. Lá descobre que o local não é apenas um centro medicinal, mas também a linha de frente contra forças malignas místicas que desejam destruir nossa realidade. Ele passa a treinar e adquire poderes mágicos, mas precisa decidir se vai voltar para sua vida comum ou defender o mundo.

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Crítica: ‘Guardiões da Galáxia’ é um dos mais divertidos longas da Marvel Studios

Por Thiago Sampaio em Crítica

06 de agosto de 2014

Foto: Divulgação

Não resta dúvidas de que a Marvel Studios foi responsável por uma nova era de adaptações de super heróis dos HQs para os cinemas, com cores, ação, efeitos especiais, tudo em um mesmo universo e com um ar despretensioso, diferente do tom sério e realista implantado pela excelente trilogia Batman (2005, 2008, 2012), dirigida por Christopher Nolan. Porém, não deixa de ser uma surpresa ver que o duvidoso longa-metragem dos pouco conhecidos “Guardiões da Galáxia” (Guardians of the Galaxy, 2014), cuja primeira aparição aconteceu na revista “Marvel Super-Heroes” no fim dos anos 60, resultasse em um dos produtos mais divertidos do estúdio.

A trama apresenta Peter Quill (Chris Pratt), um caçador de recompensas que foi abduzido da Terra quando ainda era criança e usa alcunha de Senhor das Estrelas. Quando rouba uma esfera, na qual o poderoso vilão Ronan, da raça kree, está interessado, passa a ser procurado. Para escapar do perigo, Quill une forças com quatro inusitados seres: Groot (Vin Diesel), uma árvore humanoide; a misteriosa alienígena Gamora (Zoe Saldana); o guaxinim Rocket Racoon (Bradley Cooper) e o vingativo Drax, o Destruidor (Dave Bautista).

Pela sinopse, já é possível perceber que a história não apresenta nada de criativo. Mas eis onde mora a principal virtude de “Guardiões da Galáxia”: ele diverte do começo ao fim justamente por nunca se levar à sério. Com esse princípio, o roteiro do diretor James Gunn e Nicole Perlman consegue homenagear grandes clássicos do cinema sobre guerras intergalácticas brincando com os clichês do gênero e, principalmente, rindo das próprias bobagens sem nunca soar forçado. Em meio a tudo isso, encontra espaço para referências ao universo pop (até “Footloose”, de 1984, tem vez!) e uma trilha sonora que já nasce épica.

De cara, é impossível não lembrar de “Star Wars”: estão lá um mercenário galanteador com sua nave velha (Peter Quill/Han Solo), o ser gigantesco e de aparência monstruosa que apenas murmura (Groot/Chewbacca), um vilão de voz mecânica (Ronan/Darth Vader) e que é subordinado de outro ainda mais poderoso (Thanos/Darth Sidious); a existência de uma Frota Estrelar, etc. Tudo isso com uma direção de arte eficiente na captação da arquitetura exótica dos planetas, em que humanos e criaturas exóticas interagem entre si, lembrando também “Star Trek” e até “Flash Gordon”

Sem a fama dos seus “colegas” de outros filmes, os personagens têm carisma de sobra para carregar a produção. O ex-gordinho e agora malhado Chris Pratt (da série “Parks and Recreation”) traz leveza ao papel de um herói que, mesmo galã, é desengonçado e egocêntrico. E se Zoe Saldana está apenas correta como a alienígena Gamora, já que ela traz uma seriedade que foge à proposta do filme, o lutador de WWE (aquele Vale Tudo 100% encenado) Dave Bautista está convincente como Drax, uma figura sentimental e ingênua por trás de um corpo de brutamontes. O fato dele não entender certos hábitos e figuras de linguagens dos humanos garante bons momentos de diversão.

Genial por parte da produção em trazer Bradley Cooper e Vin Diesel para dublar Rocket Racoon e Groot, respectivamente. Contando com efeitos especiais impecáveis nas suas criações, a dupla tem tudo para cair nas graças de fãs. Principalmente o guaxinim por causa do seu humor sarcástico ao extremo, sendo a mente pensante do grupo, ao mesmo tempo em que esconde um lado depressivo por conta de sua forma física. E se Vin Diesel se limita a falar apenas “Eu sou Groot”, o “lado humano” mostrado pela árvore humanoide (o ator também serviu para a captação de movimentos) é suficiente para cativar o espectador.

O diretor James Gunn, que tinha um currículo bem duvidoso, como o terror trash “Seres Rastejantes” (Slither, 2006) e a medonha comédia pastelão “Para Maiores” (Movie 43, 2013), se mostra mais uma agradável surpresa. Sem apelar para a destruição exagerada, ele mantém o clima leve durante toda a projeção. Mesmo com cenas de ação eficientes e pontuais, como a fuga da prisão e o duelo final envolvendo guerras de naves e embates corporais, o tempo todo ele quebra a tensão através do humor, seja com uma piada propriamente dita ou um trejeito de algum dos personagens desconjuntados.

A trilha sonora, composta por sucessos retrô-trash dos anos 70 e 80, merece um capítulo à parte. Compilada através da fita “Awesome Mix Vol.1” que o protagonista ouve o tempo todo pelo walkman, ela consegue transmitir o ar nonsense do longa-metragem desde a cena inicial, quando vemos Peter Quill ainda criança ouvindo “I’m Not In Love”, de 10cc. Depois, a proposta despretensiosa é rasgada de vez na sequencia dos créditos iniciais, quando ele dança ao som de “Come And Get Your Love”, da Redbone, ao chegar em um planeta deserto para uma missão. Ver Escape (The Piña Colada Song), de Rupert Holmes, e Hooked On A Feeling, do Blue Swede, em momentos teoricamente densos, possibilita quem assiste abrir o sorrisinho de canto de rosto e bater a ponta do pé ao ritmo.

“Guardiões da Galáxia” nem de longe é um filme que ficará marcado por lições de vida ou cargas críticas. Mas dentro da proposta de garantir boa diversão, consegue cumprir com êxito como poucas superproduções conseguem, e ainda apresenta alguns personagens que serão vistos em “Os Vingadores 2: A Era de Ultron” (Avengers: Age of Ultron, 2015), como o Colecionador (Benicio Del Toro) e Thanos (Josh Brolin). Se bem que, ao sair da sala de cinema, você nem lembra que assistiu a mais um filme do universo de Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Hulk, Viúva Negra, Gavião Arqueiro, Nick Fury…

Obs: Há uma cena pós-créditos com a participação de um inusitado personagem do universo Marvel.

Nota: 9,0

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Divulgado o primeiro trailer de ‘Guardiões da Galáxia’

Por Thiago Sampaio em Trailer

19 de Fevereiro de 2014

Guardiões da Galáxia - Foto: Divulgação

Guardiões da Galáxia – Foto: Divulgação

Enquanto “Os Vingadores 2” não chega, a superprodução “Guardiões da Galáxia”, outra equipe da Marvel Comics, promete aquecer a expectativa do fãs de adaptações dos quadrinhos para as telonas. O primeiro trailer foi divulgado e promete manter a essência das produções da Marvel Studios, com muita ação e humor.

Mas muitos devem estar se perguntando: “Quem são esses tais de Guardiões da Galáxia ?”. Desconhecidos do público em geral, o grupo é formado pelo aventureiro Peter Quill, o Senhor das Galáxias; Groot, uma árvore humanóide; Rocket Raccoon, um esquilo rápido no gatilho; e os alienígenas Drax – O Destruidor e Gamora. Eles formam uma espécie de patrulha que tenta impedir crises galácticas antes que elas aconteçam.

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“Os Vingadores” estão chegando…

Por Thiago Sampaio em Cinema

10 de Abril de 2012

Heróis reunidos em “Os Vingadores” – Foto: Divulgação

Já estão à venda os ingressos para uma das produções mais esperadas dos últimos anos, “Os Vingadores (The Avengers)”, com estreia marcada para o dia 27 de abril. Quem é fã de histórias em quadrinhos e filmes de super heróis, sabe que tamanha expectativa é mais do que justificável.

Criado pela editora Marvel, a primeira reunião de diferentes heróis surgiu em 1963, como uma espécie de resposta à “Liga da Justiça”, lançada pela rival DC Comics. O grupo mudou de formação diversas vezes e virou um dos mais populares da chamada “nona arte”. Mas desde que a Marvel assumiu também a produção de suas adaptações para o cinema, a ansiosidade no público foi sendo muito bem trabalhada, até mesmo em quem nunca leu uma página de HQ.

Durante quatro anos, foram lançados cinco filmes – dois do Homem de Ferro, um do Thor, um do Capitão América e um do Hulk –  apresentando-os individualmente, mas sempre com “informativos” de que aqueles longas eram apenas partes de um projeto maior. Fora os personagens citados, soma-se a Viúva Negra (que teve participação no segundo Homem de Ferro) e o Gavião Arqueiro (ponta rápida no filme do Thor), além de Nick Fury e o agente Coulson, que sempre apareciam rodeando aquelas películas, temos agora esse “produto grandioso”. Os heróis finalmente aparecerão juntos. São “Os Vingadores” materializados na telona!

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“Os Vingadores” estão chegando…

Por Thiago Sampaio em Cinema

10 de Abril de 2012

Heróis reunidos em “Os Vingadores” – Foto: Divulgação

Já estão à venda os ingressos para uma das produções mais esperadas dos últimos anos, “Os Vingadores (The Avengers)”, com estreia marcada para o dia 27 de abril. Quem é fã de histórias em quadrinhos e filmes de super heróis, sabe que tamanha expectativa é mais do que justificável.

Criado pela editora Marvel, a primeira reunião de diferentes heróis surgiu em 1963, como uma espécie de resposta à “Liga da Justiça”, lançada pela rival DC Comics. O grupo mudou de formação diversas vezes e virou um dos mais populares da chamada “nona arte”. Mas desde que a Marvel assumiu também a produção de suas adaptações para o cinema, a ansiosidade no público foi sendo muito bem trabalhada, até mesmo em quem nunca leu uma página de HQ.

Durante quatro anos, foram lançados cinco filmes – dois do Homem de Ferro, um do Thor, um do Capitão América e um do Hulk –  apresentando-os individualmente, mas sempre com “informativos” de que aqueles longas eram apenas partes de um projeto maior. Fora os personagens citados, soma-se a Viúva Negra (que teve participação no segundo Homem de Ferro) e o Gavião Arqueiro (ponta rápida no filme do Thor), além de Nick Fury e o agente Coulson, que sempre apareciam rodeando aquelas películas, temos agora esse “produto grandioso”. Os heróis finalmente aparecerão juntos. São “Os Vingadores” materializados na telona!

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