Michael Caine Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Michael Caine

Crítica: “Kingsman: Serviço Secreto” é uma excelente homenagem aos filmes de espionagem

Por Thiago Sampaio em Crítica

12 de Março de 2015

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Matthew Vaughn é um daqueles cineastas da nova geração que já atrai a atenção pela sua visão diferenciada dos blockbusters. Com apenas cinco filmes no currículo, ele não só mostra sua marca própria em cada produção, desde a estreia no pouco visto (e ótimo!) “Nem Tudo é o Que Parece” (2004), como parece se divertir fazendo o que faz. Passando por “Stardust: O Mistério da Estrela” (2007), ganhando fãs em “Kick-Ass: Quebrando Tudo” (2010) e se consolidando com o excelente “X-Men: Primeira Classe” (2011), ele mais uma vez acerta em cheio com essa divertida homenagem/paródia dos filmes de espionagem, “Kingsman: Serviço Secreto” (Kingsman: The Secret Service, 2015).

Sinopse

A trama apresenta o agente secreto Harry Hart (Colin Firth), que, após um erro do passado, tenta se redimir recrutando o adolescente Eggsy (Taron Egerton), um jovem com problemas de disciplina que parece perto de se tornar um criminoso. Enquanto Eggsy é submetido a um rigoroso processo de seleção para se tornar um espião, a agência tenta impedir a ascensão de Valentine (Samuel L. Jackson), um inescrupuloso cientista com planos catastróficos.

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Crítica: Apesar de irregular, “Interestelar” mantém o alto nível da carreira de Christopher Nolan

Por Thiago Sampaio em Crítica

20 de novembro de 2014

Foto: Divulgação

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Com um currículo mais do que admirável, o cineasta Christopher Nolan já se tornou uma garantia de visibilidade ao ter o seu nome vinculado a algum projeto. Desde o pouco visto “Following” (1998), passando pelos aclamados “Amnésia” (2000), “Insônia” (2002), “O Grande Truque” (2006) e “A Origem” (2010), além de reinventar o modo de adaptar super heróis para o cinema com a mais recente e sombria trilogia Batman (2005, 2008, 2012), o jovem diretor de 44 anos conquistou autonomia para trazer o seu estilo particular às suas obras. Com esse novo “Interestelar” (Interstellar, 2014), pela primeira vez ele demonstra derrapar nas próprias pretensões, ainda que o produto final seja firme, cheio de tensão e aberto à reflexão.

Sinopse

A trama apresenta o fazendeiro Cooper (Matthew McConaughey), um ex-astronauta viúvo, que vive ao lado dos filhos em um planeta Terra devastado, com reservas naturais escassas, humanos sofrendo com a seca e a fome. Ele é chamado para liderar uma missão, ao lado de Brand (Anne Hathaway), Jenkins (Marlon Sanders) e Doyle (Wes Bentley), de verificar possíveis planetas para receberem a população mundial, possibilitando a continuação da espécie, mesmo sabendo que pode nunca mais ver os filhos. Com o passar dos anos, sua filha Murph (Jessica Chastain, na fase adulta) tenta superar a partida do pai enquanto tenta os próprios meios para salvar a humanidade.

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Crítica: Apesar de irregular, “Interestelar” mantém o alto nível da carreira de Christopher Nolan

Por Thiago Sampaio em Crítica

20 de novembro de 2014

Foto: Divulgação

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Com um currículo mais do que admirável, o cineasta Christopher Nolan já se tornou uma garantia de visibilidade ao ter o seu nome vinculado a algum projeto. Desde o pouco visto “Following” (1998), passando pelos aclamados “Amnésia” (2000), “Insônia” (2002), “O Grande Truque” (2006) e “A Origem” (2010), além de reinventar o modo de adaptar super heróis para o cinema com a mais recente e sombria trilogia Batman (2005, 2008, 2012), o jovem diretor de 44 anos conquistou autonomia para trazer o seu estilo particular às suas obras. Com esse novo “Interestelar” (Interstellar, 2014), pela primeira vez ele demonstra derrapar nas próprias pretensões, ainda que o produto final seja firme, cheio de tensão e aberto à reflexão.

Sinopse

A trama apresenta o fazendeiro Cooper (Matthew McConaughey), um ex-astronauta viúvo, que vive ao lado dos filhos em um planeta Terra devastado, com reservas naturais escassas, humanos sofrendo com a seca e a fome. Ele é chamado para liderar uma missão, ao lado de Brand (Anne Hathaway), Jenkins (Marlon Sanders) e Doyle (Wes Bentley), de verificar possíveis planetas para receberem a população mundial, possibilitando a continuação da espécie, mesmo sabendo que pode nunca mais ver os filhos. Com o passar dos anos, sua filha Murph (Jessica Chastain, na fase adulta) tenta superar a partida do pai enquanto tenta os próprios meios para salvar a humanidade.

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