Oscar 2020 Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Oscar 2020

Bong, Scorsese e a importância da consolidação de “Parasita”

Por Thiago Sampaio em Opinião

10 de Fevereiro de 2020

Foto: Reprodução

Martin Scorsese viu o seu “O Irlandês” sair de mãos vazias no Oscar 2020, mas teve o seu valor reconhecido pelo grande vencedor da noite, Bong Joon-ho. Sorrisos sinceros que simbolizam a importância da consagração de “Parasita”, o primeiro longa falado em língua não inglesa a levar o troféu de Melhor Filme. Na verdade, todo real apreciador do cinema se deu como satisfeito pela vitória do longa sul-coreano, ainda que tivesse outros preferidos.

É costumeiro ver obras de tom “neutro”, de difícil rejeição, serem premiadas. Assim, “O Discurso do Rei” tirou o prêmio de “A Rede Social” ou “Cisne Negro” em 2011, “Spotlight” tirou de “Mad Max – Estrada da Fúria” em 2016 e, ano passado, o de péssimo gosto “Green Book” tirou de “Infiltrado na Klan” ou “Roma”. Tudo indicava que em 2020 o escolhido seria “1917”. É correto e visualmente deslumbrante. Mas felizmente desviaram da aposta “segura”.
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Confira os tradicionais pitacos para o Oscar 2020

Por Thiago Sampaio em Oscar

08 de Fevereiro de 2020

Foto: Montagem/Divulgação

A cerimônia do Oscar 2020 acontece neste domingo (9) e, como faço todos os anos, aponto os meus pitacos sobre quem acho que vai vencer e quem eu gostaria que levasse o prêmio.

Tudo baseado nas últimas premiações (Globo de Ouro, BAFTA, DGA, SAG, PGA, WGA, Spirit, etc) e como as campanhas estão reverberando nos bastidores. Vamos lá!
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Crítica: “Jojo Rabbit” é humano e uma bela sátira que expõe o ridículo do nazismo

Por Thiago Sampaio em Crítica

07 de Fevereiro de 2020

Foto: Divulgação

A comédia desde os primórdios da humanidade tem sido uma ferramenta para a reflexão. Assim como o cinema já utilizou várias vezes da imaginação infantil como escudo para contextos cruéis, casos de “A Vida É Bela” (La vita è bella, 1997), “O Labirinto do Fauno” (El laberinto del fauno, 2009), “Onde Vivem os Monstros” (Where the Wild Things Are, 2009), entre outros. Unindo essas duas vertentes, o diretor neozelandês Taika Waititi (“O Que Fazemos nas Sombras”, 2014; “Thor: Ragnarok”, 2017) não foge das polêmicas ao abordar o nazismo em tempos de tensão mundial e entrega em “Jojo Rabbit” (idem, 2019) uma obra escrachada e bela ao mesmo tempo.

Na trama, Jojo (Roman Griffin Davis) é um garoto alemão solitário de 10 anos cujo maior sonho é integrar a Juventude Hitlerista. Um dia, ele descobre que sua mãe (Scarlett Johansson) está escondendo uma garota judia (Thomasin McKenzie) no sótão. Ajudado apenas por seu amigo imaginário, Adolf Hitler (Taika Waititi), Jojo deve enfrentar seu nacionalismo cego enquanto a Segunda Guerra Mundial prossegue.
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Crítica: “Jojo Rabbit” é humano e uma bela sátira que expõe o ridículo do nazismo

Por Thiago Sampaio em Crítica

07 de Fevereiro de 2020

Foto: Divulgação

A comédia desde os primórdios da humanidade tem sido uma ferramenta para a reflexão. Assim como o cinema já utilizou várias vezes da imaginação infantil como escudo para contextos cruéis, casos de “A Vida É Bela” (La vita è bella, 1997), “O Labirinto do Fauno” (El laberinto del fauno, 2009), “Onde Vivem os Monstros” (Where the Wild Things Are, 2009), entre outros. Unindo essas duas vertentes, o diretor neozelandês Taika Waititi (“O Que Fazemos nas Sombras”, 2014; “Thor: Ragnarok”, 2017) não foge das polêmicas ao abordar o nazismo em tempos de tensão mundial e entrega em “Jojo Rabbit” (idem, 2019) uma obra escrachada e bela ao mesmo tempo.

Na trama, Jojo (Roman Griffin Davis) é um garoto alemão solitário de 10 anos cujo maior sonho é integrar a Juventude Hitlerista. Um dia, ele descobre que sua mãe (Scarlett Johansson) está escondendo uma garota judia (Thomasin McKenzie) no sótão. Ajudado apenas por seu amigo imaginário, Adolf Hitler (Taika Waititi), Jojo deve enfrentar seu nacionalismo cego enquanto a Segunda Guerra Mundial prossegue.
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