Os Oito Odiados Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Os Oito Odiados

Crítica: Tarantino ainda convence ao brincar de ele mesmo em “Os Oito Odiados”

Por Thiago Sampaio em Crítica

14 de Janeiro de 2016

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Já é do conhecimento geral que os filmes dirigidos por Quentin Tarantino se tornaram um subgênero do cinema. Suas loucuras criativas, impulsionadas pelas suas influências cinematográficas, se tornaram tão rotineiras de modo que o espectador já sabe o que esperar. Ainda assim, há muita expectativa pela chegada de um novo projeto. E não é à toa. Em “Os Oito Odiados” (The Hateful Eight, 2015), ao mesmo tempo em que o cineasta segue elevando a própria grandiloquência colocando “O 8º filme de Quentin Tarantino” nos créditos iniciais, figurando junto ao da lenda Ennio Morricone como trilha-sonora original, ele prova que, mesmo brincando com os próprios vícios, consegue prender a atenção e garantir um sanguinário entretenimento como poucos.

Sinopse

Na trama, durante uma nevasca, John Ruth (Kurt Russell) está transportando uma prisioneira, a famosa Daisy Domergue (Jennifer Jason Leigh), que ele espera trocar por grande quantia de dinheiro. No caminho, os viajantes aceitam transportar o caçador de recompensas Marquis Warren (Samuel L. Jackson), que está de olho em outro tesouro, e o xerife Chris Mannix (Walton Goggins), prestes a ser empossado em sua cidade. Como as condições climáticas pioram, eles buscam abrigo no Armazém da Minnie, onde quatro outros desconhecidos estão abrigados. Aos poucos, os oito viajantes no local começam a descobrir os segredos sangrentos uns dos outros.

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Crítica: Tarantino ainda convence ao brincar de ele mesmo em “Os Oito Odiados”

Por Thiago Sampaio em Crítica

14 de Janeiro de 2016

Foto: Divulgação

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Já é do conhecimento geral que os filmes dirigidos por Quentin Tarantino se tornaram um subgênero do cinema. Suas loucuras criativas, impulsionadas pelas suas influências cinematográficas, se tornaram tão rotineiras de modo que o espectador já sabe o que esperar. Ainda assim, há muita expectativa pela chegada de um novo projeto. E não é à toa. Em “Os Oito Odiados” (The Hateful Eight, 2015), ao mesmo tempo em que o cineasta segue elevando a própria grandiloquência colocando “O 8º filme de Quentin Tarantino” nos créditos iniciais, figurando junto ao da lenda Ennio Morricone como trilha-sonora original, ele prova que, mesmo brincando com os próprios vícios, consegue prender a atenção e garantir um sanguinário entretenimento como poucos.

Sinopse

Na trama, durante uma nevasca, John Ruth (Kurt Russell) está transportando uma prisioneira, a famosa Daisy Domergue (Jennifer Jason Leigh), que ele espera trocar por grande quantia de dinheiro. No caminho, os viajantes aceitam transportar o caçador de recompensas Marquis Warren (Samuel L. Jackson), que está de olho em outro tesouro, e o xerife Chris Mannix (Walton Goggins), prestes a ser empossado em sua cidade. Como as condições climáticas pioram, eles buscam abrigo no Armazém da Minnie, onde quatro outros desconhecidos estão abrigados. Aos poucos, os oito viajantes no local começam a descobrir os segredos sangrentos uns dos outros.

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