O Irlandês Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

O Irlandês

Confira os tradicionais pitacos para o Oscar 2020

Por Thiago Sampaio em Oscar

08 de Fevereiro de 2020

Foto: Montagem/Divulgação

A cerimônia do Oscar 2020 acontece neste domingo (9) e, como faço todos os anos, aponto os meus pitacos sobre quem acho que vai vencer e quem eu gostaria que levasse o prêmio.

Tudo baseado nas últimas premiações (Globo de Ouro, BAFTA, DGA, SAG, PGA, WGA, Spirit, etc) e como as campanhas estão reverberando nos bastidores. Vamos lá!
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Confira a lista dos melhores filmes lançados em 2019

Por Thiago Sampaio em Top 10

31 de dezembro de 2019

O ano de 2019 acabou e, definitivamente, foi muito melhor em termos de qualidade cinematográfica do que 2018 (convenhamos, qualquer coisa que levar o Oscar em 2020 será melhor do que “Green Book”).

Tivemos os mestres Martin Scorsese e Quentin Tarantino; filme solo de vilão da DC Comics surpreendendo e um novo clássico do diretor coreano Bong Joon Ho!

Para o cinema brasileiro, nada a reclamar, destacando o arrebatador o “Bacurau”, de Kléber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, e o sensível “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz, que infelizmente ficou de fora de uma possível indicação ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

Como já é tradição, segue a minha lista de favoritos do ano (lembrando que as escolhas são 100% pessoais). Desta vez, cada integrante do Top 10 vem com sua respectiva crítica por este que vos escreve.
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Crítica: “O Irlandês” é a “canção do cisne” da carreira de Martin Scorsese

Por Thiago Sampaio em Crítica

27 de novembro de 2019

Foto: Divulgação

A carreira do cineasta Martin Scorsese dispensa apresentações e qualquer elogio é redundante. Porém, ele sempre é referenciado por suas produções sobre máfia. Desde “Caminhos Perigosos” (Mean Streets, 1973), o clássico “Os Bons Companheiros” (Goodfellas, 1990), o ótimo “Cassino” (Casino, 1995), ele moldou a sua identidade. Mesmo que abordada por outro viés, como em “Os Infiltrados” (The Departed, 2006) e “O Lobo de Wall Street” (The Wolf of Wall Street, 2013), a temática de alguma forma vinha à tona.

Aos 77 anos, ele faz talvez a sua obra mais pessoal. Para tornar “O Irlandês” (The Irishman, 2019) realidade, ouviu negativas de vários estúdios até receber o aval da Netflix. De fato, produzir um longa de 3h29min de duração, orçamento que especula-se que se aproximou de U$ 170 milhões, retornando a um subgênero considerado obsoleto, era uma aposta arriscada. Mas tudo é justificado. Para além de um filme, se trata de uma espécie de releitura de toda uma carreira, agora sob o olhar de quem carrega uma bagagem pesada de experiência.
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Crítica: “O Irlandês” é a “canção do cisne” da carreira de Martin Scorsese

Por Thiago Sampaio em Crítica

27 de novembro de 2019

Foto: Divulgação

A carreira do cineasta Martin Scorsese dispensa apresentações e qualquer elogio é redundante. Porém, ele sempre é referenciado por suas produções sobre máfia. Desde “Caminhos Perigosos” (Mean Streets, 1973), o clássico “Os Bons Companheiros” (Goodfellas, 1990), o ótimo “Cassino” (Casino, 1995), ele moldou a sua identidade. Mesmo que abordada por outro viés, como em “Os Infiltrados” (The Departed, 2006) e “O Lobo de Wall Street” (The Wolf of Wall Street, 2013), a temática de alguma forma vinha à tona.

Aos 77 anos, ele faz talvez a sua obra mais pessoal. Para tornar “O Irlandês” (The Irishman, 2019) realidade, ouviu negativas de vários estúdios até receber o aval da Netflix. De fato, produzir um longa de 3h29min de duração, orçamento que especula-se que se aproximou de U$ 170 milhões, retornando a um subgênero considerado obsoleto, era uma aposta arriscada. Mas tudo é justificado. Para além de um filme, se trata de uma espécie de releitura de toda uma carreira, agora sob o olhar de quem carrega uma bagagem pesada de experiência.
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