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Rebecca Ferguson Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Rebecca Ferguson

Crítica: “Doutor Sono” encontra o difícil meio termo entre as obras de Stephen King e Stanley Kubrick

Por Thiago Sampaio em Crítica

21 de novembro de 2019

Foto: Divulgação

Fazer uma continuação do clássico “O Iluminado” (The Shinning, 1980) era uma missão pra lá de ingrata. Afinal, Stephen King, autor da obra original, não fez questão alguma de esconder a sua insatisfação com a adaptação nada fiel de Stanley Kubrick. Coube ao eficiente diretor Mike Flanagan encontrar o equilíbrio de modo que agradasse o escritor e sua legião de fãs, ao mesmo tempo que mantivesse viva a memória do longa do início dos anos 80. E ainda que por vezes se mostre indeciso quanto a sua própria proposta, “Doutor Sono” (Doctor Sleep, 2019) é uma nova visita bem honesta com todos que já tiveram alguma participação naquele universo.

Na trama, ainda marcado pelo trauma que sofreu quando criança, Danny Torrance (Ewan McGregor) luta para encontrar o mínimo de paz. Vivendo em constante fuga, ele encontra Abra (Kyliegh Curran), uma adolescente com o mesmo dom extrassensorial que ele. Despertando os fantasmas do passado, o agora adulto se une a garota para combater um grupo que almeja a imortalidade se alimentando do “Brilho” que eles possuem.
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Crítica: “Missão: Impossível – Efeito Fallout” eleva o nível da bem sucedida franquia

Por Thiago Sampaio em Crítica

06 de agosto de 2018

Manter uma franquia ativa por mais de 20 anos e sem indícios de desgaste definitivamente não é uma tarefa fácil. Desde o eficiente primeiro longa de 1996, dirigido por Brian De Palma, quando tinha um tom de filme de espionagem, passando pelo problemático segundo longa de ação desenfreada, comandado por John Woo em 2000, “Missão: Impossível” passou a definir uma identidade a partir do terceiro, de 2006, com direção de J.J. Abrams, justamente quando o astro Tom Cruise tomou de vez para si o controle criativo.

A partir dali o público já ia para os cinemas sabendo o que esperar: cenas grandiosas e Cruise fazendo loucuras sem dublê. “Missão: Impossível – Efeito Fallout” (Mission Impossible – Fallout, 2018) segue essa tendência, costurando o arco estabelecido em “Missão: Impossível – Protocolo Fantasma” (Mission: Impossible – Ghost Protocol, 2011), de Brad Bird, e “Missão: Impossível – Nação Secreta” (Mission: Impossible – Rogue Nation, 2016), de Christopher McQuarrie, e imprime um ritmo ainda mais dinâmico, levando tudo para a última potência.

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Crítica: “Vida” é uma ficção/terror que fica à sombra das suas influências

Por Thiago Sampaio em Crítica

25 de Abril de 2017

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Não é das missões mais fáceis nos dias atuais tentar emplacar uma franquia de ficção científica totalmente original, sem pegar gancho como adaptação de algum anime ou série de TV, obra literária conhecida ou, principalmente, alguma saga consolidada ao longo dos anos (“Star Wars” e “Star Trek” estão aí até hoje). Por isso, “Vida” (Life, 2017) surge como um produto ousado, principalmente por partir para a vertente do horror, nem tão fácil de comercializar. Acontece que a influência de outras obras é tão nítida que fica difícil vê-lo como algo novo, soando mais como uma releitura.

Na trama, seis astronautas de diferentes nacionalidades estão em uma estação espacial, cujo objetivo maior é estudar amostras coletadas no solo de Marte por um satélite. Dentre elas está um ser unicelular que é despertado através dos equipamentos da própria estação. Tal descoberta – que ganha o nome de Calvin através de um concurso escolar – é intensamente celebrada por ser a primeira forma de vida encontrada fora da Terra. Só que, surpreendentemente, este ser se desenvolve de forma bastante rápida, ganhando novas células e uma capacidade destrutiva.

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Crítica: “Vida” é uma ficção/terror que fica à sombra das suas influências

Por Thiago Sampaio em Crítica

25 de Abril de 2017

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Não é das missões mais fáceis nos dias atuais tentar emplacar uma franquia de ficção científica totalmente original, sem pegar gancho como adaptação de algum anime ou série de TV, obra literária conhecida ou, principalmente, alguma saga consolidada ao longo dos anos (“Star Wars” e “Star Trek” estão aí até hoje). Por isso, “Vida” (Life, 2017) surge como um produto ousado, principalmente por partir para a vertente do horror, nem tão fácil de comercializar. Acontece que a influência de outras obras é tão nítida que fica difícil vê-lo como algo novo, soando mais como uma releitura.

Na trama, seis astronautas de diferentes nacionalidades estão em uma estação espacial, cujo objetivo maior é estudar amostras coletadas no solo de Marte por um satélite. Dentre elas está um ser unicelular que é despertado através dos equipamentos da própria estação. Tal descoberta – que ganha o nome de Calvin através de um concurso escolar – é intensamente celebrada por ser a primeira forma de vida encontrada fora da Terra. Só que, surpreendentemente, este ser se desenvolve de forma bastante rápida, ganhando novas células e uma capacidade destrutiva.

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